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Estádio Mané Garrincha receberá partida do Brasileirão em agosto

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Supercopa do Brasil - Arena BRB Mané Garrincha - Estádio receberá a final do Candangão BRB 2024
Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

Depois de uma agenda lotada no início de 2023, o segundo semestre terá a segunda partida oficial no Estádio Mané Garrincha, na capital federal. O duelo entre Flamengo e Internacional, válido pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro, acontecerá no maior estádio do Centro-Oeste. Este será o segundo jogo oficial que a praça esportiva irá receber desde a mudança de semestre. O primeiro duelo foi entre Brasil e Chile, amistoso que terminou com vitória da Seleção Feminina.

Segundo o blog Drible de Corpo do jornal Correio Braziliense, o Estádio Nacional Mané Garrincha receberá alguns jogos do Flamengo pelo Campeonato Brasileiro. E o primeiro deles será contra o Internacional na penúltima semana de agosto. A partida deve acontecer entre 23 ou 24 (quarta ou quinta-feira). O dia ainda será decidido pela Confederação Brasileira de Futebol, que detalhará as datas das rodadas do segundo turno.

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Jogo de ida da semifinal entre Gama e Brasiliense será no Estádio Luizinho
Bar vira point de brasilienses na estreia da Seleção na Copa
Ceilândia termina primeira fase com números históricos na Série D
Confira a tabela atualizada da Série A do Campeonato Brasileiro

Foto: Paula Reis/Flamengo

O Drible de Corpo ainda diz que não será a única partida do Flamengo em solo brasiliense. Existem negociações para que mais jogos sejam disputados no Mané Garrincha, inclusive para as rodadas finais do Brasileirão. Isso se deve pelo fato da final da Copa Libertadores ser no Maracanã, onde o Rubro-Negro manda seus jogos e, portanto, a Conmebol pedirá o maior estádio do Brasil com alguns dias de antecedência.

Na temporada atual, o Mané Garrincha já foi palco de 11 partidas. A última delas foi o amistoso da Seleção Brasileira diante do Chile, na preparação para a Copa do Mundo Feminina. Outras partidas que movimentaram a praça esportiva foram Palmeiras x Flamengo, América-MG x Cruzeiro, Boavista x Botafogo, Portuguesa x Corinthians, Trem x Vasco, Botafogo x Flamengo, Campinense x Grêmio, Bangu x Fluminense, Brasília x Gama e Gama x Santa Maria.

Jogo de ida da semifinal entre Gama e Brasiliense será no Estádio Luizinho

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Estádio Luizinho irá receber o clássico entre Gama e Brasiliense
Estádio Luizinho - foto: Eduarda Araújo - Prefeitura Novo Gama

Nesta segunda-feira (24/7), a Sociedade Esportiva do Gama definiu onde mandará o jogo de ida da semifinal do Campeonato Candango Sub20. Depois de passar pelo Luziânia na fase anterior, o Alviverde agora enfrenta o maior rival Brasiliense na etapa decisiva do Candanguinho. Quem passar no clássico, garantirá uma vaga na Copa São Paulo de Futebol Júnior da próxima temporada. O primeiro duelo já tem local definido.

Em contato com a reportagem do Distrito do Esporte, o presidente da Sociedade Esportiva do Gama, Wendel Lopes, confirmou que o Clássico Verde-Amarelo será disputado no Estádio Luizinho, no Novo Gama. A cancha foi revitalizada durante o ano de 2022 e a etapa final das obras em novembro do mesmo ano. A praça esportiva do Novo Gama-GO possui laudos necessários para haver a partida.

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Tabela do Candanguinho
Bar vira point de brasilienses na estreia da Seleção na Copa
Ceilândia termina primeira fase com números históricos na Série D

Estádio Luizinho Novo Gama no final de 2022 – Foto: Expedito Moreira

O estádio localizado no Setor de Chácaras Minas Gerais, no final do Pedregal, receberá o maior clássico do Distrito Federal. A partida entre Gama e Brasiliense pelo Candanguinho voltará acontecer após 15 anos. Segundo o presidente do Gama e Márcio Coutinho, diretor da Federação de Futebol do Distrito Federal, confirmaram que haverá uma reunião nesta terça-feira (25/7) para decidir se o duelo poderá receber as duas torcidas.

O encontro será na Secretaria de Segurança de Estado de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) e, na quarta-feira (26/7), na prefeitura de Novo Gama, no Entorno do quadradinho. Vale lembrar que os últimos clássicos entre Alviverdes e Amarelos tiveram a presença de torcida única, nos confrontos realizados no Campeonato Candango. O jogo de volta da semifinal do Candanguinho, com mando de campo do Jacaré, acontecerá no início de agosto, provavelmente no Serejão.

Semifinal do Candanguinho

Sábado (29/7)

Gama x Brasiliense
Estádio Luizinho – 15h

Bar vira point de brasilienses na estreia da Seleção na Copa

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Torcedores acompanhando a vitória brasileira na estreia da Copa do Mundo Feminina
Foto: Rayssa Loreen/Distrito do Esporte

Por Lucas Espíndola e Rayssa Loreen

A semana começou agitada para muitos torcedores na capital federal. Na manhã desta segunda-feira (24/7), a Seleção Brasileira fez sua estreia na Copa do Mundo Feminina. Diante do Panamá, o Brasil jogou muito bem e venceu com placar elástico: 4 a 0. A partida contou com hattrick de Ary Borges; Bia Zaneratto também deixou o dela. Em um bar localizado na Asa Norte, brasilienses se reuniram para acompanhar a seleção Canarinho.

A bola rolou para Brasil e Panamá às 8h, porém, meia hora antes, o Barziin, estabelecimento instalado na 413 Norte, abriu suas portas para receber os adeptos para a grande partida. O bar mudou sua programação habitual para os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. O local geralmente funciona de terça a domingo, mas nesta segunda-feira resolveu receber diversos torcedores da capital federal.

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Ceilândia termina primeira fase com números históricos na Série D
Chaveamento definido: veja os adversários de Brasiliense e Ceilândia
Abocanhou a vaga: Brasiliense vence Operário VG e se classifica na Série D

Torcedores acompanhando a vitória brasileira na estreia da Copa do Mundo Feminina
Foto: Rayssa Loreen/Distrito do Esporte

Devido ao horário da partida, a proprietária do bar ainda teve outra ideia. Ela lançou um cardápio de café da manhã. Ao invés da famosa cerveja, o café chegou para substituir a bebida alcoólica. No lugar dos petiscos, as opções eram variadas, como misto quente, pão com ovo e outras coisas. Em conversa com a reportagem do Distrito do Esporte, Marcela Melo, proprietária do Barziin, comentou sobre essas mudanças e a expectativa para a Copa do Mundo.

“A gente está bastante feliz. O público abraçou a causa e está aqui fazendo uma festa linda com a gente. Essa estreia vitoriosa deixa o coração mais confortável e confiante para os próximos jogos”, iniciou. Marcela Melo ainda fez uma projeção de público em seu estabelecimento para os próximos jogos da Seleção Brasileira. Para ela, a presença de público pode aumentar com o passar dos duelos na competição.

“A expectativa é grande (para receber os torcedores nas próximas partidas do Mundial). Hoje foi o primeiro jogo, o pessoal ainda está conhecendo, entendendo que a casa está abrindo. Vamos continuar abrindo para os próximos jogos e a expectativa é sempre dobrar o público”, concluiu. O próximo jogo do Brasil na Copa do Mundo será no sábado (29/7), às 7h, contra a França. A Seleção Brasileira encerra a fase de grupos no dia 2 de agosto, quarta-feira, contra a Jamaica.

Ceilândia termina primeira fase com números históricos na Série D

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Ceilândia x Real Ariquemes - Série D do Campeonato Brasileiro
Foto: @johntatyfotografiaefilmmaker/@johnetatyfotografiaesportiva

A primeira fase da Série D do Brasileirão 2023 terminou no último domingo (23/7) e os dois clubes do Distrito Federal, Brasiliense e Ceilândia, garantiram classificação à segunda fase. O alvinegro candango, além da primeira colocação no Grupo 5, marcou seu nome na história da quarta divisão nacional. No novo formato da Série D, disputado desde 2020, a equipe de Adelson de Almeida foi o primeiro time da capital federal a terminar a primeira fase invicto e entrou na lista dos clubes com melhor defesa.

Sem perder nenhuma partida na primeira fase, o Ceilândia se tornou a quarta equipe da história a manter sua invencibilidade nos 14 jogos iniciais da competição, além de ser o primeiro do Distrito Federal. Antes do Gato Preto, Castanhal-PA (11 vitórias e 3 empates) e Joinville-SC (7 vitórias e 7 empates), os dois em 2021, findaram a fase de classificação sem derrota. Neste ano, o Ferroviário-CE, componente do Grupo 2, saiu vitorioso em 11 confrontos e empatou outros três.

A campanha do Ceilândia na fase de classificação finalizou com sete vitórias e sete empates. O Gato Preto derrotou Iporá-GO (1ª rodada), Real Ariquemes-RO (3ª e 12ª), Interporto-TO (4ª e 11ª), Anápolis-GO (9ª) e União Rondonópolis-MT (13ª). Entre as equipes que garantiram o empate contra o time de Adelson de Almeida, estão: União Rondonópolis (2ª rodada), Brasiliense (5ª e 10ª), Anápolis (6ª), Operário VG-MT (7ª e 8ª) e Iporá-GO (14ª).

Defesa sólida

O Ceilândia também ingressou em outra seleta lista: defesas menos vazadas da primeira fase. O sistema defensivo consistente, ponto forte de Adelson de Almeida, foi furado apenas cinco vezes durante toda a fase de classificação da Série D. As redes alvinegras foram balançadas contra o Anápolis, duas vezes frente ao Operário VG, uma vez no clássico com o Brasiliense e no duelo contra o Iporá.

Assim, o Gato Preto figura na segunda posição da defesa menos vazada desde 2020 ao lado da Ferroviária-SP, em 2021, com apenas cinco gols sofridos. Apenas o São Bernardo-SP, em 2022, sofreu menos. À época, o clube de São Paulo tomou três tentos durante os primeiros 14 jogos na competição. Com seis gols, estão ABC-RN (2020), Joinville-SC (2021), Retrô-PE (2022) e Ferroviário-CE (2023).

Ranking de defesas menos vazadas
Contabilizando desde 2020, quando a fase de classificação passou a ter 14 jogos

  1. São Bernardo (2022) – 3 gols sofridos
  2. Ceilândia (2023) e Ferroviária-SP (2021) – 5 gols sofridos
  3. ABC-RN (2020), Joinville-SC (2021), Retrô-PE (2022) e Ferroviário-CE (2023) – 6 gols sofridos

Chaveamento definido: veja os adversários de Brasiliense e Ceilândia

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Editoria de Arte/Distrito do Esporte

A última rodada da fase de classificação da Série D do Brasileirão terminou neste domingo (23/7) e as duas equipes do Distrito Federal garantiram vaga na segunda fase do campeonato. Líder do Grupo 5, o Ceilândia enfrentará o Vitória-ES, quarto colocado do Grupo 6. Outro representante da capital federal, o Brasiliense duela por uma vaga nas oitavas contra o Athletic-MG, primeiro colocado de sua chave.

Já classificado antecipadamente, o Ceilândia viajou até Goiás e empatou em 1 a 1 com o Iporá, gols de Cleyton pelos alvinegros e Pablo para os goianos. Com o resultado, a equipe de Adelson de Almeida chegou a 28 pontos e terminou a primeira fase na liderança de sua chave. Assim, o Gato Preto disputará uma vaga nas oitavas da Série D contra o quarto colocado do Grupo 6, o Vitória-ES.

O Brasiliense precisava vencer para garantir vaga na segunda fase da Série D do Brasileirão. Sem dar chances ao Operário VG-MT, o Jacaré goleou por 4 a 1, gols de Tobinha, Bruno Cosendey, Joãozinho e Matheus Barboza. Rafael Costa descontou para a equipe de Mato Grosso. A vitória não alterou a posição do clube brasiliense, que avançou na quarta posição do Grupo 5. Desta forma, os comandados de Luis dos Reis duelam contra o líder do Grupo 6, o Athletic-MG.

Os outros dois classificados do Grupo 5 foram Anápolis-GO e Operário VG. A equipe goiana goleou o lanterna do grupo, Real Ariquemes-RO, por 8 a 0 e pulou para a segunda posição da chave. Os goianos enfrentarão o terceiro colocado do Grupo 6, o Democrata-MG. O Operário VG, apesar da derrota para o Jacaré, conseguiu a classificação para a segunda fase. O time mato-grossense enfrentará a Portuguesa-RJ.

Ceilândia decide em casa e Brasiliense fora

Jogos de ida
Vitória-ES x Ceilândia
Operário VG-MT x Portuguesa-RJ
Brasiliense x Athletic-MG
Democrata GV-MG x Anápolis-GO

Jogos de volta
Ceilândia x Vitória-ES
Portuguesa-RJ x Operário VG-MT
Athletic-MG x Brasiliense
Anápolis-GO x Democrata GV-MG

Abocanhou a vaga: Brasiliense vence Operário VG e se classifica na Série D

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Tobinha comemorando classificação do Brasiliense à segunda fase da Série D do Brasileirão. Partida contra o Operário VG-MT
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

O Brasiliense entrou em campo precisando de uma vitória para garantir classificação à segunda fase da Série D do Brasileirão. E para a alegria dos torcedores no estádio Serejão, o Jacaré goleou o Operário VG-MT por 4 a 1, gols de Tobinha, Bruno Cosendey, Joãozinho e Matheus Barboza pelos mandantes, e Rafael Costa descontou para os mato-grossenses. A equipe de Luis dos Reis avançou na quarta posição e enfrentará o líder do Grupo 6, o Athletic-MG.

Eficiente, o Brasiliense fez o resultado que precisava ainda na primeira etapa. Tobinha abriu o placar após cruzamento de Daniel Mendonça e em dois contra-ataques, dois gols. O primeiro com Bruno Cosendey e o segundo com Joãozinho. O Jacaré aumentou a vantagem na segunda etapa com Matheus Barboza e na sequência, Rafael Costa diminuiu.

Trio de ataque avassalador

Movimentado, os primeiros cinco minutos tiveram boas chances para os dois lados. Pelo lado mato-grossense, Rogério avançou pela lateral, cruzou rasteiro na área, Rafael Costa tentou finalizar, mas pegou mascado e a bola passou rente à trave de Vavá. Logo depois, Tarta chutou de longe e quase abriu o placar no estádio Serejão. Aos 12′, o primeiro gol da partida. Daniel Mendonça cruzou na área, Tobinha subiu, cabeceou firme no canto direito de Gabriel e abriu o placar.

Três minutos depois, Tobinha tocou para Joãozinho, o atacante rolou para Tarta, que ajeitou e finalizou próximo ao gol de Gabriel. Com meia hora de partida, o Brasiliense avançou em belo contra-ataque, Joãozinho recebeu pelo lado direito e achou Bruno Cosendey, o camisa dez dominou, ajeitou e marcou o segundo. No minuto seguinte, em outro contragolpe, Tobinha serviu Joãozinho, que bateu no canto e anotou o terceiro do Jacaré. Aos 36′, o Operário chegou com perigo. Rogério cortou para o meio, finalizou no cantinho e acertou a trave de Vavá.

Consolidação da vaga do Brasiliense

Com o resultado na mão, o Brasiliense voltou do intervalo mais leve, trabalhando mais a bola. Aos 12′, o Jacaré deixou a situação ainda mais confortável. Matheus Barboza recebeu no lado esquerdo de ataque, limpou a zaga e bateu firme no canto de Gabriel para marcar o quarto gol. No lance seguinte, Rogério chutou colocado, Vavá fez grande defesa e no rebote, Rafael Costa diminuiu. O gol animou a equipe de Mato Grosso e Bebê quase marcou o segundo.

Com o cronômetro marcando 36 minutos, o Operário VG assustou Vavá em cobrança de escanteio, mas a bola passou rente ao travessão do arqueiro brasiliense. Oito minutos depois, Matheus Barboza finalizou firme e acertou a rede pelo lado de fora. Aos 48′, o árbitro sinalizou o fim da partida e o Jacaré confirmou sua vaga à próxima fase da quarta divisão nacional.

Brasiliense 4
Vavá; Daniel Mendonça (Caetano), Igor, Gabriel e João Paulo (Felipe Alves); Wallace, Tarta 🟨 (Aldo) e Lila; Tobinha ⚽ (Matheus Barboza ⚽), Bruno Cosendey ⚽ e Joãozinho ⚽ (Romario).
Técnico: Luis dos Reis

Operário VG-MT 1
Gabriel; Guilherme Radeche, Wellington, Alex Alves e Alyson Santos 🟨 (Dudu); João Paulo, Venício (Marcos Bebê 🟨) e Rafael Costa ⚽ (Paulinho); Kauê (Igor Pupinski), Vitinho (Kléber Balotelli) e Rogério.
Técnico: Gabardo Jr.

Irretocável: Ceilândia empata com o Iporá e termina primeira fase invicto

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Ceilândia x Inteporto - Série D do Campeonato Brasileiro
Foto: Mateus Dutra/ Ceilândia
Por Bruno H. de Moura e João Marcelo Pepi

Classificado de forma antecipada, o Ceilândia entrou em campo contra o Iporá-GO brigando pela primeira posição do Grupo 5. Um empate bastava para o Gato Preto avançar na liderança da chave, e foi isso que os comandados de Adelson de Almeida garantiram em Goiás, ao empatar em 1-1 com o time da casa, gols de Cleyton pelo Ceilândia e Pablo pelo Iporá-GO.

Com o resultado, o alvinegro candango terminou a fase de classificação invicto e vai enfrentar o Vitória do Espírito Santo na segunda fase, time que nos últimos anos vem sendo pedra no sapato das equipes do Distrito Federal.

Pela melhor campanha no grupo, o Ceilândia enfrenta o quarto colocado do grupo 6, o Vitória/ES que venceu por 2-1 o Resende fora de casa. Pela melhor campanha, o Ceilândia joga a segunda partida no Abadião, sendo a ida em Cariacica.

Cleyton abre o placar

Líder isolado e já classificado, o Ceilândia jogou leve. Logo nos primeiros minutos, o Gato Preto abriu o placar com Kleyton. O meia recebeu bom cruzamento e bateu no contrapé do arqueiro goiano. Pouco tempo depois, Gabriel Barcos chutou firme, Luis Felype desviou e a bola acertou o travessão. Aos 20′, Cleyton fez excelente jogada, cruzou para Iago e o camisa sete bateu no lado oposto de Luis Felype. Porém, a comemoração durou pouco com o impedimento marcado.

Com meia hora, o Iporá chegou bem com Pablo, mas Matheus Kayser conseguiu fazer boa defesa. Sete minutos depois, o atacante quase empatou em tentativa de cobertura, mas a bola subiu e desperdiçou grande oportunidade. Passados pouco mais de dez minutos, o Ceilândia chegou por duas vezes. A primeira com Iago, mas Luis Felype fez boa intervenção. A segunda chance foi com Cleyton, que perdeu a oportunidade de ir com vantagem maior para o intervalo.

Iporá empata em vacilo da zaga

Com vantagem no placar, o Gato Preto tirou o pé na segunda etapa. As diversas chances perdidas no primeiro tempo fizeram falta quando aos 10”, o camisa número 9, Pablo, aproveitou a sobra de rebote de Matheus Kayser e empatou a partida. Adelson de Almeida mexeu três vezes de uma vez. Elbinho, Nolasco e Bosco davam gás novo à partida. Adiante, ainda tirou Cleyton e Gabriel Barcos.

Se o primeiro tempo todo foi do Ceilândia, na segunda etapa o controle de jogo era do Iporá. Carlos chegou com perigo, mas lançou para fora da meta de Kayser. Aos 37”, Elbinho e Nolasco fizeram boa jogada pelos flancos, porém a bola passou pelo lado do gol. Aos 47”, Bahia encarou o goleiro Luis Felipe, arriscou, mas não marcou, para desespero de Elbinho que livre poderia ter tirado o empate em favor do Ceilândia.

Passados 4 minutos de acréscimo, a arbitragem apitou pela última vez e sedimentou a campanha invicta do Gato Preto na Série D 2023. O Iporá está eliminado do torneio.

 

Confronto da segunda fase

Muito bem classificação, o Ceilândia segue em busca do acesso à Série C. Na fase de 32avos os times do grupo 5 encaram os do grupo 6. Primeiro do 5, Ceilândia enfrentará o Vitória/ES, quarto colocado, em dois finais de semana consecutivos. A partida de ida será em Cariacica/ES e a decisiva no estádio Abadião, em Ceilândia.

Iporá-GO 1
Gol: Pablo

Ceilândia 1
Gol: Cleyton

Canaã e Capital se enfrentam na segunda semifinal do Candanguinho

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Canaã e Capital
Foto: Divulgação/Canaã

Todos os jogos de semifinal do Campeonato Candango Sub-20 estão definidos. Após Brasiliense e Gama garantirem vaga de um lado do chaveamento, Canaã e Capital confirmaram as classificações para se enfrentarem no outro. O Vento Forte eliminou o Santa Maria, no sábado (23/7), com mais uma vitória. O Coruja foi ainda mais incisivo e passou da Aruc com grande goleada no agregado.

Estreante em competições do Distrito Federal, o Canaã deu uma incrível prova de força ao chegar na semifinal. A credencial de apresentação foi confirmada em um jogo quente contra o Santa Maria. Assim como no duelo de ida, o Vento Forte ganhou por 1 a 0, no Estádio Defelê, para confirmar a presença entre os quatro melhores clubes do Candanguinho. Matheus Reis marcou o gol do triunfo.

Após o apito final, Canaã e Santa Maria protagonizaram uma confusão no gramado. Segundo relato do árbitro Matheus de Moraes Silva na súmula oficial da partida, Filipe Souza, o goleiro do Santinha, entrou no gramado e partiu para cima de atletas do Vento Forte. O policiamento precisou intervir para acalmar a situação e garantir a saída das duas equipes do campo de jogo.

Capital goleia

Entre todos os duelos das quartas de final, o Capital era quem tinha situação mais tranquila após aplicar 3 a 0 no jogo de ida contra a Aruc. Na manhã deste domingo (23/7), no Estádio JK, o Coruja fez ainda melhor, ganhou por 6 a 0 e garantiu uma goleada no agregado para chegar com moral no enfrentamento com o Canaã por uma vaga na decisão do Candanguinho.

Samuel, Rian e Henrique iniciaram a construção da goleada do Capital no gramado do JK com gols ainda no primeiro tempo da partida diante da Aruc. Com a situação controlada e a classificação à semifinal praticamente confirmada pela grande vantagem no agregado, o Coruja ainda fez mais três na etapa final: Rian, novamente, e Batista, com duas bolas na rede, fecharam a conta.

Copinha

Além de uma vaga na final do Campeonato Candango Sub-20, o jogo entre Canaã e Capital vai valer um lugar como representante do Distrito Federal na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2024. As definições serão feitas em partidas de ida e volta. Os detalhes dos dois confrontos ainda serão definidos e divulgados no decorrer da semana pela Federação de Futebol do DF (FFDF).

Visão de Jogo #38: A Copa do Mundo de 2023

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Coluna Visão de Jogo
Por Luiz Henrique Borges

As principais seleções de futebol feminino do planeta estarão reunidas entre os dias 20 de julho e 20 de agosto de 2023 para disputar a nona edição do Mundial Feminino. A competição, organizada pela FIFA, começou a ser realizada, em 1991, na China. No entanto, a história é mais antiga e pouco divulgada. Vamos a ela! No final da década de 1960 e no início da seguinte, mulheres desbravadoras e corajosas – uma vez que as federações e confederações não se preocupavam com o futebol feminino – participaram dos primeiros torneios intercontinentais de seleções.

Superando o conservadorismo e a ideia de que o futebol feminino não passava de um espetáculo circense para entretenimento de pessoas curiosas, alguns empresários italianos consideraram a participação da mulher no futebol como uma oportunidade de expansão da modalidade e também uma possível fonte de receitas. Nesse sentido, em 1969, eles organizaram o primeiro torneio de seleções da Europa. O sucesso da empreitada estimulou a criação da FIEFF – Fédération Internationale Européenne de Football Féminine. A nova organização, uma instituição de seleções nacionais femininas, não era filiada à UEFA ou à FIFA.

No ano seguinte, 1970, a FIEFF, presidida por um alto executivo da empresa de bebidas italiana Martini & Rossi, organizou um torneio que seria uma espécie de Copa do Mundo Feminina. A referida empresa patrocinava diversas modalidades esportivas e também os torneios promovidos pela FIEFF. Por isso, a Copa do Mundo acabou ganhando o nome de Martini Rosso Cup.

O Brasil foi convidado para participar da competição, na figura da antiga Confederação Brasileira de Desportos (CBD), mas declinou do convite uma vez que havia uma lei, de abril de 1941, que proibia a “prática de esportes incompatíveis com a natureza feminina” e o futebol seria um deles.

A decisão da Martini Rosso Cup envolveu o país anfitrião, a Itália, contra a Dinamarca. Seis meses antes, elas haviam feito a final do Campeonato Europeu de Seleções e as italianas venceram as suas oponentes por 3 a 1. Dessa vez, a Dinamarca, que usou o uniforme do Milan uma vez que a delegação havia perdido os seus uniformes antes da final, não foi uma visitante afável e derrotou a Itália por 2X0.

No decorrer da década de 1970, diversos países, dentre eles o Brasil, suspenderam as proibições da prática do futebol feminino e alguns torneios internacionais foram disputados até chegarmos ao ano de 1991 quando, como já foi dito acima, foi disputada, oficialmente, a primeira Copa do Mundo organizada pela FIFA. De lá para cá, a cada quatro anos, a competição é disputada e em suas oito edições, quatro seleções se sagraram campeãs: os Estados Unidos que são tetracampeões, a Alemanha que levantou a taça em duas oportunidades, o Japão e a Noruega, ambos os países com um título.

Apesar do evento já estar consolidado, as discrepâncias com a Copa do Mundo masculina ainda são perceptíveis. Talvez o melhor exemplo seja o financeiro. Apesar da FIFA ter direcionado, para a Copa do Mundo feminina, recursos mais polpudos, ainda assim, a quantia nem arranha o que é destinado à Copa masculina. As jogadoras irão competir, em 2023, por um prêmio de U$ 4,29 milhões, já a seleção masculina da Argentina, campeã em 2022, recebeu a bagatela de U$ 42 milhões, ou seja, dez vezes mais do que o prêmio final oferecido para às mulheres.

As explicações que “justificam” a discrepância se apoiam nos seguintes argumentos: a falta de interesse do público na modalidade, a pouca atenção da mídia aos jogos, a diferença da qualidade do jogo e as diferenças dos valores do lucro das competições masculinas e femininas. Os argumentos são discutíveis e, no meu entender, não se atentam para a seguinte questão: se não há visibilidade, não há investimento e sem investimento não há visibilidade.

Outro aspecto que precisa ser refletido é a própria questão de gênero. E o que vem a ser isso? O gênero deve ser entendido como aquilo que diferencia socialmente homens e mulheres. Desde cedo, a sociedade espera por determinados comportamentos das meninas e dos meninos. Não é esse o preceito em que se baseia a lei que proibiu a prática do futebol entre as mulheres em 1941? O futebol, desde a sua origem, ficou atrelado ao sexo masculino. A agressividade do jogo era vista como pouco adequada à “natureza frágil e sutil da mulher”. Historicamente, o pensamento machista afirmou que “futebol não é coisa de mulher” e mesmo que tal concepção esteja superada, ao menos para os mais esclarecidos e arejados, o futebol feminino ainda é percebido com desdém por uma parte da sociedade.

A Copa do Mundo feminina, que acabou de dar, nesta semana, o seu pontapé inicial, é um sopro benfazejo, inclusivo e revigorante para o futebol. O campeonato promete jogos de alto nível, extrema competitividade e grande participação do público. Ele jogará por terra, demolirá, as justificativas daqueles que desmerecem a modalidade. É mais um grande espetáculo que teremos a oportunidade de assistir e que pode, em 2027, ser sediado pelo Brasil.

Em decorrência dos bons resultados sob o comando da treinadora sueca Pia Sundhage, as expectativas em relação à participação brasileira são altas, apesar de não sermos uma das favoritas ao título. As adversárias que já se apresentam no horizonte brasileiro são duríssimas e para repetirmos a campanha que nos levou à final da competição em 2007, teremos que superar diversas potências nesse esporte.

O Brasil, já na primeira fase, enfrentará uma oponente que se encontra na prateleira superior do futebol feminino, a França. Quem sabe não é a hora de vencer pela primeira vez as francesas e ter um caminho um pouco menos árduo na fase seguinte? Mas se isso não ocorrer e ficarmos na segunda posição do grupo, o caminho será uma autêntica pedreira. A tendência é jogarmos contra a bicampeã mundial, a Alemanha, nas oitavas de final. Se repetirmos a vitória recente que tivemos contra as alemãs, seguindo a lógica, devemos enfrentar a Inglaterra, atual campeã europeia. Depois podemos reencontrar a França ou enfrentar a Austrália e, mantendo o status de zebra, decidir o título contra os Estados Unidos ou a Espanha.

Superar a campanha de 2019, quando saímos nas oitavas de final, é algo palpável e deve ser o nosso primeiro objetivo. Mas em competições de tiro curto, uma sequência de bons jogos e uma boa dose de sorte, o que sempre é necessário quando se joga os mata-matas, o Brasil pode até surpreender e ganhar sua primeira estrela na Copa do Mundo feminina, mesmo que não seja muito provável. Mas quem não gosta de sonhar? Eu gosto!

Capoeirista Erick Maia derrota Arthur Fiu e mantém cinturão do VMB

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Volta do Mundo -VMB 50K Erick Maia x Arthur Fiu
Foto: Divulgação

A noite deste sábado (22/7) foi de felicidade para o brasiliense Erick Maia. O capoeirista enfrentou Arthur Fiu pelo cinturão do Volta do Mundo – Bambas (VMB) e manteve a honraria. O atleta do Distrito Federal acumulou quatro jogos a um na pontuação dada pelos jurados. O evento, realizado no Bondinho Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, ainda contou com vitórias de Ivan, Patoca, Calango, Magrela e Bailarina, agora detentora do cinturão interino da categoria feminina.

O evento começou com quatro apresentações solo de capoeiristas da categoria PCD: Cacique, Ivan, Neko e Patoca. Os dois primeiros se enfrentaram, e Ivan se sagrou vencedor do embate. Depois, Patoca duelou com Neko e saiu vitorioso. Pela categoria master, Calango derrotou Topeira. No jogo internacional, o brasileiro Magrela, representando a Espanha, superou o chileno Moica.

Entre os profissionais, Miller derrotou Bentivi pelo jogo ranqueado. Na categoria feminina, Bailarina venceu Kitana e conquistou o cinturão interino. Bailarina enfrentará, em data ainda a ser definida, a detentora do título, Navalha, para a unificação. E na luta principal da noite, Erick Maia, sob muitos aplausos da arquibancada carioca, desbancou Arthur Fiu por quatro jogos a um e manteve o cinturão. Ao final da disputa, os lutadores fizeram muita festa na roda com dança e música, e contagiou todo o público.

Novo desafiante?

Ainda na roda, comemorando o cinturão, Erick Maia recebeu um novo desafio. O capoeirista e atleta de MMA, Barrãozinho, convocou o brasiliense. “Vim ver o campeonato e fazer um desafio. Você é o novo campeão, mas vim para lhe desafiar”. O desafiante desta noite, Arthur Fiu, falou em entrevista sobre o combate. “”Eu acho o Barrãozinho uma inspiração. Ele é uma máquina e tem potencial para ganhar”.

Perguntado sobre o que achou do desafio, Erick Maia mostrou prontidão. “Eu sempre estou pronto. Ele é uma referência, seria interessante”. Porém, o brasiliense acredita que Barrãozinho precisa galgar mais alguns degraus para a disputa do cinturão. “Acho que ele ainda tem muito o que fazer pelo VMB. Ele tem que participar de uns GP’s para chegar até aqui (ao cinturão)”, completou.

Volta do Mundo -VMB 50K Erick Maia x Arthur Fiu - Barrãozinho
Foto: Divulgação

Palavras dos campeões

Agora detentora do cinturão interino, Bailarina mostrou entusiasmo em estar no evento. “Estou muito feliz de estar mais uma vez nesse palco. Eu vim para me divertir e foi isso que aconteceu, só gratidão!”. A atleta do UFC, Yana Kunitskaya, entregou o título à campeã e falou sobre estrear em um evento de capoeira. “Foi minha primeira vez em uma competição e estou impressionada”, disse.

O campeão Erick Maia falou após a luta. “Isso aqui é um momento histórico para a nossa capoeira. Me sinto muito honrado em ser representante. Foi a capoeira que me tornou o que sou hoje”. O atleta brasiliense agradeceu o apoio de sua cidade natal. “Brasília está em festa! Obrigado a todos que participaram”, disse. Indagado sobre seu desempenho, Erick foi sincero. “Sempre acho que devo melhorar. Treinei muito e sei que poderia ter ido melhor, nunca vou deixar de me cobrar”, admitiu.

Erick contou sobre o entusiasmo de ter duelado com Arthur Fiu. “Eu tive uma conversa com o Arthur ontem e fiquei feliz de ter sido nós dois. Tínhamos uma responsabilidade muito grande. A gente entendeu o propósito do VMB e estamos trabalhando para edificar isso”, revelou.

Veja o evento na íntrega: