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Com viradas, Paranoá vence Real Brasília por 5 a 4 e deixa Z2 do Candangão

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Jobson marcou em vitória do Paranoá por 5 a 4 contra o Real Brasília
Foto: Diller Abreu/FFDF

A manhã deste sábado (7/2) pegou fogo no estádio Defelê, na Vila Planalto. Em uma partida com três viradas, o Paranoá venceu o Real Brasília por 5 a 4 e deixou a zona de rebaixamento do Candangão BRB 2026. PV, Davi Araújo (duas vezes) e Ian marcaram para o Leão do Planalto. Já Renê Silva (duas vezes), Jobson e Lopeu (duas vezes) balançaram as redes para a Cobra Sucuri. Com seis pontos, o Paranoá ganhou fôlego na competição, enquanto o Real Brasília caiu para uma posição acima do Z2 do campeonato.

Mandante da partida, o Real Brasília abriu o placar com PV. Renê Silva e Jobson colocaram o Paranoá à frente do marcador. Ainda no primeiro tempo, Davi Araújo deixou tudo igual. Na volta do intervalo, Ian virou o jogo e Davi Araújo fez 4 a 2 para o Leão do Planalto. Lopeu descontou, Renê Silva igualou e Lopeu, novamente, garantiu a vitória da Cobra Sucuri por 5 a 4.

Dois gols para cada lado

Aos 19 minutos do primeiro tempo, o Real Brasília saiu na frente com PV. O camisa dez aproveitou a sobra do cruzamento, cortou dois defensores e bateu colocado, de fora da área, para marcar um belíssimo gol. Dois minutos depois, também após sobra em cobrança de escanteio, Renê Silva chutou firme, a bola desviou na zaga e encobriu Léo Teles, deixando tudo igual no estádio da Vila Planalto.

A virada do Paranoá veio aos 42 minutos. PV tentou sair jogando, Gabriel Luna recuperou a posse, cruzou rasteiro e Jobson, de carrinho, colocou a Cobra Sucuri à frente do placar. No último minuto da primeira etapa, houve lambança do sistema defensivo do Paranoá: a bola foi alçada na área, Vitinho e Gustavo Pereira se atrapalharam, Luanzinho escorou e Davi Araújo, sem marcação, apenas finalizou para empatar o confronto.

Duas viradas e vitória do Paranoá

Candangão entra na reta final da 1ª fase: confira detalhes da 6ª rodada

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Candangão
Foto: Lucas Bolzan/FFDF

O Candangão 2026 entra nas suas quatro rodadas finais. A sexta data do distrital tem lugar neste fim de semana, sendo a penúltima antes da parada para o Carnaval e a primeira do mês de fevereiro. Muita coisa está embolada e indefinida e os confrontos prometem grandes emoções.

O prato forte da rodada irá confrontar os líderes Gama e Sobradinho: os alviverdes têm 13 pontos e os alvinegros têm 11. O Ceilândia é o terceiro, com dez, logo à frente de Brasiliense e Samambaia, empatados com oito unidades, com três gols de vantagem para o Jacaré no saldo. Na segunda metade da tabela, o Capital tem seis pontos e o Real Brasília, quatro.

Brasília, Paranoá e Aruc estão com campanhas rigorosamente iguais na luta contra o rebaixamento: três pontos, com uma vitória, quatro derrotas, dois gols marcados e nove sofridos, totalizando menos nove de saldo. O Colorado se salva neste momento do descenso pois não recebeu nenhum cartão vermelho. Enquanto isso, o Gavião e a Cobra Sucuri têm duas expulsões cada, com o a equipe do Cruzeiro na lanterna por três cartões amarelos a mais.

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Real Brasília x Paranoá

Foto: Renan Pariz/Ceilândia SAF

Mais um confronto dos desesperados faz parte da acirrada luta pela permanência. Se bem está a um ponto do Z-2 e teve um início promissor, o Leão do Planalto já soma duas derrotas seguidas e vê o perigo perto. Do outro lado, a Cobra Sucuri, que encontra dificuldades para firmar seu jogo, chega para mais um confronto direto, tendo perdido para a Aruc e vencendo o Brasília. Porém, vem de sofrer duas goleadas seguidas e está outra vez na zona incômoda da classificação.

Horário: 10h, no sábado (7/2)
Local: Defelê, Vila Planalto
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) na Farmanossa e na Bilheteria do estádio

Arbitragem: Luiz Paulo da Silva Aniceto, auxiliado por Josileiton Silva dos Santos e Mateus Rodrigo Santos Campelo e Cássia França de Souza como quarta árbitra

Transmissão: FFDF TV, no YouTube

Ceilândia x Capital

Ceilândia
Foto: Renan Pariz/Ceilândia SAF

Se por um lado o Ceilândia enquadra conforto na tabela, a situação tricolor é mais bem a contrária. Numa gangorra, o Coruja abriu 2 a 0 contra o Sobradinho em pleno Estádio JK, mas tomou a virada. Curiosamente, as duas vitórias foram como visitante, apesar dos 3 a 0 contra o Paranoá tenha sido no clássico da cidade. Já o Gato Preto, que começou com um empate e uma derrota, está embalado com três triunfos seguidos, a melhor sequência do Candangão no período.

Horário: 16h, no sábado (7/2)
Local: Abadião, Ceilândia

Ingressos: R$ 35 + camisa de brinde (mil disponíveis); R$ 30 valor de inteira, na bilheteria do estádio, a partir das 14h

Arbitragem: Matheus de Moraes Silva, com Lehi Sousa Silva e Felipe dos Santos Oliveira como assistentes e Luiz Gustavo Andrade de Almeida como quarto árbitro

Transmissão: FFDF TV, no YouTube

Samambaia x Brasília

Foto: Diller Abreu/FFDF

Para se recuperar na competição, o Samambaia encara um rival da parte baixa da tabela. O Colorado está trocando os pneus com o carro andando, com mudanças no elenco e na comissão técnica, o que agrega dificuldade ao encarar a revelação do campeonato. Após perder a invencibilidade, o Cachorro Salsicha deseja voltar ao G-4, enquanto o Brasília quer se afastar de vez da zona de rebaixamento depois de vencer pela primeira vez. Ou seja, teremos um jogo onde vontade não tende a faltar.

Horário: 16h, no sábado (7/2)
Local: Serejão, Taguatinga
Ingressos: R$ 10 para mandante e R$ 20 para visitante, valores de inteira, em bilheteriadigital.com

Arbitragem: Pedro Alves de Oliveira, auxiliado por Leila Naiara Moreira da Cruz e Marconi de Souza Gonçalo, com Gustavo Rocha Magalhães como quarto árbitro

Transmissão: Metrópoles Esportes, no YouTube

Sobradinho x Gama

Foto: Filipe Fonseca/Gama

Duas das maiores torcidas de Brasília, duas das camisas mais tradicionais. Só isso seria um grande ingrediente para que Sobradinho x Gama seja um grande jogo. Agora agregue que seja um duelo valendo a liderança do Candangão, envolvendo os únicos invictos da competição. Além disso, os times chegam estimulados graças às vitórias de virada na última rodada: a alviverde pra cima do Paranoá por 4 a 1 e a alvinegra em pleno JK, diante do Capital, por 3 a 2.

Horário: 16h, no sábado (7/2)
Local: Defelê, Vila Planalto

Ingressos: R$ 30, valor de inteira, na bilheteria do estádio e nas lojas Central Esportes e Loja Luxano, em Sobradinho; 700 disponibilizados para a torcida do Sobradinho e 100 abertos para comercialização de torcedores do Gama, com mais 200 a cargo da diretoria alviverde

Arbitragem: Rafael Martins Diniz, auxiliado por Daniel Henrique da Silva Andrade e Lucas Torquato Guerra, com Brehmer de Souza Lemes como quarto árbitro; no VAR, comanda Rodrigo Raposo, com Jose Reinaldo Nascimento Júnior e Maguielson Lima Barbosa como auxiliares

Transmissão: TV Record Brasília, canal 8.1 na TV Digital

Brasiliense x Aruc

Brasiliense
Foto: Diller Abreu/FFDF

O Brasiliense busca espantar a crise e permanecer no G-4 após o positivo resultado de 1 a 0, que derrubou a invencibilidade do Samambaia. Desta vez, enfrenta em casa o lanterna da competição que, por sua vez, vem de derrota no confronto direto contra o Brasília, também pela mínima. O Gavião não vence desde a estreia, contra o Paranoá, e busca rápida resposta na tabela para tentar ficar na primeira divisão.

Horário: 16h, no domingo (8/2)
Local: Serejão, Taguatinga
Ingressos: R$ 10 (arquibancada) e R$ 20 (cadeira), valores de inteira, em bilheteriadigital.com, com camisas disponíveis com ingresso antecipado para a cadeira

Arbitragem: Marcello Rudá, com Lucas Costa Modesto e Isabela Morais Vivas como auxiliares e Erick Oliveira dos Santos como quarto árbitro

Transmissão: Metrópoles Esportes, no YouTube

Meio Candangão costuma desenhar cenário final da classificação da 1ª fase

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O Candangão costuma ser uma competição que, no decorrer do torneio, entrega várias surpresas. Esta tensão é gerada sobretudo pelo clímax na reta final da primeira etapa do campeonato, onde qualquer detalhe faz a diferença na classificação, pensando na chegada às semifinais ou na permanência na elite. Desde a renovação do formato da competição, em 2022, com 10 clubes em único turno, esta lógica não é diferente.

De 2022 para cá, quando o campeonato chega à metade já é possível desenhar alguns cenários, tanto no G-4, quanto na parte do descenso. O Distrito do Esporte fez um levantamento de como foram as campanhas das equipes nas primeiras cinco rodadas e como as mesmas mudaram em relação ao quadro final após nove rodadas nos últimos anos.

Antes disso, repassemos o andamento da atual edição. Em galeria adiante, é possível ver cenários muito claros nas setas de alta ou baixa. Destacam-se Capital e Samambaia (este motivado pela derrota contra o Brasiliense) nas maiores mudanças de direção após a primeira rodada. O Cachorro Salsicha foi de quinto a segundo lugar até perder a invencibilidade. Já o Coruja foi em ordem: quarto, terceiro, quinto, quarto novamente e, agora, ocupa o sexto lugar.

Quem teve a maior alta nas posições foi o Sobradinho. O Leão da Serra foi sétimo na primeira rodada, logo quinto, quarto, terceiro e vem de assumir a vice-liderança após virada excepcional contra o Capital, na quinta rodada. Agora, encara o líder Gama, que apenas não liderou na primeira rodada, quando foi terceiro.

Por outro lado, a maior queda foi da Aruc, de segundo a sexto e depois a nono, posição conservada até o momento. O Brasília, por exemplo, está pela primeira vez no Candangão fora da zona de rebaixamento, deixando a lanterna após bater a própria Aruc na rodada passada.

Confira as mudanças nas primeiras cinco rodadas do Candangão, com a Classificação Bracitorium:

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2022: Ceilândia não confirma título

Um começo avassalador, com 100% de aproveitamento até a metade do grupo único e cinco pontos de folga, colocava o Gato Preto como franco favorito ao título, após ser vice-campeão contra o Brasiliense. Apesar da queda nas rodadas finais, com menor folga, o alvinegro voltou à final e foi novamente vice para um Jacaré que passou a primeira fase um pouco mais na “tocaia”, mas conquistou seu 11º título.

Vale pontuar que o Paranoá fez um de 12 pontos nas últimas quatro rodadas, perdendo espaço no quadrangular de semifinais. No mesmo período, Capital e Gama fizeram 10 pontos cada um e se classificaram. No rebaixamento, o começo ruim de Unaí e Luziânia significaria a ausência dos clubes do Entorno na elite, que segue vigente até hoje.

Confira o cenário após a quinta e após a última rodada da primeira fase do Candangão 2022, respectivamente:
Ceilândia 15 Ceilândia 19
Paranoá 10 Capital 18
Brasiliense 9 Brasiliense 16
Capital 8 Gama 15
Brasília 7 Santa Maria 12
Taguatinga 6 Paranoá 11 (SG -1)
Gama 5 Brasília 11 (SG -5)
Santa Maria 4 Taguatinga 10
Unaí 2 Unaí 9
Luziânia 1 Luziânia 2

2023: Real Brasília – Revelação e campeão

Um vice-campeão da segunda divisão dava as caras com o humilde desejo de permanecer na categoria. Entretanto, não se podia saber o que esperava pelo futuro do Leão do Planalto: em um começo avassalador, sendo líder e classificado com uma rodada de antecedência, despachou Paranoá e Brasiliense para sagrar-se campeão inédito.

O destaque na mudança de cenário entre o pós da quinta e da nona rodadas está na composição do G-4. Com o primeiro cenário da tabela abaixo haveria um Clássico Verde-Amarelo nas semifinais e o rival do time da Vila Planalto seria o Ceilândia. O Gama, assim como o Gato Preto, foram mal nas rodadas finais, abrindo a brecha para os dois times do Paranoá: a Cobra Sucuri e o Capital.

Confira o cenário após a quinta e após a última rodada da primeira fase do Candangão 2023, respectivamente:
Real Brasília 10 (GP 7) Real Brasília 18
Gama 10 (GP 6) Brasiliense 15 (SG +9)
Brasiliense 8 (SG +7) Capital 15 (SG +3)
Ceilândia 8 (SG +1) Paranoá 15 (SG -1)
Paranoá 8 (SG -1) Gama 14 (SG +2)
Samambaia 7 Ceilândia 14 (SG +1)
Santa Maria 6 Samambaia 13
Capital 5 Santa Maria 7 (SG -5)
Brasília 4 Taguatinga 7 (SG -7)
Taguatinga 3 Brasília 7 (SG -9)

2024: O Candangão mais disputado da história?

Basta com olhar a tabela para ver que as batalhas foram ferrenhas de ponta a ponta na primeira fase. Dentro do G-4 a diferença foi de dois pontos na altura da quinta rodada e de três pontos ao final da etapa inicial, com o Paranoá mais uma vez caindo do quadrangular de semifinais, como em 2022.

Tinha cinco pontos de vantagem para o Brasiliense e ficou a um da equipe amarela antes do mata-mata. Deste bolo, o Ceilândia terminou campeão em 180 minutos contra o Capital: ambos jogos no Mané Garrincha. A equipe comandada pelo técnico Adelson de Almeida levantou finalmente o tricampeonato após 12 anos, encerrando uma sequência de vices de 2016, 2017, 2021 e 2022.

Confira o cenário após a quinta e após a última rodada da primeira fase do Candangão 2024, respectivamente:
Capital 13 Capital 22
Ceilândia 12 (SG +7) Ceilândia 20 (GP 20)
Gama 12 (SG +5) Gama 20 (GP 17)
Paranoá 11 Brasiliense 19
Brasiliense 7 Paranoá 18
Samambaia 6 Real Brasília 8
Real Brasília 4 Samambaia 7 (SG -5)
Ceilandense 3 (SG -7) Ceilandense 7 (SG -10)
Santa Maria 3 (SG -9) Planaltina 4
Planaltina 1 Santa Maria 3

2025: Um clássico custa caro

O campeonato de 2025 foi desenhado pelos grandes rivais da cidade. Enquanto o Brasiliense esbanjava favoritismo e tinha 100% de aproveitamento na primeira metade, o Gama vencia minguados jogos aos trancos e barrancos. Na oitava rodada, o Jacaré venceu e demitiu Glauber Ramos do comando gamense, que viria a ser sucedido por Luiz Carlos Carioca.

Na última rodada, o Ense confirmou a liderança ao vencer o Paranoá (que ficou novamente perto de uma semi) e de quebra ajudou o arquirrival a ir ao confronto eliminatório. O tiro saiu pela culatra e o Periquito se sobressaiu em 180 minutos para despachar o grande favorito da competição, que há pouco quase subia à Série C nacional, caindo no jogo do acesso contra o Retrô pernambucano.

Se por um lado não houve mudança entre ambos cenários de semifinal, no rebaixamento a luta foi até o último minuto. Pelo saldo de gols, saindo dois nos acréscimos para mudar cruelmente o desfecho da disputa, o Real Brasília se salvou ao virar sobre o Legião no Defelê, enquanto o Ceilandense tomava o gol de misericórdia do Sobradinho, no Rorizão.

Confira o cenário após a quinta e após a última rodada da primeira fase do Candangão 2025, respectivamente:

Brasiliense 15 Brasiliense 22
Gama 13 Capital 20
Ceilândia 12 Ceilândia 19
Capital 10 Gama 17
Paranoá 9 Paranoá 15
Samambaia 6 Sobradinho 12
Sobradinho 5 Samambaia 11
Ceilandense 1* Real Brasília 5 (SG -9)
Real Brasília 1* Ceilandense 5 (SG -10)
Legião 0 Legião 1

*Diferença em cartões

Federação nega pedido e Sobradinho x Gama será no Defelê 

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Estádio Ciro Machado do Espírito Santo - Defelê - Candangão - Campeonato Candango
Foto: Júlio César/Real Brasília

Irredutível, a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) negou pedido feito pelo Sobradinho nesta quarta-feira (4/2) para a mudança de local como mandante na sexta rodada do Candangão. Assim, o alvinegro receberá o Gama, no sábado (7/2), às 16h, no Defelê, como programado.

O Leão da Serra pediu nesta tarde à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e à federação, devido à segurança e capacidade das torcidas. O Sobradinho, com apoio conjunto do Gama, pediam a mudança do jogo do Defelê, de laudo mínimo aprovando 500 pessoas, para o Estádio JK, que permite dez vezes mais torcida.

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O Sobradinho desejava mandar o duelo no Estádio Augustinho Lima. O estádio, porém, segue em reforma feita pela Secretaria de Esporte e Lazer, com a renovação do sistema de irrigação prevista para ser entregue apenas entre março e abril.

Únicos invictos do Candangão, Sobradinho e Gama disputam a liderança na altura da sexta rodada. O Gama lidera desde a segunda rodada e tem 13 pontos, enquanto o Sobradinho, em ascensão, tem 11 pontos. O confronto terá transmissão da TV Record Brasília, canal 8.1 da TV Digital.

Candangão: Sobradinho contava com Augustinho Lima para receber o Gama

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Foto: Hugo Leonardo

“Carta na manga”. É assim que o Sobradinho gostaria de qualificar a volta do Estádio Augustinho Lima. Segundo as contas do Leão da Serra, a reabertura do local era aguardada para o confronto de sábado (7/2), contra o Gama, às 16h, pela sexta rodada do Candangão 2026.

A sede-base do confronto ainda se mantém no Estádio Defelê, da Vila Planalto. Entretanto, a diretoria alvinegra ainda não confirmou o local precisamente, tratando de questões burocráticas e estudando a ida do jogo para o JK, dependendo de detalhes para prosseguir com a ideia. O Estádio Nacional Mané Garrincha, cogitado como opção, está fora do escopo leonino devido aos altos custos para jogar no local, apesar da predisposição da Arena BRB, gestora do local.

O Distrito do Esporte também apurou nesta quarta-feira (4/2) que existe a intenção da diretoria do Gama em tentar levar o jogo para o Estádio JK, no Paranoá, colaborando com o estudo do time mandante. Os representantes gamenses buscam uma reunião nesta quinta-feira (5/2) para a definição, de uma vez por todas, do palco da partida.

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A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), bem como a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), monitora a situação e aguarda a definição, seja conjunta ou exclusivamente do Sobradinho. O que o Leão da Serra garante é que não há a chance de ter torcida única, com a parcela gamense sendo presença confirmada onde quer que se jogue.

Sobradinho e Gama jogam a liderança do Candangão. Após o confronto, faltarão três rodadas para o fim da primeira fase, sendo duas delas após a parada para o Carnaval. Os alviverdes lideram o campeonato com 13 pontos, com os alvinegros sendo escolta, com 11.

Vergonha pública e incerteza

O Governo do Distrito Federal iniciou em novembro de 2025 a última reforma do Estádio Augustinho Lima. Com o marchador Caio Bonfim como convidado, o governador Ibaneis Rocha (MDB) assinou a ordem de serviço que reformaria o gramado e a pista de atletismo, em obra avaliada em quase R$4,5 milhões provenientes do Fundo de Apoio ao Esporte (FAE).

O abandono do estádio virou causa pública após uma série de reportagens que mostraram a situação do local. Sobretudo depois que a prejudicada pista de atletismo foi conhecida como palco dos treinos de Caio Bonfim após sua medalha de prata na marcha atlética das Olimpíadas de Paris 2024. Este cenário teria causado constrangimento no poder público, levando à aceleração da demanda.

Na ocasião, Ibaneis havia dito que o pedido à Secretaria de Esporte e Lazer pela reabertura de locais como o estádio da cidade fosse pronto. “Eu vinha pedindo ao nosso secretário que cuidasse disso para que a gente reabrisse esses espaços que estavam fechados”, declarou.

O secretário Renato Junqueira, na mesma cerimônia, deu por sentada a volta do Leão da Serra à sua casa já neste Candangão. “Além de a gente dar um espaço para a marcha atlética, também havia [sic] uma demanda muito grande da população para poder celebrar os jogos do Sobradinho aqui. O Sobradinho tem jogado fora de casa e a gente sabe que isso, no resultado, acaba impactando diretamente. Mas agora, eu tenho certeza que, já no início do ano, vocês poderão jogar aqui em casa no Candangão de 2026”, garantiu.

A primeira etapa da obra seria a implementação de um novo sistema de irrigação, avaliado em R$1,8 milhão. O prazo estimado é de cinco meses, insuficiente para que o Sobradinho recebesse o Gama neste sábado (7/2).

A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Esporte e Lazer, mas não obteve resposta. O espaço segue aberto para uma eventual manifestação.

Candangão: Gama tenta convencer Sobradinho a levar duelo para o JK

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Arquibancada e gramado do Estádio JK após obras realizadas pelo Capital CF
Foto: Gustavo Roquete/Capital

O jogo que vale a liderança do Candangão 2026 já começou. O duelo entre o líder Gama e o vice-líder Sobradinho, válido pela sexta rodada da primeira fase, está programado para o sábado (7/2), às 16h, no Estádio Defelê, na Vila Planalto.

O local dispõe de dois laudos que permitem a presença de 500 e 1000 torcedores, respectivamente. O plano inicial é receber os mil torcedores, distribuindo 800 entradas para a torcida alvinegra e as 200 visitantes ao alviverde.

A magnitude do jogo naturalmente despertou a inquietude sobre um palco tão pequeno. Motivo pelo qual o confronto chegou a ser cogitado para o Estádio Nacional Mané Garrincha, com a sua gestora, Arena BRB, se predispondo a receber o evento mediante pagamento dos custos de manutenção e operação básicos.

Informações obtidas pela reportagem do Distrito do Esporte apontam que há um desejo por parte do Gama para que a partida seja realizada em um estádio maior. A proposta inicial do alviverde é de mandar o jogo para o Estádio JK, no Paranoá.

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A diretoria do Periquito busca, primeiramente, convencer os pares do Sobradinho para uma reunião sobre o assunto, nesta quinta-feira (5/2), que seria a data-limite para a definição dos pormenores do jogo. Internamente, os diretores gamenses creem que receberão uma recusa. A reportagem buscou contato com o Sobradinho mas não obteve resposta. O espaço segue aberto para eventual manifestação.

Neste fim de semana, os dois invictos restantes da competição se verão cara a cara. Um empate mantém a liderança do Gama, que começa o jogo com 13 pontos, enquanto para o Sobradinho significaria a manutenção no G-4, com seus 11 pontos, podendo perder posição apenas para o terceiro, Ceilândia, que tem dez. Obviamente, quem ganhar, segue ou toma a ponta da tabela.

A Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) ainda não recebeu qualquer posição sobre o público. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) aguarda as tratativas e monitora o que pode ser decidido ou acordado, seja individualmente, por parte da direção do Sobradinho, ou em acordo entre os clubes.

Brasília Basquete vence União Corinthians no Nilson Nelson pelo NBB

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Foto: Paulo Martins/Distrito do Esporte

Com uma atuação sólida, o Brasília Basquete venceu o União Corinthians na noite desta terça-feira (3/2) pelo Novo Basquete Brasil (NBB). No ginásio Nilson Nelson, o time do técnico Dedé Barbosa venceu por 89 a 64 e segue em quinto lugar, com campanha 18-7. O time de Santa Cruz do Sul mantém o 11° lugar, com score 12-11.

A rotação esteve mais curta neste jogo devido às ausências dos lesionados Kevin Crescenzi e Pedro Mendonça. Entretanto, a marcação deu conta do alto time gaúcho e fez uma grande atuação defensiva. No ataque, Matheus Buiú e Facundo Corvalán foram os destaques e jogaram em simbiose tão qualificada a ponto de ser satisfatória.

Vencendo a primeira após a eliminação na Copa Super 8, o Brasília volta a atuar pelo NBB no sábado (7/2), às 11h, também no Nilson Nelson, contra o Vasco. O União Corinthians, por sua vez, viaja ao interior de São Paulo, quando na quinta-feira (5/2), enfrenta o Rio Claro, no Ginásio Felipe Karam, às 20h.

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1° Quarto: Velocidade ante o físico

O primeiro quarto correu com boa produção ofensiva de ambos lados. Matheus Buiú se mostrou um bom nome no princípio do período com pontos e defesa acirrada que complicaram o começo de criação da equipe visitante. O ala-armador foi o cestinha do primeiro quarto, com dez pontos dos 23 a 19 da parcial.

2° Quarto: Jogo tenso, técnicos insatisfeitos

A defesa ao poste baixo foi o ponto alto do começo do segundo quarto. Com um 5 a 2, o técnico Leandro Hiriart pediu tempo para solucionar a falta de superioridade no garrafão, ponto vital para os gaúchos. Em seguida, um 4 a 0 levou Dedé Barbosa à loucura e a também parar o jogo.

Uma maior rigidez na marcação foi a tônica das defesas, com faltas seguidas de ambos lados. O armador argentino Facundo Corvalán, um dos destaques, chegou a sofrer duas faltas seguidas. Entretanto, a noite seguia sendo de Buiú, que ao marcar 38 a 32, forçou novo timeout do quadro sulista. O jogo foi ao intervalo em 46 a 41, com 31 dos pontos na conta da dupla Buiú-Corvalán.

3° Quarto: No tranco, mas pegou

O começo do segundo tempo teve um maior acerto na marcação individual, o que favoreceu o time visitante a emparelhar o jogo com a dificuldade mandante em rodar a bola. Não foram incomuns turnovers da equipe candanga, que nos primeiros quatro minutos perdia a parcial por 6 a 2.

A válvula de escape do período foi o ala Daniel Von Haydin, com seis pontos somados de cesta de quadra somada a bonificação, período com total de 11. Quando Brasília fez 10 a 6, o treinador Leandro Hiriart voltou a pedir tempo, restando pouco mais de três minutos. Os americanos Desmond Holloway e Nate Barnes, dois dos destaques do confronto do primeiro turno, tiveram um quarto apagado, com 0/5 e 0/4 nos arremessos de quadra, respectivamente. O jogo entrou nos últimos dez minutos em 61 a 51.

4° Quarto: A importância de fechar o jogo

Matheus Buiú começou o período com 5/5 pontos, não permitindo qualquer reação rival. Para o camisa 14, o aproveitamento nos arremessos de quadra no duelo foi de 64% (9/14). Não se pode passar este relato sem falar de Von Haydin, que em um segundo tempo extraordinário (23 pontos, com 13 nos últimos dez minutos), somou para 27 pontos totais, sendo o cestinha da partida, além dos 23 de Buiú e os 19 de Corvalán.

Apesar dos tempos solicitados prematuramente pelo nervoso time rio-grandense, nada pôde ser feito para remediar uma noite sólida e bem organizada dos brasilienses. Dado não menor foi a expulsão de Holloway por confusão com o pivô Brunão, a sete minutos do fim. A última parcial foi de 28 a 13.

Voz da Arquibancada #8: Até quando aceitaremos sermos chamados de mistos?

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Torcida Jovem do Flamengo no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. TJF não pode comparecer no Torneio Abertura do NBB
Foto: Reprodução/X
O texto se trata de um artigo de opinião e, portanto, é de inteira responsabilidade de seu autor. As opiniões nele emitidas não estão relacionadas, necessariamente, ao ponto de vista do Distrito do Esporte.
Por Gabriel de Sousa*

 

No último domingo (1º/2), o Corinthians foi bicampeão da Supercopa do Brasil ao bater o Flamengo pelo placar de 2×0. Com ingressos variando entre R$ 189 e R$ 798, o Estádio Mané Garrincha bateu recorde de público com 71.244 torcedores presentes. Um número que, em um jogo entre times locais, não chegaria perto nem com entrada franca.

Como de costume com todo jogo de times grandes trago para cá, foi frequente a citação nas redes sociais, por torcedores dos Estados de origem dos dois clubes, tipificando como “mistos” os brasilienses que foram ao Mané. A antiga máxima costumeiramente evocada: “não se tem time para torcer e, por isso, não se sabe torcer”.

A crítica foi mais frequente do lado flamenguista. Sendo rubro-negro ou não, você já ouviu e, talvez até mesmo concordou de que o ambiente das partidas no Mané Garrincha não é o mesmo do Maracanã. Discorde de mim e veja os comentários nas redes sociais do clube quando os jogos são anunciados tendo Brasília como o palco.

Já sobre o Corinthians, não se pode dizer que não houve uma aula de arquibancada proporcionada pelo “bando de loucos”. Os cantos podiam ser ouvidos até mesmo a quilômetros de distância do palco da Supercopa. Apesar da festa corintiana, comentários sobre o palco da final também foram feitos por seus adeptos.

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Brasília divide com as outras regiões do País, que não possuem a mesma força que os grandes polos do futebol, o olhar malvisto. Um fogo-amigo, de quem divide o mesmo carinho por um clube, mas enxerga de maneira diferente quem é de fora do Estado onde ele está sediado.

Enquanto isso, longe dos holofotes, estão os clubes de futebol da capital federal, que sofrem para sobreviver com rendas de bilheterias, mesmo com ingressos barateados.

No momento em que é desprezado, o torcedor brasiliense poderia dar uma resposta ousada e olhar para o seu clube local como uma forma de resistência através da representatividade: é dizer aos críticos, sou brasiliense e tenho sim um time para torcer.

É fazer o brasiliense que só torce para uma equipe do Eixo adotar um clube daqui para ser o seu segundo. Depois, fazer o local ser o “primeiro” da fila da paixão pelo esporte e, quem sabe um dia, o coração do torcedor candango ser monogâmico e priorizar o amor que vem de perto.

Mas é claro que, como de costume nas colunas que escrevo esporadicamente no Distrito do Esporte, é preciso reconhecer que a ascensão da valorização do futebol candango jamais virá apenas com uma aproximação súbita do morador do DF e os clubes.

É difícil disputar os corações dos torcedores brasilienses quando os estádios onde os clubes locais jogam estão sucateados, quando os clubes são deixados de lado por investimentos públicos e privados e quando o futebol candango ainda é sinônimo de um toma lá dá cá político que prende o Distrito Federal no mais baixo degrau do futebol brasileiro.

Mas, tendo todos esses problemas em vista, por que não dar um primeiro passo e brigar pela valorização do futebol local? Por que não abraçar as equipes do Distrito Federal e exigir, de inúmeras formas, que os problemas que colocam o futebol da capital neste marasmo sejam solucionados?

Fica aqui a esperança de que cada vez mais moradores do Distrito Federal busquem devolver o rótulo de “misto” com um sentimento único: o enaltecimento do futebol local para que, um dia, possamos voltar bater de frente com os grandes.

Ao mesmo tempo que possa parecer uma missão impossível, contribuir com um pequeno gesto não é uma tarefa difícil: compre uma camisa de um clube de futebol do Distrito Federal, dê a uma criança e leve-a a um estádio.

Gabriel de Sousa é jornalista político formado pela Universidade de Brasília e repórter do jornal O Estado de S. Paulo. Apaixonado pelo futebol e pelo seu Ceilândia Esporte Clube, usa esse espaço para analisar o impacto de esporte local no lazer dos moradores do Distrito Federal e o cotidiano das arquibancadas candangas.

O Gama vira outro time no segundo tempo dos jogos? Os números explicam

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Gama
Foto: Filipe Fonseca/Gama

O Gama lidera o Campeonato Candango BRB 2026 apoiado em uma característica recorrente: a força no segundo tempo. Em cinco rodadas disputadas, o alviverde marcou praticamente todos os gols após o intervalo e construiu resultados decisivos a partir da leitura de jogo durante a partida. O desempenho levanta uma pergunta comum entre torcedores no Bezerrão: o time realmente volta diferente do vestiário?

Os números confirmam a percepção. Nas rodadas iniciais da defesa do título do Candangão, o Gama passou ileso pela maioria dos primeiros tempos, mas também teve dificuldade para transformar domínio territorial em vantagem no placar. O crescimento aparece após o intervalo, com intensidade maior, uso frequente do banco de reservas e pressão contínua sobre os adversários.

Na estreia, diante do Real Brasília, o cenário foi emblemático. O primeiro tempo terminou em 0 a 0, apesar da presença ofensiva do alviverde. A resposta veio cedo na etapa final, com Felipe Clemente balançando a rede aos 11 minutos e garantindo a vitória mínima no Bezerrão. O padrão começava a se desenhar.

A segunda rodada reforçou a tendência. Contra o Brasília, o Gama encontrou bloqueios no primeiro tempo e saiu para o intervalo novamente sem gols. Após o descanso, o volume ofensivo aumentou. Felipe Clemente abriu o placar aos 24 minutos e Kennedy, acionado no banco, fechou a conta aos 46, consolidando uma vitória construída com paciência e leitura do adversário.

A terceira rodada foge um pouco da regra, mas ainda sustenta o argumento. No empate sem gols diante do Samambaia, o equilíbrio se manteve durante toda a partida, sem vantagem clara em nenhum dos tempos. Ainda assim, o Gama saiu do jogo sem sofrer gols, mantendo solidez defensiva como base da campanha.

O clássico contra o Brasiliense, na quarta rodada, representa a exceção do campeonato. Foi o único duelo no qual o Gama resolveu o placar antes do intervalo. Renato e Felipe Clemente marcaram no primeiro tempo e, na etapa final, o alviverde administrou a pressão rival com maturidade e organização defensiva.

A quinta rodada escancarou o roteiro favorito do líder. O Paranoá surpreendeu no primeiro tempo e saiu em vantagem com Lopeu. No segundo tempo, após a expulsão de João Victor, o Gama transformou controle em gols. Felipe Clemente empatou aos 25, Lucas Piauí virou aos 38, Ramon ampliou aos 43 e Luan fechou o placar aos 49 minutos.

O recorte das cinco primeiras rodadas revela um Gama estratégico. O time prioriza controle, leitura e resistência no primeiro tempo, para depois acelerar, explorar desgaste físico dos adversários e usar bem as substituições. A liderança do Candangão passa, diretamente, por essa capacidade de crescer quando o relógio avança.

📊 Gama decide após o intervalo

Jogos disputados: cinco
Vitórias: quatro
Empates: um

Gols marcados
Primeiro tempo: dois
Segundo tempo: sete

Vitórias construídas com gols no segundo tempo

1ª rodada: 1 a 0 sobre o Real Brasília (gol aos 11 do segundo tempo)
2ª rodada: 2 a 0 sobre o Brasília (gols aos 24 e 46 do segundo tempo)
5ª rodada: 4 a 1 sobre o Paranoá (quatro gols após o intervalo)

Exceção

4ª rodada: 2 a 0 sobre o Brasiliense, com gols ainda no primeiro tempo

Brasília reforça defesa com dois jogadores em busca de reação no Candangão

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Brasília
Foto: Divulgação/Brasília

O Brasília ganhou novas peças para tentar virar a página no Campeonato Candango BRB 2026. Nesta segunda-feira (2/2), o clube confirmou as contratações do zagueiro Gegê e do lateral-direito Bruno Oliveira, dois reforços direcionados ao setor defensivo. As chegadas ocorrem logo após uma série de dispensas no elenco e representam mais um movimento da diretoria em busca de estabilidade na competição.

A vitória por 1 a 0 diante da Aruc, no último sábado (31/1), no Estádio Rorizão, tirou o Avião da zona de rebaixamento nos critérios de desempate e deu novo ânimo ao ambiente interno. Mesmo ainda em posição delicada na tabela, o resultado devolveu confiança ao grupo e abriu espaço para ajustes pontuais no elenco, agora reforçado com nomes de perfis distintos, mas com a mesma missão imediata.

Emprestado pelo Juventus-SP, o jovem zagueiro Jenilson, conhecido como Gegê, chega ao Colorado com discurso de fortalecimento defensivo. Em nota oficial, o clube destacou a força física e a leitura de jogo do atleta, atributos vistos como essenciais para uma equipe pressionada pela parte de baixo da classificação. O defensor passa a disputar espaço em um setor bastante exigido nas rodadas iniciais.

Para a lateral direita, o Brasília apostou em experiência. Bruno Oliveira foi anunciado como jogador de segurança tática e chega com a responsabilidade de dar equilíbrio ao sistema defensivo. A diretoria vê no reforço um nome capaz de agregar liderança e regularidade em um momento no qual cada ponto tem peso decisivo na permanência.

Com elenco reformulado e moral renovada, o próximo desafio do Avião será mais um teste direto na luta contra o Z-2. No sábado (7/2), às 16h, o Brasília visita o Samambaia, no Estádio Serejão, em Taguatinga, em confronto válido pela sequência do Candangão. O duelo surge como oportunidade para confirmar a reação e afastar, de vez, o fantasma do rebaixamento.