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Triunfo do líder! Gama vence Brasília pelo retorno do clássico no Candangão

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Foto: Filipe Fonseca/Gama

Após três anos, Brasília e Gama voltaram a se enfrentar um dos clássicos mais antigos do futebol candango. Na tarde deste sábado, as equipes duelaram pela segunda rodada do Candangão 2026. Apesar de possuir o mando de campo, o colorado decidiu sediar o confronto no Bezerrão, casa do adversário. Dentro de campo, o clube alviverde dominou o confronto de ponta a ponta e saiu vitorioso por 2 a 0 no placar; os gols do duelo foram marcados por Felipe Clemente e Kennedy.

Com a vitória, o Gama assume a liderança da tabela geral da primeira fase do Candangão, com seis pontos conquistados. Na próxima rodada, o atual campeão candango enfrenta o Samambaia em casa. O confronto está marcado para a próxima quarta-feira (21/1), data em que ocorre uma rara “rodada de um dia só”, pois todos os jogos acontecem no mesmo dia. A bola rola às 20h30, no Bezerrão.

Em contrapartida, o Brasília vive situação oposta na competição. Em duas partidas, o colorado ainda não pontuou no retorno à primeira divisão local e já figura na zona de rebaixamento a Segundinha. Em busca de redenção no campeonato, o próximo compromisso do clube será diante do Paranoá, no Estádio JK, às 15h.

Primeiro tempo

A primeira metade da etapa inicial simulou um confronto de ataque contra defesa. Apesar da condição de visitante no papel, o Gama aproveitou a euforia da torcida e pressionou o Brasília contra a parede. O clube alviverde dominou a posse de bola, mas não ameaçou o gol defendido por Nicolas.

Nesse recorte, a melhor oportunidade do time gamense surgiu em uma falta da intermediária, cobrada pelo centroavante Luan, mas defendida pelo goleiro adversário. Com a bola em movimento, o Gama construiu duas jogadas de perigo pela ala esquerda de ataque, com a chegada dos meias à grande área como elemento surpresa, mas pecou nas conclusões, que sequer ameaçaram a meta rival.

Na etapa inicial, o principal mérito do Brasília foi não sucumbir à pressão gamense. Apesar do domínio territorial exercido pelo Gama, a defesa do Colorado foi soberana nas jogadas aéreas e não permitiu ao alviverde mais do que dois remates ao gol defendido pelo estreante Nicolas. Quando escapou, a equipe mandante apostou em lançamentos à grande área rival, mas sem ameaçar a meta adversária.

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Segundo tempo

A primeira chegada com perigo do Brasília se sucedeu logo aos quatro minutos da etapa complementar. Em bola alçada na área por uma cobrança de lateral, o centroavante Eliandro desviou de cabeça para o meio da área, onde estava o meio-campista Milla. O camisa 7 girou e bateu, mas pegou mal na bola e jogou longe do gol rival.

Na faixa dos 10 minutos do segundo tempo, o Gama respondeu em nova jogada oriunda de bola aérea. Após uma cobrança de falta, o zagueiro Wellington aproveitou da completa desatenção da zaga do Brasília e subiu livre de marcação próximo a risca da pequena área adversária. Todavia, o defensor cabeceou para fora do gol.

Em um duelo de equipes que apostavam em cruzamentos para a área adversária como a principal arma ofensiva, o Gama abriu o placar justamente em uma bola alçada. Na marca dos 25 minutos da segunda etapa, Kennedy, que acabara de entrar, disparou pela ponta direita e encontrou Felipe Clemente sozinho em frente a pequena área do Brasília. O camisa 11 aproveitou o espaço deixado entre dois defensores da equipe rival para dominar a e encher o pé para tirar o zero do marcado; 1 a 0 para o alviverde.

Autor da assistência para o primeiro gol do Gama, Kennedy entrou e virou a partida de cabeça para baixo. Após o passe para Clemente no primeiro ato após entrar no jogo, o camisa 77 executou uma linda jogada individual nos minutos finais do confronto. O ponta contou com dribles curtos em velocidade para superar o marcador e bateu firme para o fundo da rede; 2 a 0 para os atuais campeões, que assumem de vez a ponta da tabela.

Brasília – 0

Nicolas; Luan Brasília, Henrique Gigante, Geykson e Vinícius Freitas; Guilherme Bazílio(Ximenes), Luiz Gustavo e Milla🟨(Elyson); Iago Custódio(Igor), Leonardo Macedo e Eliandro Santos(Vitor Lima).

Técnico: Paulo Helber

Gama – 2

Renan Rinaldi; Toninho(Gabriel Lima), Zulu, Wellington🟨 e Lucas Piauí; Moisés, Russo e Renato(Álvaro); Ramon(Kennedy⚽🟨), Felipe Clemente⚽(David) e Luan(Henrique Almeida).

Técnico: Luís Carlos Souza

Real Brasília segura o Brasiliense: sem gols no Estádio Defelê

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Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

Por Paulo Martins

Um jogo dividido entre bom futebol e disputa física marcou um duelo sem gols na tarde deste sábado (17/01). No andamento da segunda rodada do Candangão, Real Brasília e Brasiliense empataram sem gols no estádio Defelê.

O resultado significa o primeiro ponto leonino no campeonato, bem-conquistado pelo calendário contra a equipe amarela após quase empatar com o Gama na estreia. O Real ainda pega o Capital, durante a semana. Também na terceira rodada, o Jacaré, agora com quatro pontos, encara o Sobradinho na véspera do Clássico Verde-Amarelo contra o Gama.

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Sol rima com futebol

A etapa inicial representou uma briga contra o sol quente na Vila Planalto. E os atletas venceram o clima com um confronto equilibrado e bem disputado entre a cadência do Brasiliense e a velocidade do Real Brasília. Já aos três minutos, a defesa local ficou exposta e Júlio Vitor recebeu passe primoroso no cara a cara e perdeu o gol diante do goleiro Léo Teles.

A resposta do aurianil foi aos oito, com Juanzinho sendo lançado e recuperando uma bola cortada por Ivan e mal dominada pelo goleiro Matheus Kayser: o bote ficou longo e fora da meta. Dois minutos depois foi a vez de Tarta finalizar ao lado da meta, em resposta imediata da formação amarela. Aos 24, Júlio Vitor, que sairia no intervalo, finalizou de forma semelhante, também à esquerda do arqueiro adversário.

Entretanto, a solidez dos Leões foi mais na etapa inicial, se comprovando fator primordial na evolução da equipe sobretudo na reta final do primeiro tempo, onde surgiram as chances mais perigosas do jogo. Em escapada rápida pelo meio, aos 44, Juanzinho teve todo o campo de ataque para superar Ivan e fazer o gol, mas bateu ao lado do poste esquerdo de Kayser.

A chance mais clara de todo o jogo aconteceu aos 46, após cruzamento na área aproveitado por Gustavo após má saída do goleiro do Jacaré do gol. O placar não foi aberto graças ao corte salvador de Fábio Sanches sobre a linha de meta. Em um jogo muito corrido, o físico poderia cobrar se o jogo se mantivesse em alta intensidade no segundo tempo, onde o banco poderia ser decisivo.

Mais do mesmo

Luiz Carlos Winck voltou ao segundo tempo com Montanha e Geovani, esperando maior mobilidade e velocidade de sua equipe na produção. O que viu foi o exato oposto. Dos dois, apenas Geovani não passou despercebido por lance aos 24 minutos, quando enfiou bom passe para Caio Hones, que perdeu o mano a mano com Léo Teles. Antes, aos 11, Ivan cobrou falta perto da meta e, aos 18, Tarta tentou pela última vez no jogo de fora da área.

Uma nova chance de ouro viria para o Real aos 30, novamente com Juanzinho e novamente em outro cara a cara contra Matheus Kayser. Desta vez, o ponta do Leão isolou. Foi um jogo, em toda regra, de atuações pobres dos atletas internos do ataque: o badalado Wallace Pernambucano performou nada mais que dois pivôs no primeiro tempo. Apenas aos 36 minutos conseguiu girar dentro da área contra o zagueiro Anderson e bateu rente à trave esquerda.

A atuação, num geral, deixou um gosto de que o Real Brasília merecia melhor sorte no jogo, após boa resistência contra o Gama, fazer frente ao Brasiliense e vem motivado para enfrentar o Capital na próxima rodada. Por sua vez, o Brasiliense liga o alerta para a oscilação no nível apresentado antes de enfrentar, em sequência dupla como mandante, o Sobradinho e o Clássico Verde-Amarelo contra o Gama.

Real Brasília 0 

Léo Teles; Caio Mendes, Anderson, Victor Gabriel e Breno 🟨 (Roberto); Paulo Martins (Miguel), Gustavo e PV (Juan Azevedo); Johann (Arthurzinho), Juanzinho e Davi Araújo (Erick) Técnico: Raphael Miranda

Brasiliense 0 

Matheus Kayser; Ivan, Euller, Fábio Sanches (João Teixeira) e Daniel Vançan (Everaldo); Felipe Manoel, Tarta e Marcos Jr (Geovani); Jackson (Caio Hones), Júlio Vitor (Montanha) e Wallace Pernambucano Técnico: Luiz Carlos Winck

Sobradinho vence batalha física sobre o Paranoá pelo Candangão

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Foto: Filipe Fonseca

Por Paulo Martins

Uma verdadeira batalha física abriu a segunda rodada do Candangão neste sábado (17/01). No estádio Defelê, o Sobradinho superou o Paranoá pelo placar mínimo, com gol na reta final após um duelo truncado.

O resultado mantém a invencibilidade do Leão da Serra, com quatro pontos, antes do confronto no meio da semana contra o Brasiliense, no Serejão. Por sua vez, com duas derrotas em dois jogos, a Cobra Sucuri se complica na parte baixa da tabela, onde terá o Brasília como adversário nesta semana, no JK.

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Ataques pecadores

O que tirou a “nota dez” do jogo foi a pontaria das equipes, pecadoras tanto na finalização quanto no trato da bola no setor de ataque. O jogo começou já físico e franco de ambas partes, com os primeiros 15 minutos de marcação em linhas bastante altas do Leão da Serra, cedendo alguns espaços para o também falho ataque da Cobra Sucuri.

Pelo contrário, o time do técnico Klésio Borges se destacou no timing correto na hora de armar, sendo imperfeito apenas na ausência de marcação a Aldo, no gol solitário do jogo. Mas logo falaremos disso. A pressa com a bola nos pés, provavelmente fruto do tropeço na estreia contra a Aruc, atrapalhou muito a equipe visitante.

A primeira oportunidade clara do jogo foi aos 16 minutos, quando em um corte estranho da defesa para trás, o goleiro Pereira saiu rebatendo a bola de cabeça. Oferecida, ficou para a tentativa de Pedrinho, que exagerou na dose da cobertura, mandando para fora. Vale destacar a disciplina do jogo apesar dos choques em campo: apenas dois cartões amarelos em toda a partida, ambos no finalzinho, sendo um deles pela cera do goleiro Michael Henrique após o 1 a 0.

O confronto respondeu às expectativas quanto à sua paridade. A meia hora final pertenceu ao Paranoá, ainda que sem grandes oportunidades, mas forçando os mandantes a recuarem, sobretudo pela boa partida na distribuição do meia David Weslley.

Porém, à medida em que os times perdiam as oportunidades raras de romper as defesas, o sol avançava rumo ao meio-dia e o calor aumentava na nada nublada Vila Planalto. Antes do intervalo, aos 35, China ainda tentou finalização que passou ao lado da meta.

Sol, exaustão e gol

O segundo tempo foi ainda melhor que o primeiro. A manifesta insatisfação do técnico Daniel Franco fez com que a ordem do Sobradinho fosse de ocupar o campo rival a todo tempo e a todo custo. A Sucuri veio menos ao ataque. Entretanto, a pressão leonina ainda era infrutífera.

Frente ao calor e ao jogo físico, as equipes apelaram ao recurso da bola parada, também sem sucesso. Ironicamente, o pouco erro resultava em pouco gol. Cenário de nervos: o Paranoá se via obrigado a ganhar como fosse (tornando da pressa, imperfeição) enquanto o Sobradinho esperou sua hora.

Jotta, aos 13 minutos, chutou ao lado. A primeira bola finalizada a gol veio aos 20, quando David Weslley parou num cara a cara com Michael Henrique, após contra-ataque originado pelo erro de passe de Douglas Rato na saída de bola.

Mais insatisfeito ainda, o técnico Daniel Franco enviou a campo Bernardo e Mirandinha, aos 28 minutos. Um minuto depois, Mirandinha venceu a zaga em velocidade e bateu perto do gol de Pereira, mas fora. Aos 35, novamente Jotta tentou, mas em disparo tranquilo para o arqueiro alvinegro.

Logo após a saída do zagueiro Alex Augusto, em um dos vários casos de cansaço extremo do Paranoá, veio o gol do Sobradinho. Em escanteio alçado desde a direita, Medeiros tocou da segunda trave para a pequena área e Aldo completou, também de cabeça. Era o golpe fatal do duelo.

Um abafa desorganizado foi a resposta da Sucuri, que em nada resultou. De teste, apenas a finalização fraca de Marcos Rassi, aos 43, parou vagarosamente nas mãos de Michael Henrique. O Paranoá precisa encontrar a reação de onde ainda parece não saber, enquanto o Sobradinho se mostra, no mínimo, como pedra no sapato de quem vier pela frente nas rodadas seguintes deste Candangão.

Sobradinho 1

Michael Henrique 🟨; Douglas Rato, Medeiros, Felipe Kauan e China; Aldo ⚽, Geovane (Bernardo) e Pedrinho (Lucas Paranhos); Thiago André (Roniel), Rodriguinho (Mirandinha 🟨) e Pipico (Jadson); Técnico: Daniel Franco

Paranoá 0

Pereira; JV Silveira, Moisés, Alex Augusto (Davi Basso) e Vitinho; Guilherme Pitbull (Marcos Rassi), Bebeto (João Bernardo) e David Wesley; Jotta, João Marcelo (Renê Silva) e Lopeu (Matheus); Técnico: Klésio Borges

Capital impõe ritmo, brilha com Matheusinho e bate a Aruc no Rorizão

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Capital
Foto: Lucas Bolzan/FFDF

O Capital venceu a Aruc por 3 a 0, na manhã deste sábado (17/1), no Estádio Rorizão, em Samambaia, em atuação de autoridade pela segunda rodada do Campeonato Candango BRB 2026. O tricolor abriu o placar nos acréscimos da etapa inicial, ampliou em cobrança de pênalti logo após o intervalo e fechou a conta no fim, com controle territorial e brilho de Matheusinho.

A partida colocou frente a frente um Capital disposto a assumir protagonismo desde o apito inicial e uma Aruc retraída, com dificuldades para sustentar posse e criar oportunidades. O Coruja ocupou o campo ofensivo com trocas de passes, amplitude pelos lados e presença constante no terço final, enquanto o Gavião apostou em bolas longas e encaixes defensivos para resistir à pressão.

Gol no fim

O Capital começou com volume e chegou cedo com perigo. Aos 11 minutos, Deysinho arrancou pela esquerda e serviu Matheusinho, que finalizou rente à trave, levando perigo real à meta de Marcus Vinycius. A movimentação ofensiva seguiu intensa, com infiltrações e cruzamentos buscando desorganizar a defesa adversária. No entanto, o calor em Samambaia deixava o duelo moroso.

A pressão ganhou novo capítulo aos 38 minutos, quando Tobinha avançou pela esquerda e encontrou Rodriguinho. O meia cruzou na área e Deysinho cabeceou para fora. O gol amadureceu nos acréscimos. Aos 48, Lima apareceu pela direita e achou Matheusinho livre. O camisa 10 dominou, arrancou pelo meio com espaço e bateu. A bola desviou na defesa, tocou na trave, voltou em Marcus Vinycius e morreu na rede, abrindo o placar para o Capital.

Vantagem consolidada

A volta do intervalo manteve o mesmo roteiro. Aos nove minutos, após escanteio pela esquerda, a bola encontrou Éder Lima, tocou na mão de Sebastyan dentro da área e a arbitragem assinalou pênalti. Matheusinho assumiu a cobrança e bateu com categoria para ampliar a vantagem, confirmando a atuação decisiva.

O Capital seguiu no ataque e quase fez o terceiro aos 24 minutos, em cobrança de falta de Rodriguinho. Lima testou para o gol. Porém, o lance acabou anulado por toque na mão do próprio jogador. A Aruc encontrou enormes dificuldades para reagir e, aos 30, somava apenas uma finalização no alvo e um escanteio. A segunda tentativa só apareceu aos 44, em falta cobrada por Hugo pela esquerda, com a bola atravessando a área sem conclusão.

Nos acréscimos, o Coruja deu o golpe final. Aos 50 minutos, a defesa da Aruc errou na saída, Alisson recuperou e tocou para Arango bater de pé esquerdo e fechar o placar em 3 a 0. O apito final confirmou vitória incontestável do Capital, construída com organização, intensidade e protagonismo de Matheusinho.

Aruc 0
Marcus Vinycius 🟨; Jeferson, Luan Berny, Lucena 🟨 e Hugo Mendes; Sebastyan 🟨 (Kauã Luva), Juninho (Gabriel Livinho) e Yuri (Landim); Pompom (Hugo Fernandes), Dani Bocão (Neres 🟨) e Dharllysson.
Técnico: Dedé Rodrigues

Capital 3
Luan; Genilson, Richardson 🟨, Éder Lima e Renan; Lima, Rodriguinho (Esdras) e Matheusinho ⚽⚽ (Arango ⚽🟨); Deysinho (Erick Daniel), Lucas Rangel (Alison Mira) e Tobinha (Alison Soares).
Técnico: Fábio Brostel

Chuva tripla: Brasília atropela Osasco fora e segue firme no NBB

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Brasília
Foto: Bruno Ulivieri/Basket Osasco

O Brasília Basquete venceu o Basket Osasco, por 96 a 64, nesta sexta-feira (16/1), fora de casa, no Ginásio Geodésico, em partida dominante pelo Novo Basquete Brasil (NBB). O Alienígena construiu vantagem progressiva ao longo dos quatro períodos, impôs ritmo alto e transformou eficiência ofensiva em uma das atuações mais contundentes da temporada 2025/2026, na 17ª vitória na disputa.

O confronto colocou frente a frente um Osasco pressionado na parte baixa da tabela e um Brasília embalado por sequência positiva. A equipe candanga entrou em quadra com proposta clara: acelerar transições, espaçar o ataque e punir a defesa paulista no perímetro. O plano funcionou desde os primeiros minutos, com leitura coletiva e circulação rápida da bola.

No primeiro quarto, o Brasília assumiu controle cedo e fechou a parcial em 25 a 23. O Osasco tentou responder com Harris e Passos, mas encontrou dificuldades para conter a movimentação candanga fora do garrafão. O segundo período ampliou a diferença: o Alienígena venceu por 22 a 14, passou a dominar emocionalmente o jogo e foi para o intervalo com vantagem confortável, sustentada por defesa ajustada e bom aproveitamento nos arremessos.

O terceiro quarto confirmou o domínio visitante. O Brasília manteve intensidade, venceu a parcial por 21 a 12 e praticamente matou o jogo ao abrir larga frente no placar. A equipe controlou rebotes defensivos, reduziu erros e seguiu castigando a defesa adversária nas bolas longas, impedindo qualquer ensaio de reação paulista.

No último período, o cenário virou treino competitivo. Mesmo com rotação mais aberta, o Alienígena manteve padrão alto e fechou o quarto em 28 a 15, selando a vitória por expressivos 96 a 64. O desempenho coletivo apareceu nos números: 26 assistências, apenas dois desperdícios de bola e eficiência ofensiva de 125.

Individualmente, Corvalan liderou o Brasília com 18 pontos e seis assistências. Lucas contribuiu com 16 pontos, enquanto Crescenzi anotou 15 e também apareceu como principal garçom ao lado de Corvalan. Von Haydin dominou o garrafão com nove rebotes, em atuação sólida no jogo interno. Do lado do Osasco, Harris foi o cestinha com 11 pontos.

O Brasília Basquete volta à quadra na próxima segunda-feira (19/1), fora de casa, quando enfrenta o Paulistano pela sequência do NBB, mantendo foco na parte de cima da tabela e na consolidação da campanha.

Brasília x Gama: velhos rivais voltam a dar as caras no Bezerrão

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Gama e Brasília
Foto: Jessika Lineker/Distrito do Esporte

Por Paulo Martins

A história do futebol da capital federal passa por seu primeiro clássico. Brasília e Gama se enfrentam neste sábado (16/01), a partir das 16h, no estádio Bezerrão, com mando dos colorados. Duelo com mais de 100 jogos, o Clássico Candango põe, frente a frente, o maior representante do Distrito Federal na história do Campeonato Brasileiro e o maior e vigente campeão candango.

Os enfrentamentos se iniciaram em 1976, já no primeiro ano completo de ambas instituições. De lá para cá, são 106 jogos, com 35 vitórias coloradas, 33 triunfos gamenses e 38 empates. Tão igualado é o clássico no sentido histórico que, em seu 50º aniversário, chega à edição 107 com 129 gols marcados pelos alviverdes e 128 pelos alvirrubros.

O confronto também marca, não por coincidência, o nascimento da era profissional do Candangão, ainda em 1976. O tetracampeonato do Brasília foi cortado pelo Gama na primeira final entre ambos, em 1979, com o troco colorado logo no ano seguinte. Depois disso, disputaram mais três finais, todas vencidas pelo Periquito. Curiosamente, foi o confronto que mais se repetiu em finais do campeonato, junto do Clássico Verde-Amarelo: Brasiliense x Gama.

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Momentos distintos

Longe dos tempos gloriosos do Brasília nos anos 1970 e 1980 e do auge gamense na virada do milênio, a realidade atual e recente dos rivais no âmbito local reflete metas distintas. Há 11 anos, em 2015, o Colorado chegava à sua terceira final seguida de Candangão, ansiando por cortar a seca de títulos que vinha desde 1987, aliviada pelo título histórico da Copa Verde de 2014, que assegurou a participação na Copa Sul-Americana daquele ano, sendo a única de um clube do DF em âmbito internacional.

Na final, porém, um também jejuado Gama, que não levantava o troféu do Candangão desde 2003, findou a má fase e se consagrou campeão com um 4 a 0 agregado em 180 minutos no Mané Garrincha. Com direito ao histórico e recordado golaço de Rafael Grampola.

A última vitória do Brasília sobre o Gama foi na Taça Mané Garrincha, segundo turno do Candangão 2013, que impossibilitou o alviverde de disputar o título. Os 2 a 0 em pleno Bezerrão, palco do confronto deste sábado (17/01), foram o único revés sofrido pelo Periquito naquela edição, que teve o Brasiliense campeão sobre o próprio Brasília.

Desde então, foram sete vitórias do Gama e apenas um empate no Clássico Candango. O Gama foi campeão por três vezes (maior sequência no período, junto do Brasiliense) e o Brasília encarou a ausência da elite entre 2018 e 2021 e entre 2024 e 2025, incluindo não-participação na Segundinha.

O último jogo entre ambos foi em 26 de fevereiro de 2023. Na ocasião, 2 a 0 para o Gama no Mané Garrincha pela 6ª rodada da primeira fase do Candangão, com gols de Júlio César e Lucas Duarte.

Números do Clássico Candango

Jogos: 106
Vitórias do Brasília: 35
Vitórias do Gama: 33
Empates: 38
Gols marcados pelo Gama: 129
Gols marcados pelo Brasília: 128

Candangão tem clássico na 2ª rodada: veja ingressos e arbitragem dos jogos

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Candangão
Foto: Lucas Bolzan/FFDF

Por Paulo Martins

A segunda rodada do Campeonato Candango de 2026 chega neste final de semana prometendo mais emoções no começo da competição. O primeiro clássico do torneio será disputado neste sábado (17/1), assim como outros três jogos no mesmo dia e uma partida isolada no domingo (18/1).

A liderança provisória da competição está dividida entre os rivais Brasiliense e Gama, com a Aruc como surpresa e também ponteira após a vitória contra o Paranoá na semana passada. Confira, a seguir, os locais, horários, ingressos e arbitragem dos cinco jogos desta data do distrital.

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Sobradinho x Paranoá

Foto: Diller Abreu/FFDF

A Cobra Sucuri vem de uma inesperada derrota na rodada de estreia contra a Aruc, pelo placar mínimo, no estádio JK. A resposta vem em um desafio difícil, contra um duro e crescente rival: um Sobradinho que vem de roubar pontos do Ceilândia em pleno Abadião. Sem dúvidas, um belo prato de entrada para a rodada do Candangão.

Horário: 10h, no sábado (17/1)
Local: Defelê, Vila Planalto
Ingressos: R$ 20, preço de inteira, exclusivamente na bilheteria do estádio

Arbitragem: Pedro Alves de Oliveira, auxiliado por Daniel Henrique da Silva Andrade e Bruno Antônio Aquino Machado, com Luiz Paulo da Silva Aniceto como quarto árbitro

Transmissão: FFDF TV, pelo YouTube

Aruc x Capital

Aruc
Foto: Diller Abreu/FFDF

Um time que não devia respostas contra um que ainda deve. Recém-promovido da Segundinha, mais pela tabela do que outra coisa, o Time do Samba provou mais que o Coruja na estreia. O Gavião conseguiu segurar uma equipe teoricamente mais forte fora de casa, como o Paranoá, enquanto o tricolor, nos próprios domínios, viu um 2 a 0 escorrer pelos dedos diante do Samambaia. Agora, deve ir ao Rorizão, com portões fechados, tentar recuperar pontos perdidos.

Horário: 10h, no sábado (17/1)
Local: Rorizão, Samambaia

Arbitragem: Matheus de Moraes Silva, auxiliado por Josieliton Silva dos Santos e Lucas Torquato Guerra, com Allysson de Souza Zilse como quarto árbitro

Transmissão: Metrópoles Esportes

Brasília x Gama

O primeiro clássico do Candangão coloca dois gigantes locais frente a frente, apesar de distintas realidades. O Brasília voltou à elite com um bom primeiro tempo diante do Brasiliense, que pouco valeu pela inferioridade e pelos 4 a 0 do segundo tempo. Já o Gama, atual campeão, pressionou, mas sofreu para bater uma equipe de porte inferior tecnicamente como o Real Brasília, a exemplo de 2025. Se um clássico iguala os desiguais, eis a oportunidade colorada de manter a vantagem no historial, apesar do momento favorecer o alviverde para buscar a reação contra seu primeiro rival.

Horário: 16h, no sábado (17/1)
Local: Bezerrão, Gama
Ingressos: R$ 40, valor de inteira, em ingressosa.com.br

Arbitragem: Maguielson Lima Barbosa, auxiliado por Lehi Sousa Silva e David Sousa Santana, com Cássia França de Souza como quarta árbitra; VAR no comando de Rafael Martins Diniz, com José Reinaldo Nascimento Júnior e Marcello Rudá como auxiliares

Transmissão: TV Record Brasília, canal 8.1 na TV Digital

Real Brasília x Brasiliense

Brasiliense
Foto: Lucas Rodrigues/Brasiliense

O Brasiliense chega à Vila Planalto para enfrentar o Leão com condição de mostrar seu poder de fogo. Um intervalo bastou na estreia para alargar a vitória sobre o Brasília, enquanto os aurianis provaram ser uma defesa resistente ao ceder um gol apenas contra o Gama. Apesar da tendência de duelo ataque contra defesa, há boas chances de uma boa partida no Ciro Machado do Espírito Santo.

Horário: 15h, no sábado (17/1)
Local: Defelê, Vila Planalto
Ingressos: R$ 40, valor de inteira, em bilheteriadigital.com

Arbitragem: Sávio Pereira Sampaio, auxiliado por Lucas Costa Modesto e Felipe dos Santos Oliveira, com Marcos Antônio Ferreira dos Santos como quarto árbitro

Transmissão: FFDF, no YouTube

Samambaia x Ceilândia

Ceilândia
Foto: Lucas Bolzan/FFDF

Um duelo que promete intensidade e equilíbrio em todo o jogo. O promissor elenco do Samambaia soube roubar (sobretudo por empatar um 2 a 0) ponto valoroso no JK frente ao Capital. Por sua vez, o Gato Preto teve de lutar para buscar o empate em casa contra o Sobradinho, na semana passada. Quando estes se enfrentaram na nona rodada de 2025, um ferrenho 1 a 1 saiu de ambos no Abadião, a ver se o jogo solitário do domingo pode entregar as mesmas emoções.

Horário: 15h30, no domingo (18/1)
Local: Serejão, Taguatinga
Ingressos: R$ 10 para torcida mandante, R$ 20 para torcida visitante, valores de inteira, com possibilidade de meia-entrada com a doação de 1kg de alimento não-perecível, em bilheteriadigital.com

Arbitragem: Pedro Copatt, auxiliado por Renato Gomes Tolentino e Marconi de Souza Gonçalo, com Maricleber Cardoso de Gois como quarto árbitro

Transmissão: Metrópoles Esportes, no YouTube

De Brasília a Dubai: lateral Ricardo Alves abre caminho internacional

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Ricardo Alves
Foto: Divulgação

O futebol candango ganhou mais um nome para acompanhar fora do país. O lateral Ricardo Alves, de 19 anos, abriu jornada no Distrito Federal, se formou em bases portuguesas e desembarcou nos Emirados Árabes Unidos para defender o United FC, em Dubai. A trajetória reúne mudança de posição, superação em períodos sem jogos e adaptação acelerada em três culturas distintas.

A caminhada começou em quadras escolares da Escola das Nações, onde Ricardo jogou futebol 7 entre 2013 e 2015. Atuando como atacante, acumulou destaque em dribles e finalizações fortes com a perna esquerda e terminou competições como artilheiro, incluindo Terceiro Campeonato Boca Juniors e Copa da Amizade. A vitrine escolar abriu portas para um degrau superior.

O salto ocorreu com ingresso na Escolinha do Iate Clube de Brasília, em agosto de 2015. O clube identificou talento, convocou atleta para a seleção Sub-9 e ofereceu rotina estruturada. Sob orientações de Suriel Ricardo e depois de Cleber Guedes, o jovem se firmou como lateral esquerdo, função que ampliou repertório técnico e leitura defensiva. Os resultados apareceram rápido, com vitórias e conquistas em torneios regionais e campanha marcante na Go Cup 2018, na qual marcou dois gols contra o Benfica, de Portugal.

Vida em Portugal

Uma mudança familiar levou Ricardo para Portugal em 2019, abrindo porta definitiva rumo ao futebol internacional. O aproveitamento em testes garantiu entrada no Vitória de Setúbal, onde o atleta precisou lidar com espera pela liberação da FIFA e conviver com paralisação de torneios durante a pandemia. Mesmo sem calendário, manteve a preparação física e voltou aos gramados em 2021 no Campeonato Nacional Sub-15, com atuações consistentes e convite para treinar na Cidade do Futebol.

Foto: Divulgação

A evolução seguiu com promoção para Sub-17 do Vitória FC e melhor campanha da história recente da categoria, com vaga para fase final do Nacional. O lateral transferiu-se para o Vitória Sport Clube e disputou a nova edição do campeonato em alto nível, além da Zed International Cup, no Egito, contra clubes como Aston Villa, Feyenoord e Panathinaikos. O gol marcado sobre o Braga, no Dérbi do Minho, reforçou o nome do atleta dentro do mercado.

Sequência da evolução

O último capítulo da formação aconteceu no Futebol Clube Vizela, com duas temporadas cheias e números expressivos. Ricardo registrou 10 gols e 13 assistências em 33 partidas na Divisão de Honra de Braga, participação rara para um lateral. Em 2024, ajudou clube a conquistar Segunda Divisão Sub-19 do Campeonato Nacional, com quatro gols e quatro assistências.

A atual etapa ocorre em Dubai. Ricardo veste a camisa do United FC e acumula 767 minutos em 11 jogos na equipe B, com gol de falta e participações constantes. O atleta já treinou com elenco principal comandado por Andrea Pirlo e trabalha para garantir nova chamada. A adaptação envolve idioma, clima e dinâmica tática, além de foco na evolução individual.

Aos 19 anos, o brasiliense segue abrindo espaço em ambiente profissional e mantém planos para alcançar categorias superiores, enquanto carrega bandeira do Distrito Federal dentro de um cenário cada vez mais internacional.

Referência da queimada no DF, Elite abre trabalhos para a temporada 2026

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Queimada
Foto: Aysllan Ferreira/Divulgação

Para alguns, a queimada está vinculada a passatempo. Mas há quem destaque o melhor da veia competitiva do esporte. Formado há três anos no Riacho Fundo 2, o Elite entrou oficialmente na rota da temporada 2026 nesta semana, ao retomar treinos e anunciar reforço estrutural. O time masculino transformou diversão entre amigos em projeto sólido dentro de modalidade em expansão no Distrito Federal. A equipe reúne aproximadamente 20 atletas e já exibe trajetória cheia de resultados em torneios locais.

A história do Elite começou em encontros casuais de bairro até ganhar formato competitivo, com jogadores organizando calendário, treinos e participação em campeonatos. A evolução levou grupo a conquistar quatro medalhas de bronze e uma de prata em eventos do Distrito Federal, desempenho que elevou a confiança e colocou o nome do time entre referências da comunidade. O treinador e jogador Luiz Mezet Bessa, de 25 anos, comemora o salto construído com disciplina e união.

A retomada dos trabalhos ocorreu na quadra da Escola Classe 1 do Riacho Fundo 2 e chegou com novidade decisiva. O Instituto Reciclando o Futuro entregou uniformes, bolas e material de treino para grupo, gesto que coloca base mínima de estrutura para temporada longa. “Vai nos ajudar demais, pois a gente precisa demais de equipamentos para nossas atividades preparatória”, destacou Mezet.

O Reciclando o Futuro destaca orgulho em apoiar a iniciativa do Riacho Fundo 2 e vê potencial direto na formação de atletas e cidadãos. “O intuito é justamente incentivar essa modalidade que cresce mais e mais a cada dia no Distrito Federal. Além disso, apoiar o Elite é uma honra para nós, pois eles representam nossa cidade com muita dignidade”, destacou a fundadora Renata Daguiar.

O primeiro grande compromisso do calendário ocorre em 24 e 25 de janeiro, com a disputa da Copa Kaizen de Queimada, no Ginásio do Taguaparque. A competição reúne equipes de diversas regiões do Distrito Federal e promete vitrine fundamental para consolidação do Elite entre os adversários mais tradicionais. Jogadores tratam o torneio como etapa de avaliação do desenvolvimento coletivo e ajuste de entrosamento dentro de jogo crescente em popularidade.

Ingressos da Supercopa: CBF inicia venda para Flamengo e Corinthians

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Palmeiras Flamengo
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Os ingressos da Supercopa do Brasil entre Flamengo e Corinthians começaram a ser vendidos às 14h desta quinta-feira (15/1), mediante acesso à Bilheteria Digital. O duelo entre rubro-negros e alvinegros ocorre em 1º de fevereiro, às 16h, no Estádio Nacional Mané Garrincha, e confirma Brasília como palco de mais um encontro de massa entre gigantes do futebol brasileiro dentro da temporada 2026. Com a alta demanda, torcedores das duas equipes encararam filas virtuais extensas para concluir os pedidos.

A corrida inicial pelos ingressos da Supercopa envolveu milhares de torcedores distribuídos por diversas regiões do país, dentro de disputa acirrada por lugares na arena. O serviço on-line registrou acessos simultâneos durante toda a primeira hora de liberação, gerando espera prolongada e relatos de lentidão nas páginas internas de compra. O ambiente digital funcionou como porta exclusiva para acesso aos bilhetes, dentro de operação planejada para garantir organização e rastreabilidade.

A estrutura de preços inclui cadeira superior e inferior, com divisões pelos quatro setores tradicionais, norte e leste para torcida do Flamengo e sul e oeste para torcida do Corinthians. Na parte alta do estádio, o valor cheio varia entre R$ 378 e R$ 498, com meia-entrada estabelecida em R$ 189 e R$ 249. A modalidade solidária, também habilitada durante processo inicial, fica entre R$ 219 e R$ 289, sempre mediante apresentação de documentação válida no acesso ao estádio.

Na cadeira inferior, oferta mais próxima do campo, os ingressos da Supercopa apresentam valores entre R$ 618 e R$ 798, dependendo de localização e torcida. A meia-entrada se mantém entre R$ 309 e R$ 399, enquanto o bilhete solidário alcança R$ 359 ou R$ 449. Flamengo ocupa lados norte e leste, e Corinthians fica em sul e oeste, distribuição que preserva separação tradicional de torcidas e direcionamento de fluxo dentro do Mané Garrincha.

A compra exige procedimento adicional: torcedores devem realizar cadastro e validação de biometria facial dentro do site da UGO antes de concluir aquisição, etapa incluída pelo protocolo de segurança em grandes eventos nacionais. Sem esta confirmação, sistema bloqueia emissão de bilhetes. A medida impulsiona rastreamento de acesso e reforça controle de portão dentro de jogo de perfil elevado, com carga total prevista para lotação máxima da arena.

Ingressos da Supercopa

CADEIRA SUPERIOR
• Superior Norte – Flamengo: R$ 189 / R$ 219 / R$ 378
• Superior Leste – Flamengo: R$ 249 / R$ 289 / R$ 498
• Superior Sul – Corinthians: R$ 189 / R$ 219 / R$ 378
• Superior Oeste – Corinthians: R$ 249 / R$ 289 / R$ 498

CADEIRA INFERIOR
• Inferior Norte – Flamengo: R$ 309 / R$ 359 / R$ 618
• Inferior Leste – Flamengo: R$ 399 / R$ 449 / R$ 798
• Inferior Sul – Corinthians: R$ 309 / R$ 359 / R$ 618
• Inferior Oeste – Corinthians: R$ 399 / R$ 449 / R$ 798

(Valores para meia-entrada/solidária/inteira)