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CBF divulga detalhes da última rodada da fase de grupos da Série D

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última rodada da Série D
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A briga pelas vagas na segunda fase da Série D do Campeonato Brasileiro está bastante quente. Na noite deste sábado (8/7), em meio à jornada de jogos da competição nacional, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) detalhou as partidas da última rodada. Representantes candangos no torneio, Ceilândia e Brasiliense vão se despedir da primeira fase em 23 de julho.

O dia em questão vai ser um domingo e todas as partidas do grupo A5 vão ser disputadas de forma simultânea, às 15h. O Ceilândia vai viajar até o estado de Goiás para medir forças com o Iporá, no Estádio Ferreirão. O Brasiliense, por outro lado, vai jogar como mandante. A partida válida pela última rodada da Série D contra o Operário foi marcada pela CBF para o Estádio Serejão, em Taguatinga.

A expectativa dos clubes candangos, claro, é chegar na última rodada da Série D com a classificação à segunda fase garantida antecipadamente. Neste momento, a competição nacional se encaminha para o 12º giro de partidas. No domingo (9/7), o Ceilândia enfrenta o Real Ariquemes, às 16h, no Valerião. Na segunda-feira (10/7), às 20h, o Brasiliense recebe o Interporto, no Serejão.

O Ceilândia é quem tem mais chances de conquistar a vaga na segunda fase antes da última rodada da Série D. Se ganhar neste fim de semana, aliado a uma derrota do Brasiliense, o Gato Preto confirma a classificação matematicamente. O Jacaré continua fora do G-4 do Grupo A5 e, possivelmente, vai precisar de todos os jogos disponíveis para ter sequência no torneio nacional.

14ª rodada do Grupo A5
Domingo (23/7)
15h Iporá x Ceilândia – Ferreirão
15h Real Ariquemes x Anápolis – Valerião
15h União x Interporto – Luthero Lopes
15h Brasiliense x Operário-MT – Serejão

Visão de Jogo #36: O futebol é profissão: os treinadores

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Coluna Visão de Jogo
Por Luiz Henrique Borges

Nas duas semanas anteriores, ouvi diversos torcedores do Botafogo implorando pela permanência de Luís Castro no comando da equipe. No geral, o treinador português estava realizando um bom trabalho no alvinegro carioca. Ele chegou no início do Brasileirão de 2022 e, após passar por diversas dificuldades no primeiro turno e contando com os reforços da janela do meio do ano, conseguiu acertar a equipe que chegou na última rodada do campeonato com chances de obter uma vaga para a etapa inicial da Copa Libertadores da América, que é também apelidada, ao meu ver equivocada e depreciativamente, de Pré-Libertadores. Uma rápida pesquisa na Conmebol poderia acabar com tal vulgaridade, afinal a competição possui duas fases, chamadas de Primeira fase e Segunda fase, antes da etapa de grupos. Eu entendo que denominar de Pré-Libertadores é inclusive contraproducente em termos de marketing, uma vez que ela gera uma conotação que desvaloriza o produto/serviço que se pretende vender.

Após essa longa digressão, vamos retornar ao nosso treinador português. No início do ano, o Botafogo manteve o elenco que finalizou o Brasileirão e a expectativa dos torcedores e da imprensa era de que a equipe realizasse um bom Campeonato Carioca. Não foi o que ocorreu. O time terminou a Taça Guanabara na quinta posição e não se classificou para a fase semifinal do Campeonato Carioca. Restou aos comandados de Luís Castro jogar e vencer uma tal da Taça Rio, uma competição que define “o menos pior” dos times que disputaram o Cariocão.

O início na Copa do Brasil, contra o Sergipe, também não foi nada auspicioso. O Botafogo estava perdendo o jogo e a classificação para a segunda fase da milionária competição até o último escanteio do quase infindável tempo extra da partida. Enfim, as campanhas de 2023 não sinalizavam que o clube estaria tão redondinho para a disputa do Campeonato Brasileiro, tanto que a pressão para a demissão do treinador era imensa.

O Glorioso fez o primeiro terço do Brasileirão, sob o comando de Luís Castro, quase impecável, com 30 pontos conquistados em 36 disputados, apenas o Corinthians de 2017 e o Atlético Mineiro de 2012 alcançaram uma pontuação superior ao do Botafogo ao final da décima segunda rodada, ou seja, após o jogo contra o Palmeiras que foi o último do comandante português dirigindo o Botafogo na competição nacional. Já sob a “nova direção”, de Cláudio Caçapa, o Botafogo venceu, na décima terceira rodada, o Vasco da Gama e os 33 pontos conquistados significam a segunda melhor campanha na história do Brasileirão de pontos corridos após 13 rodadas.

Com a excelente e inusitada campanha no Brasileirão, a “fila de desculpas” dos torcedores para Luís Castro não parou de aumentar. Chegou ao ponto de um botafoguense manauara andar por quatro horas na avenida mais movimentada de Manaus carregando um cartaz de desculpas ao técnico português. Se as boas campanhas alentam os corações dos apaixonados torcedores, elas também chamam a atenção de outros clubes que, no universo globalizado, podem estar em qualquer lugar do nosso planeta, inclusive nas inóspitas, desérticas e ricas areias da Arábia Saudita.

Eu lembro que na minha juventude, mais precisamente em 1993, eu assisti um filme chamado “Proposta Indecente”. Nele, o ator Robert Redford representou um milionário que para ter uma noite de prazer com a personagem da linda Demi Moore ofereceu ao seu marido a quantia de um milhão de dólares. Se fosse um filme, que nome eu deveria dar para a proposta que chegou ao Luís Castro? Além de ter a oportunidade de treinar o seu compatriota, Cristiano Ronaldo, o Al-Nassr, clube saudita, ofereceu um salário de aproximadamente 6 milhões de euros anuais, livres de impostos, o que equivale ao triplo do que ele recebe no Botafogo, além de uma mansão de 2,5 milhões de euros para o treinador morar no país e que ficará para ele caso cumpra o vínculo até o final. Não há, definitivamente, qualquer possibilidade de competir com os fundos de investimento do futebol árabe e, por isso, o melhor nome a ser dado para esse tipo de proposta seja, por mais redundante que a frase possa parecer, “Sacanagem Indecente”.

Obviamente, os arrependidos torcedores botafoguenses não gostaram da notícia e clamaram pela permanência de Luís Castro. Depois de quase duas semanas de incertezas, o cobiçado treinador aceitou a proposta para lá de indecente do Al-Nassr que, de quebra, pagará a multa rescisória de 10 milhões de reais, aproximadamente 2 milhões de dólares. Além da tentação do dinheiro, a vontade da família também pesou na decisão do treinador.

Com os caminhos definidos, a torcida, que não é movida pela racionalidade, mas pela paixão, se sentiu traída e, como é muito comum nesses casos, transformou o então impoluto herói em um perigoso e proditório mercenário. No entanto, caro leitor, sejamos sinceros, se você recebesse, no seu trabalho, uma proposta salarial um pouco melhor, certamente mudaria de posto e até de empresa, não é mesmo? Então, por que um profissional que atua no futebol não poderia agir da mesma forma, ainda mais quando o convite envolve valores que beiram a impudicícia? A realização profissional e a independência financeira são aspectos puramente individuais e o único que pode realizar a avaliação é o próprio envolvido.

Castro, que não é tolo, sabe que os clamores por sua permanência eram tão sólidos quanto os gases atmosféricos, em outras palavras e deixando a ironia de lado, bastavam duas ou três derrotas em sequência que os xingamentos e os pedidos de demissão, como ocorreram durante o Campeonato Carioca, se repetiriam e, talvez, com maior intensidade. Eu chego a arriscar que o português sofreria no alvinegro o mesmo processo que Fernando Diniz passou no São Paulo em 2020. Superando as expectativas, o tricolor paulista liderou o campeonato e abriu uma boa vantagem de pontos, como hoje ocorre com o Botafogo, no entanto, o time, que não era extremamente qualificado, caiu de produção e o técnico acabou demitido na 33ª rodada.

Por falar em Diniz, chegamos à Seleção Brasileira. Já abordei em crônica passada a inexistência, no futebol brasileiro, de um técnico que seja maior que os jogadores e por isso eu defendo a ideia da contratação de um treinador estrangeiro. O técnico do Fluminense é competente e estudioso, mas ainda falta muita milhagem para comandar em definitivo a Amarelinha. Certamente, a decisão da CBF de contratar Fernando Diniz por um ano e aguardar por Ancelotti, eu espero que os nossos dirigentes tenham tido o bom senso de deixar tudo acordado com o treinador italiano, levou em conta que a América do Sul possui seis vagas diretas para a Copa do Mundo e ainda uma na repescagem. Até os papagaios e os periquitos irão para o Mundial de 2026.

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Fim de semana marca início do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia

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Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia - Etapa Cuiabá-MT
Foto: Mauricio Val/FVImagem/CBV

A bola tricolor irá voar nos céus da capital federal a partir deste sábado (8/7). Depois da Liga das Nações, que agitou a Arena BRB Nilson Nelson, Brasília irá receber mais uma competição de voleibol, desta vez será mais uma etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia. A competição terá as categorias Sub19, que começará antecipadamente, e a principal, que é denominada de Aberto e Top12.

O certame Sub19 terá início no sábado (8/7), com o término marcado para acontecer na terça-feira (11/7). Depois do encerramento da competição dos jovens atletas, a categoria principal movimenta as areias do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek entre os dias 12 e 16 de julho. Na temporada anterior, o Distrito Federal recebeu o Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia em abril, com as finais ocorrendo no começo de maio.

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Ceilândia quer manter invencibilidade e se isolar na liderança do Grupo A5
Brasiliense pode voltar ao G4 do Grupo A5 na próxima rodada
Veja o que está em disputa na última rodada do Candanguinho

Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia - Etapa Cuiabá-MT
Foto: Mauricio Val/FVImagem/CBV

A categoria principal do circuito conta com uma divisão: Aberto e Top12. O Aberto reúne as duplas que estão na 13ª colocação até a 37ª no ranking nacional. Enquanto isso, o Top12 reúne as 12 melhores duplas no mesmo ranqueamento. Vale ressaltar que as etapas do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia servem como qualificação para competições internacionais, como por exemplo as Olimpíadas de Paris, que será realizada em 2024.

O Circuito Brasileiro é a principal competição do calendário nacional do vôlei de praia. Foi disputado pela primeira vez em 1991, ano em que teve cinco etapas e torneios apenas entre as duplas masculinas. A partir do ano seguinte, passou também a contemplar o torneio feminino. A competição no Parque da Cidade Sarah Kubitschek contará com entrada gratuita, sujeito a lotação. A arena montada no parque comporta quase mil pessoas.

Paranoá apresenta camiseta com patch “La Lucha Antirracista”

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Nova camiseta do Paranoá com campanha antirracista
Foto: Helton dos Anjos

Na noite da última quinta-feira (6/7), o Paranoá anunciou em suas redes sociais a mais nova vestimenta da Cobra Sucuri. A camiseta que já será usada pelos garotos do clube no Campeonato Candango Sub20 na próxima rodada, que acontece no fim de semana, traz a campanha antirracismo. O esquadrão amarelo e azul é o primeiro clube do Distrito Federal a lançar um uniforme com o patch “La Lucha Antirracista”.

Na postagem divulgando a campanha contra o racismo, o Paranoá marcou o atleta Vinicius Junior, jogador do Real Madrid que sofreu diversas injúrias raciais na Espanha. Na última vez que aconteceu um caso de racismo contra o brasileiro, a Cobra Sucuri foi o primeiro time da capital federal a prestar apoio ao atacante. Sobre a campanha antirracista, Luis Felipe, Diretor do Paranoá, conversou com a reportagem do Distrito do Esporte.

“A campanha foi pensada no sentido de demonstrar que o Paranoá Esporte Clube tem em seu DNA a responsabilidade social e, nesse viés, de contribuir com uma sociedade livre, é que repudiamos qualquer ato dentro e fora de campo que tenha como princípio segregar, humilhar e desrespeitar pessoas de pele preta. Pois somos todos iguais, e em um país que tem o atleta do século, Pelé, esse repúdio deve ser ainda maior”, afirmou Luis Felipe.

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Ceilândia quer manter invencibilidade e se isolar na liderança do Grupo A5
Brasiliense pode voltar ao G4 do Grupo A5 na próxima rodada
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Nova camiseta do Paranoá com campanha antirracista
Foto: Helton dos Anjos

Segundo o diretor, o Paranoá pensa em comercializar a nova camiseta com a campanha antirracista. “Essa primeira versão ainda não está sendo comercializada, mas estamos alinhando com a fornecedora do material esportivo para colocarmos a venda o mais rápido possível. Estamos alinhando as questões de logística, mas a intenção é comercializar e fortalecer esse movimento que iniciamos no futebol do Distrito Federal”, concluiu.

No mês de maio, o Flamengo também usou o patch antirracista “La Lucha Antirracista” nos Campeonatos Brasileiros masculino e feminino, também em apoio a Vinicius Junior. A iniciativa veio através de um patrocinador do clube carioca. A equipe feminina usou o selo no jogo diante do Palmeiras, pela Série A1, enquanto os homens utilizaram no duelo contra o Cruzeiro, na oitava rodada do Brasileirão.

Confira a nota do Paranoá Esporte Clube no anúncio da nova vestimenta

Paixão nacional, esporte mais popular do mundo, espelhamos classes sociais e ideologias políticas e muitas vezes inspiramos uma devoção mais intensa que as religiões. Então vamos usar essa força e gritar NÃO AO RACISMO! Acreditamos no coletivo, no ser humano e no espírito de equipe, tão necessário no futebol e numa sociedade saudável.

Ceilândia quer manter invencibilidade e se isolar na liderança do Grupo A5

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Ceilândia x Interporto - Série D do Campeonato Brasileiro
Foto: Mateus Dutra/Ceilândia

Primeiro colocado do Grupo A5 da Série D do Campeonato Brasileiro com 21 pontos conquistados, o Ceilândia quer seguir invicto e mais líder do que nunca na competição nacional. O Gato Preto pode alcançar a liderança de forma isolada na 12ª rodada do certame. O Alvinegro da capital federal viajará rumo à Rondônia para enfrentar o Real Ariquemes, último colocado da chave com apenas cinco pontos conquistados.

O Ceilândia é seguido de perto pelo União Rondonópolis e Anápolis. O clube do Mato Grosso está na segunda colocação, enquanto o Galo da Comarca segue na terceira posição, ambos com 20 pontos conquistados. Entre os clubes do G4 do Grupo A5, o Gato Preto terá a vida mais fácil nesta rodada da competição nacional. Mesmo atuando fora de casa, o rival do Alvinegro está na lanterna, com apenas uma vitória em 11 partidas disputadas.

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Brasiliense pode voltar ao G4 do Grupo A5 na próxima rodada
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Interporto Ceilândia
Foto: Divulgação/Ceilândia

O União Rondonópolis visita o Estádio Dito Souza, onde enfrenta o Operário. O Tricolor é mais um time no G4 e que busca a consolidação na zona de classificação para a próxima fase. O Anápolis também atuará fora de casa. O Galo viaja até Iporá para enfrentar os donos da casa. Mesmo com o rival na parte debaixo da tabela, os jogos no Francisco Ferreira sempre são difíceis, independentemente do adversário.

No turno, o Ceilândia venceu muito bem o Real Ariquemes por 3 a 0, no Estádio Abadião. Agora, o Alvinegro busca vencer mais uma vez, somar três pontos e colocar um pé e meio na próxima fase. O duelo entre o Gato Preto e Real Ariquemes será no domingo (9/7), às 16h, no Estádio Valerião, em Rondônia. Operário x União Rondonópolis e Iporá x Anápolis também jogam no mesmo dia, enquanto Brasiliense x Interporto fecham a rodada na segunda-feira (10/7).

12ª rodada da Série D

Domingo (9/7)

Iporá x Anápolis
Francisco Ferreira – 15h30

Real Ariquemes x Ceilândia
Valerião – 16h

Operário x União Rondonópolis
Dito Souza – 17h

Segunda-feira (10/7)

Brasiliense x Interporto
Serejão – 20h

Brasiliense pode voltar ao G4 do Grupo A5 na próxima rodada

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Ceilândia e Brasiliense pela 10ª rodada da Série D do Brasileirão 2023
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

A próxima rodada da Série D do Campeonato Brasileiro será muito importante para um dos representantes do Distrito Federal na competição nacional. Atualmente na quinta colocação do Grupo A5 com 17 pontos conquistados, o Brasiliense poderá voltar ao G4 após algumas rodadas fora dela. O Jacaré vive em uma montanha-russa de momentos dentro do certame. O próximo duelo será dentro de casa, contra o penúltimo colocado da chave, o Interporto.

Há cinco jogos sem perder dentro da Série D, o Brasiliense busca a sua segunda vitória seguida. A última vez que o esquadrão amarelo perdeu foi na sexta rodada. Na ocasião, o Jacaré visitou o União Rondonópolis no Estádio Luthero Lopes e foi derrotado por 2 a 0. Caso o Brasiliense conquiste a vitória diante do Interporto, em Porto Nacional, o clube do Distrito Federal chegará aos 20 pontos conquistados.

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Porém, a equipe da capital federal não depende só de si para voltar ao G4. A rodada contará com o confronto direto entre Operário e União Rondonópolis, e o Brasiliense deve torcer para que o Operário não vença. O Tricolor de Várzea Grande está na quarta colocação com 18 pontos, um a mais que o Brasiliense. Já o clube vermelho está na segunda posição, com 20. A volta do Jacaré à zona de classificação será muito importante, já que após esta rodada, restará apenas duas para o fim da primeira fase da Série D do Brasileirão.

O Brasiliense volta a campo pela competição nacional na próxima segunda-feira (10/7), encerrando os confrontos do Grupo A5. O Jacaré recebe o Interporto no Estádio Elmo Serejo Farias, o Serejão, às 20h. Os outros duelos da chave serão todos no dia anterior. O Iporá enfrenta o Anápolis no Franciso Ferreira, às 15h30. Meia hora mais tarde a bola rola para Real Ariquemes e Ceilândia, no Valerião. Às 17h, Operário e União Rondonópolis se enfrentam no Dito Souza.

12ª rodada da Série D

Domingo (9/7)

Iporá x Anápolis
Francisco Ferreira – 15h30

Real Ariquemes x Ceilândia
Valerião – 16h

Operário x União Rondonópolis
Dito Souza – 17h

Segunda-feira (10/7)

Brasiliense x Interporto
Serejão – 20h

Veja o que está em disputa na última rodada do Candanguinho

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Confronto entre Brasiliense e Aruc pelo Candanguinho
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

O fim de semana está se aproximando e com ela vem a última e derradeira rodada do Campeonato Candango Sub20. Dois confrontos envolvendo quatro times que não almejam mais nada dentro do Candanguinho serão realizados na sexta-feira (7/7), enquanto três partidas acontecerão de forma simultânea no sábado (8/7), às 10h30, e outras três no mesmo dia, só que às 15h. Os duelos marcam as brigas pela liderança dos Grupos A e B e as últimas vagas para às quartas de final da competição local.

A rodada começará com os jogos entre Samambaia (8º) x Ceilandense (9º), pelo Grupo A, e Planaltina (7º) x Legião (8º), pela Chave B. Com os quatro times eliminados de forma antecipada, a Federação de Futebol do Distrito Federal optou por adiantar as duas partidas. O Cachorro Salsicha enfrenta o clube da Ceilândia no Estádio Rorizão, às 10h. Enquanto isso, às 15h, o Galo do Planalto recebe o Leão Branco em seu centro de treinamento.

Três times brigam por uma vaga no Grupo A do Candanguinho

Todas as partidas dos clubes da primeira chave serão disputadas às 10h30. No CT do Legião, o Brasília (7º) recebe o Greval (6º). Com nove pontos conquistados, o clube do Entorno Sul do Distrito Federal pode chegar aos 12 pontos e garantir a classificação para às quartas de final. Porém, o Grêmio Valparaíso deve torcer por um empate no confronto direto entre Aruc (4º) e Botafogo-DF (5º), que será disputado no Estádio Diogão, em Formosa.

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O esquadrão azul e branco e o time Alvinegro estão com os mesmos nove pontos do Greval, porém, possuem saldo de gols melhor que o adversário. O jogo que fecha o Grupo A é o confronto direto entre Brasiliense (2º) e Luziânia (3º), na briga pela liderança da chave. Quem sair vencedor e conquistar os três pontos, ultrapassará o Canaã (1º) e terminará a primeira fase na primeira posição. Com oito jogos já disputados, o clube recém filiado à FFDF estará de folga na rodada.

Confronto entre Ceilandense e Canaã pelo Candanguinho
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Tudo embolado em busca da classificação no Grupo B

Os confrontos do Grupo B serão realizados às 15h. O Gama (3º) recebe o Real Brasília (5º) no Centro de Treinamento Ninho do Periquito. Os dois times possuem 11 pontos e podem alcançar a marca de 14 pontos. Caso haja um vencedor, o vitorioso empurrará o derrotado para baixo, podendo causar até a eliminação do rival, dependendo do que acontecer no jogo entre Capital (1º) x Santa Maria (4º) e Paranoá (6º) x Brazlândia (2º).

O Santinha também possui os mesmos 11 pontos do Periquito e do Leão do Planalto. Porém, a Águia Grená tem um desafio difícil, já que enfrenta o líder do Grupo B. O Paranoá só tem nove pontos, mas pode alcançar uma das vagas para a próxima fase. A Cobra Sucuri recebe o Brazlândia no Estádio Rorizão. Podendo chegar somente aos 12 pontos, o esquadrão azul e amarelo deve torcer por tropeços de seus rivais diretos.

Clique aqui e confira a tabela do Candanguinho

Confronto entre Brazlândia e Capital pelo Candanguinho
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

9ª rodada do Candanguinho

Sexta-feira (7/7)

Samambaia x Ceilandense
Rorizão – 10h

Planaltina x Legião
CT do Planaltina – 15h

Sábado (8/7)

Brasília x Greval
CT do Legião – 10h30

Brasiliense x Luziânia
Serejão – 10h30

Aruc x Botafogo
Diogão – 10h30

Gama x Real Brasília
CT Ninho do Periquito – 15h

Paranoá x Brazlândia
Rorizão – 15h

Capital x Santa Maria
JK – 15h

Organizadas da Seleção? Torcidas seguem o Brasil em diversas modalidades

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Torcidas Organizadas do Brasil
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

No último domingo (2/7), a Seleção Brasileira Feminina movimentou o Estádio Nacional Mané Garrincha. O esquadrão amarelo derrotou o Chile por 4 a 0 no amistoso derradeiro antes da Copa do Mundo. Diversas coisas chamaram atenção, entre elas, a presença maciça de torcidas organizadas que acompanham a Seleção Canarinho. A festa foi completa, com faixas, bateria e até bandeiras de mastro que foram tremuladas na arquibancada.

Há quem estranhe a presença de torcidas organizadas em jogos de seleções, porém, isso é muito comum em outros países. Um exemplo está próximo da gente: a Argentina. Nos jogos do país vizinho, é comum que as barras bravas (um tipo de torcida organizada) de clubes diferentes se juntem e acompanhem a seleção nacional. Outro exemplo comum é na Europa, com os grupos conhecidos como Ultras. Com um megafone e bandeiras, os Ultras são bastante atuantes em jogos da seleção.

As torcidas organizadas que acompanham o Brasil em vários esportes, inclusive no futebol, foram crescendo recentemente com o passar do tempo. O primeiro grupo de torcedores organizados, denominados de Torcida Canarinho, possui registros na Copa do Mundo em 2010, na África do Sul. O movimento foi muito atuante nas Olimpíadas do Brasil, em 2014. Porém, a Canarinho não esteve presente no último jogo na capital federal, no amistoso entre Brasil e Chile.

Com o passar dos anos, surgiram outras torcidas acompanhando o caminho da Torcida Canarinho. A reportagem do Distrito do Esporte conversou com o presidente do Núcleo BR, Cauê Ferreira, e com uma integrante do Movimento Verde Amarelo. Vale ressaltar que as duas torcidas estão muito atuantes acompanhando o Brasil em diversas modalidades espalhadas mundo afora. Inclusive, ambas estiveram presentes na última Copa do Mundo, realizada no Qatar.

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Torcidas Organizadas do Brasil
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Há 10 anos na estrada, Cauê Ferreira falou sobre a motivação para criar o Núcleo BR. “O Núcleo surgiu em 2013 com a necessidade de mudar o cenário da torcida brasileira, do apoio. A gente sabe que a torcida ganha jogo, por isso criamos o Núcleo. Dentro disso, já estamos atuando há 10 anos, indo em Copa do Mundo, Olimpíada, jogo de rugby, tudo que envolve o esporte nacional a gente está envolvido incentivando o Brasil”, iniciou.

O presidente da entidade ainda comentou sobre a vinda para o Distrito Federal para acompanhar o amistoso entre Brasil e Chile, último antes da Copa do Mundo. “A viagem é complicada, a gente vem sofrendo, vem de ônibus, foram mais de 15 horas de viagem. Cheguei ontem à noite aqui em Brasília, estamos hospedados, mas acabando o jogo já vamos voltar para São Paulo. É uma grande dificuldade que as torcidas sofrem, ter que viajar sem muito apoio”, concluiu.

Outras pessoas fizeram o mesmo caminho de Cauê e saíram do Sudeste rumo à capital federal. Mari, do Movimento Verde e Amarelo, saiu de São Paulo e esteve presente na goleada brasileira. “Primeira vez que eu vim a Brasília. A preparação foi de muita ansiedade, comprei a passagem muito antes. Montamos um grupo no WhatsApp para trocar ideia, fizemos um churrasco quando chegamos em Brasília. A galera tem que vir, incentivar, e acho válido (acompanhar a Seleção Brasileira)”.

Mari ainda falou sobre o apoio que a seleção recebe destas torcidas organizadas que acompanham a amarelinha. “Acho que toda forma de admiração e apoio a qualquer tipo de seleção, seja feminina ou masculina, é muito importante. Eu acho que o “gostinho” do Brasil é muito importante para engajar e motivar elas a trazerem essa taça”, concluiu. Durante o amistoso, o Movimento Verde Amarelo e o Núcleo BR se uniram e entoaram cânticos durante toda a partida.

Assistentes do DF são convidadas para curso feminino de arbitragem da FIFA

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Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, com as profissionais que paritiparão do Curso FIFA
Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, com as profissionais que paritiparão do Curso FIFA - Foto: Thaís Magalhães/CBF

O Distrito Federal será representado em um grande projeto da Confederação Brasileira de Futebol juntamente com a Fifa. O Curso FIFA – Rap 2023, que foca no desenvolvimento e aprimoramento da arbitragem feminina, com diversas atividades de capacitação, acontece no Rio de Janeiro entre os dias 3 a 12 de julho. Duas árbitras assistentes nascidas na capital federal foram convidadas para participar do curso.

O curso que acontece no Rio de Janeiro conta com a participação de 25 árbitras e 47 assistentes do Brasil inteiro. As profissionais serão distribuídas em duas turmas e comandadas por 12 instrutoras, sendo duas delas estrangeiras – Argentina e Peru -. Regildenia Moura, ex-árbitra e primeira mulher na Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol, é a coordenadora do curso.

“A expectativa está muito alta. É a primeira vez que fazemos esse curso apenas para mulheres. Poderemos conhecê-las, trabalhar com elas e as potencializar. Virão meninas de todos os estados, com mesclas de mais ou menos experientes. A representatividade é muito importante, elas se sentem mais acolhidas”, comentou Regildenia.

Regildenia ex-árbitra e primeira mulher a compor a Comissão de Arbitragem da CBF. Ela será Coordenadora no Curso FIFA - Rap Feminino 2023
Foto: Divulgação/CBF

O Presidente da Comissão de Arbitragem comentou sobre a oportunidade que as mulheres estão tendo. “Precisamos fortalecer ainda mais o futebol feminino. E isso passa pela arbitragem para os jogos da categoria. É o passo inicial. Ainda vemos muitos árbitros homens apitando os jogos porquê não temos o número de árbitras desenvolvidas para suportar a quantidade de partidas. Uma consequência será trabalhar no futebol masculino também, sabemos que muitas têm esse sonho”, afirmou.

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DF muito bem representado

A capital do país está sendo representada por duas árbitras assistentes que foram convocadas para participarem deste grande curso. Trabalhando na arbitragem desde 2018 e no quadro de árbitros da CBF desde 2020, Cássia França foi uma das selecionadas. Ao Distrito do Esporte, ela contou como se sentiu após o convite para o curso. “Muito Feliz  em receber uma oportunidade de participar de um curso FIFA Feminino. Sempre sonhei com esse momento”, iniciou.

Cássia França
Árbitra assistente Cássia França atuando no duelo entre Cresspom e Taubaté, pela Série A2 do Brasileirão Feminino – Foto: Diogo Carvalho/Diogolfoto

A árbitra assistente ainda falou sobre o quadro de mulheres dentro da arbitragem do DF. “O quadro de arbitragem do DF aumentou, temos em média 10 árbitras, sendo nove assistentes e uma árbitra central. Melhorou muito e elas vêm conquistando seu espaço a cada campeonato”. Cássia França ainda disse que as mulheres possuem capacidade de desenvolver um excelente trabalho e que dentro da arbitragem têm espaço para todas as mulheres que querem seguir carreira.

Juntamente com Cássia França, Kinberlyn Morais, que também atua como árbitra assistente, está participando do curso. A profissional é moradora da Estrutural e formada em Educação Física pela Universidade de Brasília. Kinberlyn está na arbitragem desde 2018 por influência de outro árbitro assistente, Daniel Henrique. A estreia dela na beira do gramado somente em 2021, já que por conta da pandemia não pôde atuar anteriormente.

Kinberlyn Morais - árbitra assistente
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Ela entrou para o quadro da CBF na temporada passada e estreou pela entidade durante a Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino. Ao Distrito do Esporte, kinberlyn falou sobre o convite para participar do curso. “Receber o convite do curso do RAP Feminino 2023 – CBF/FIFA, me deu uma emoção imensa por estar a menos de um ano no quadro e já fazer parte de um evento super importante na carreira, é um sentimento de gratidão por saber que estou no caminho certo e que o meu trabalho está sendo visto”.

Kinberlyn também falou sobre poder ser uma inspiração para novas mulheres que querem atuar na arbitragem. “Acredito que estar em um meio masculino nos faz ser inspiração para outras meninas, afinal temos que provar que somos capazes ao mesmo nível que o deles e queremos conquistar nosso espaço também”, concluiu.

Lutador do Distrito Federal conquista Campeonato Mundial de Muay Thai

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Muay Thai - João Pedro Simão
Foto: Arquivo Pessoal

Morador de Taguatinga orgulha o quadradinho! Em evento realizado em Veneza, na Itália, João Pedro Simão representou o Brasil e a capital nacional no Mundial WBC Muay Thai Amazing World Festival. O profissional atua como professor de artes marciais do Centro Olímpico e Paralímpico de Samambaia. Depois da conquista em solo italiano, o atleta do Distrito Federal mira a disputa do One Championship, maior torneio da modalidade.

Na finalíssima do torneio de Muay Thai, João Pedro Simão derrotou o iraniano Ali Takallo, conquistando o primeiro lugar e a medalha de ouro na Itália. A competição ocorreu no final de julho e reuniu lutadores da Polônia, Alemanha, Itália, Inglaterra, Armênia, País de Gales, Estados Unidos e, obviamente, Tailândia, berço da modalidade. O competidor falou um pouco após o título conquistado.

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Muay Thai - João Pedro Simão
Foto: Arquivo Pessoal

“Esse título representa, para mim, um grande passo de uma maratona da vida marcial”, destaca o representante do DF. “Tenho muito a conquistar ainda. Almejo ser campeão do mundo muitas vezes ainda, representando meu país e minha cidade”, afirmou. Virando a chave depois da conquista do título, agora João Pedro Simão conta os dias para a maior competição de Muay Thai do planeta, o One Championship, que acontece em julho.

Além de treinar diariamente mais de 80 crianças no Centro Olímpico e Paralímpico de Samambaia, João Pedro volta a lutar no final de julho, em casa. A capital do país irá receber o Fight Community, na Praça Nelson Corso, na Vila Planalto. Neste torneio no quadradinho, o competidor sobe ao ringue pelo kickboxing na categoria 85kg. O adversário ainda não foi definido. Além do Muay Thai, João Pedro possui títulos em outras modalidades, como o Karatê e Kickboxing.