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Brasiliense chega à semifinal da Copa Verde pela quarta vez na história

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Brasiliense x Vila Nova - Copa Verde
Foto: Isabela Azine/@isabelaazine

A noite de quarta-feira (19/2) foi muito especial para o Brasiliense. O Jacaré entrou em campo pelo jogo de volta das quartas de final da Copa Verde, competição que garante ao vencedor uma vaga na terceira fase da Copa do Brasil. O representante do Distrito Federal venceu o Vila Nova fora de casa e carimbou a classificação para a semifinal. Agora, o esquadrão amarelo espera o ganhador do confronto entre Goiás e União Rondonópolis.

O Brasiliense foi até o Estádio Olímpico Pedro Ludovico, em Goiânia, e enfrentou o Vila Nova. O Jacaré abriu o placar aos 27 minutos do primeiro tempo. Tarta finalizou de fora da área e colocou a bola no ângulo esquerdo do arqueiro adversário. Minutos depois, Joãozinho fez ótima jogada pela direita e marcou um golaço. O clube goiano diminuiu no segundo tempo, mas nos minutos finais, Douglas colocou mais um gol de vantagem para a equipe do Distrito Federal.

O resultado classificou o Brasiliense para a semifinal da Copa Verde pela quarta vez na história. A primeira vez que isso aconteceu foi na edição de 2014. O Jacaré passou pelo Interporto nas oitavas de final e pelo Vilhena nas quartas. Na semifinal, o clube enfrentou o Brasília. Na partida de ida, realizada no Estádio Bezerrão, o esquadrão amarelo venceu por 2 a 0, levando boa vantagem para o próximo duelo. Porém, o Colorado conseguiu reverter o marcador, fez 3 a 0 no Serejão e eliminou o rival.

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A segunda vez que o Jacaré avançou à semifinal foi em 2020. Após eliminar o Vitória-ES, Luverdense e Atlético Goianiense, o clube enfrentou o Vila Nova. No jogo de ida, em Goiânia, o Brasiliense venceu por 2 a 0. Na sequência, o clube goiano fez 3 a 1, levando a decisão para os pênaltis. A equipe do Distrito Federal venceu por 5 a 3 e enfrentou o Remo na final. O esquadrão amarelo foi campeão desta edição, após derrotar os paraenses nas penalidades máximas.

Em 2021, o Brasiliense faturou o título da Copa Verde 2020 e trouxe a taça de volta à capital federal. – Foto: Fernando Torres/CBF

Em 2022 o Brasiliense chegou mais uma vez até à semifinal, em outro confronto diante do Vila Nova. Desta vez quem se deu melhor foi o Tigrão de Goiânia, passando para a finalíssima após vencer por 3 a 2 no placar agregado. O time de Goiás acabou perdendo para o Paysandu na final. A primeira partida da semifinal da Copa Verde 2025 será disputada no dia 5 ou 12 de março. A volta acontece em 19 de março.

Chaveamento Copa Verde

Quartas de final

Manaus 0x0 Paysandu -1º jogo
Paysandu x Manaus – 26/2 – 21h

São Raimundo-RR 2×0 Amazonas -1º jogo
Amazonas x São Raimundo-RR – 27/2 – 21h

União Rondonópolis 0x2 Goiás
Goiás x União Rondonópolis – 26/2 – 19h30

Brasiliense 1×1 Vila Nova – 1º jogo
Vila Nova 1×3 Brasiliense – 2º jogo

Capital enfrenta o Porto Velho na segunda fase da Copa do Brasil

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Porto Velho x Cuiabá - Copa do Brasil
Foto: Reprodução/Ascom Cuiabá

Na noite mais importante da história do Capital, o clube conheceu o próximo adversário na Copa do Brasil. Nesta quarta-feira (19/2), o Tricolor Candango recebeu a Portuguesa-RJ no Estádio JK, para a partida da fase inaugural do torneio nacional. Após um empate no tempo normal, a equipe do Distrito Federal venceu nos pênaltis e carimbou a classificação. Agora, o esquadrão já sabe quem vai enfrentar em março pela segunda fase.

O Capital ficou no 0 a 0 com a Portuguesa-RJ durante os 90 minutos. Com bastante oportunidades criadas, o clube poderia ter feito o resultado positivo no tempo normal, podendo se classificar sem precisar das penalidades máximas. Porém, a decisão do classificado acabou indo para os pênaltis. Após o clube visitante perder a quarta cobrança, Sandy converteu a última penalidade e colocou o Capital na próxima fase da Copa do Brasil.

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O adversário do esquadrão do Distrito Federal também foi conhecido após a decisão de pênaltis. Em Porto Velho, capital de Rondônia, os donos da casa enfrentaram o Cuiabá. Após um 0 a 0 durante o tempo regulamentar, a equipe do Norte do Brasil derrotou os mato-grossenses por 4 a 3. Por ter uma posição no Ranking Nacional de Clubes da CBF melhor que o time do quadradinho, o Porto Velho virá a Brasília para visitar o Capital.

O duelo entre as duas equipes deve acontecer no dia 5 ou 12 de março. Essas datas estão previstas na tabela detalhada da Confederação Brasileira de Futebol. Dando continuidade a temporada, o Capital volta a entrar em campo no próximo domingo (23/2). O Coruja recebe o Ceilândia no Estádio JK, no Paranoá, às 16h. O clube briga pela classificação para a segunda fase do Campeonato Candango.

Segunda fase da Copa do Brasil

Capital x Porto Velho-RO
Estádio JK
Data: 5 ou 12 de março

Histórico! Capital vence Portuguesa nos pênaltis e avança na Copa do Brasil

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Capital x Portuguesa-RJ - Copa do Brasil
Foto: Gustavo Roquete/Capital

Histórico: um dia para jamais ser esquecido na história do Capital! Nesta quarta-feira (19/2), o Tricolor Candango cravou a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil 2025 ao vencer a Portuguesa. A vitória foi dramática e decidida nas penalidades máximas, por 5 a 3, depois de uma partida zerada nos 90 mintos. Agora, a equipe do Distrito Federal enfrentará o Porto Velho, de Rôndonia, na segunda fase. Além de garantir a vaga, a Coruja também recebe R$ 830 mil de premiação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Na segunda fase, o mando de campo foi previamente decidido: o Capital, mais uma vez, decide em casa. O adversário, o Porto Velho, de Rondônia, se classificou ao vencer o Cuiabá, dentro de casa, no Estádio Aluízio Ferreira. Assim como a do Tricolor, a partida do outro lado da chave também terminou em 0 a 0 no tempo regulamentar. Nos pênaltis, as cobranças chegaram até as alternadas, mas os rondonienses avançaram com 4 a 3 no placar. Os detalhes, como data e horário do próximo embate da Coruja na Copa do Brasil, ainda serão divulgados pela CBF.

Primeiro tempo

Fora de campo, a noite começou bem feita. Sob fogos de artifício e fumaças, até a iluminação do JK foi desligada para complementar a festa. Dentro de campo, os jogadores foram motivados e o começo de jogo foi intenso. No primeiro minuto, Robert chegou até a linha de fundo e animou ainda mais a torcida tricolor. Em resposta, a Portuguesa tão logo pediu pênalti aos 2′. O camisa 10 lusitano Romarinho chutou de fora da área, mas a defesa interceptou. Os cariocas pediram pênalti e alegaram toque de mão, mas o árbitro seguiu.

Marcelo Cabo armou o time de forma mais espaçada e assim envolvia a Portuguesa. Os donos da casa sabiam controlar a bola. Tamanho controle resultou em uma posse de 76% para o Capital no primeiro tempo. No entanto, fazer a bola chegar em condições aos atacantes parecia mais difícil. Os cariocas marcavam em pressão: se um tricolor tocou na bola, dois chegavam para marcar. Na linha de zaga, os defensores lusitanos não cediam muitos espaços para Wallace Pernambucano ou Mateusinho se criarem.

Assim, as chegadas mais perigosas vieram em bolas aéreas e chutes de fora da área. A mais perigosa veio dos pés de Matteus Silva, aos 20 minutos . O lateral-esquerdo pegou uma sobra e encheu o pé para bater firme. Quando a bola chegou dentro da área, Mateusinho conseguiu se posicionar para desviar, mas finalizou para fora. A resposta da Lusa foi aos 40′. O tricolor Vinicius fez falta na entrada da área e o juiz assinalou. Na batida, o meia Willian bateu com efeito e obrigou grande defesa de Reynaldo, bem posicionado para mandar para escanteio.

Segundo tempo

Da mesma forma que terminou, começou: pressão carioca. Depois de apenas dois minutos do retorno dos vestiários, Reynaldo fez mais uma grande defesa. Na jogada, Romarinho – da Portuguesa – subiu mais alto do que toda a marcação e desviou à queima-roupa. O goleiro do Capital mostrou tempo de reação para defender e ainda por cima encaixar a finalização. Aos doze, o camisa dez apareceu para levar perigo à meta mandante mais uma vez. Depois de receber pela direita, o meia finalizou, mas a bola passou por cima do travessão.

Conforme os minutos se passavam, a pressão também aumentava. Os jogadores passaram a ficar tensos, de olho em evitar qualquer hipótese de penalidades. Também aumentaram as faltas. Em uma delas, aos 15′, em frente à entrada da área, quem assumiu a responsabilidade da cobrança foi Wallace Pernambucano. O camisa nove fez jus ao apelido de ‘Tanque’ e mandou um canhão em direção à meta lusitana. O goleiro da Lusa, Douglas Borges, defendeu de mão trocada. Minutos depois, o clima esquentou de vez e jogadores se estranharam. A turma do ‘deixa disso’ chegou e apartou o princípio de confusão.

O tempo passava rápido e o desespero tomava mais conta ainda. Quando chegaram aos acréscimos, dois da Portuguesa foram mandados para o chuveiro mais cedo. Primeiro, Thomas Kayck deu a famosa tesoura para impedir que Deizinho, recém-entrado na partida, chegasse sozinho diante do goleiro. O zagueiro tomou o segundo amarelo e foi expulso. Minutos depois, o goleiro reserva da equipe lusitana, já no banco de reservas, também tomou o vermelho. Quando os 50′ minutos do segundo tempo terminaram, o 0 a 0 permaneceu, e com ele, a decisão nas penalidades máximas.

Pênaltis
Capital:
Portuguesa-RJ: ⚽❌

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Capital – 0
Escalação: Reynaldo; Vinícius Baracioli, Richardson, Éder Lima 🟨 e Matteus Silva; Felipe Guedes, Rodriguinho 🟨 e Robert (Romarinho 🟨); Mateusinho (Deysinho), Matheus Anderson (Michael Quarcoo) e Wallace Pernambucano (Sandy)
Técnico: Marcelo Cabo

Portuguesa-RJ – 0
Escalação: Douglas Borges; Lucas Mota, Victor Pereira 🟨, Thomas Kaick 🟨🟨🟥e MV; Wellington César (Hélio Paraíba), Henrique Rocha (Ian Carlo), William (Hugo) e Romarinho (Lucas Santos); Elicley (Joazi) e Lohan🟨
Técnico: Douglas Ferreira

Brasiliense domina o Vila Nova em Goiás e está na semifinal da Copa Verde

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Brasiliense x Vila Nova - Copa Verde
Foto: Isabela Azine/@isabelaazine

Na noite desta quarta-feira (19/02), o Brasiliense foi ao Goiás para encarar  Vila Nova no jogo de volta das quartas de final da Copa Verde. Após um empate por 1 a 1 no primeiro confronto da eliminatória, o Jacaré conseguiu garantir uma vitória tranquila fora de casa. No Estádio Olímpico Pedro Ludovico Teixeira, o clube amarelo anotou um 3 a 1 e se classificou às semifinais da competição.

Com este resultado, o Brasiliense está classificado para a semifinal da Copa Verde 2025, onde enfrentará o Goiás. A etapa antecessora da grande final da competição ainda não tem a data definida pela CBF.

Primeiro tempo

O Brasiliense começou a partida melhor na casa do adversário. A marcação do Vila Nova parecia não encontrar o padrão de rotação da equipe do Distrito Federal. A primeira grande chance saiu aos 18 minutos da etapa inicial, quando Joãozinho fez uma linda jogada pela ala e deixou Tarta na cara do gol. O meia bateu com estilo, de trivela, mas a bola saiu caprichosamente por cima da meta defendida pelos donos da casa.

Logo no minuto posterior, o Brasiliense quase chegou ao primeiro gol. João Santos partiu pela ponta esquerda e cruzou a bola na área, onde estava Gui Mendes. O atacante finalizou para o gol, porém, o goleiro Kauã operou um milagre e a pelota ainda tocou na trave antes de sair. O gol do Jacaré parecia maduro, da cor do uniforme da equipe.

Na marca dos 27 minutos do primeiro tempo, o gol da equipe do DF finalmente saiu. Tarta anotou uma pintura da entrada da área. Após uma jogada construída pela faixa central, o atacante João Santos engatilhou para chutar, porém, foi travado pelo zagueiro rival. A bola sobrou para o camisa oito do Brasiliense, que soltou uma sapatada para colocar a equipe do quadradinho à frente no placar: 1 a 0 para o Jacaré.

Tarta, Brasiliense
Foto: Dutra

E o Brasiliense não parava. Desta vez, Joãozinho foi o responsável por ampliar o placar no Estádio Olímpico. O atacante foi acionado dentro da área, fez um lindo drible em cima de Léo Gama, deixou o marcador no chão e bateu para o gol. Mais um golaço para a equipe de Luis Carlos Winck: 2 a 0 e uma classificação bem encaminhada.

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Segundo tempo

Desesperado pelo resultado e por estar sendo vexatoriamente eliminado dentro de casa, o Vila Nova se lançou à frente logo no início da etapa complementar e conseguiu assustar o Jacaré – pelo menos nos minutos iniciais. A equipe da casa trabalhava mais com alto volume no ataque do que com qualidade e paciência. Assim, tinha enorme dificuldades para encontrar alguma chance clara e manifesta de gol.

O jogo parecia tranquilo para o Brasiliense. Porém, aos 37 minutos, o Vila Nova cobrou uma falta com muito perigo ao goleiro Kayser, que espalmou a cobrança. Todavia, o guarda-redes saiu errado no rebote e a arbitragem acabou apontando um pênalti para a equipe da casa. Penalidade máxima cobrada e muito bem convertida pelo lateral Lucas Sena. Gol que colocava o Colorado Goiani de volta ao jogo até então.

Porém, logo no lance seguinte, o Jacaré foi à rede para matar o jogo. Na saída de bola após o gol sofrido, dois atacantes que tinham acabado de entrar fizeram valer seus minutos em campo. Dentinho achou Douglas livre de marcação. Assim, o camisa 16 só teve o trabalho de deslocar o goleiro adversário com um belo toque no canto inferior direito e sair para o abraço: 3 a 1 para o Jacaré e classificação garantida na casa adversária.

Vila Nova – 1
Escalação: Kauã; Lucas Sena, Felipe Garcia🟨, Léo Gama🟨 e Higor (Arthur Freire); Guilherme Vieira, Marcos Rondon (Vinícius) e Gustavo Pajé; Caixeta, Carlos Miguel (Jamerson Jabá) e Lucas Gabriel (Felipe Samuel).
Técnico: Mendes

Brasiliense – 3

Escalação: Matheus Kayser; Netinho🟨, Keynan, Igor Morais e Romário; Gabriel Galhardo, Tarta⚽ e Marcos Jr; Joãozinho (Douglas),⚽, João Santos e Gui Mendes (Dentinho).
Técnico: Luís Carlos Winck

Marcelo Cabo comenta estreia do Capital na Copa do Brasil: ‘a chave virou’

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Capital
Foto: Uéslei Costa/Capital

Poucas horas antes da estreia do Capital na história da Copa do Brasil, a equipe do Distrito do Esporte obteve acesso na tarde desta quarta-feira à um vídeo do comandante Marcelo Cabo de olho no confronto inédito do clube. No Estádio JK, o Tricolor Candango enfrenta a Portuguesa, naquela que é considerada a partida mais importante da história da instituição até então. Os ingressos para a noite de copa estão praticamente esgotados e a bola deve rolar às 20h.

Após comemorar efusivamente a volta do Capital a zona de classificação do Candangão, Marcelo Cabo disse em vídeo estar confiante para a vaga. No mesmo trecho, o treinador ainda afirmou que que sua experiência na competição pode ajudar a equipe. Também, que as fases eliminatórias da Copa do Brasil são muito diferentes dos campeonatos já disputados pelo Tricolor até aqui.

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Na entrevista, o técnico contou a expectativa para o confronto de logo mais. “É uma competição que eu já joguei algumas, então tenho um pouco de ‘nohall’ na competição. É um formato diferente do estadual, do modelo comportamental que a gente tem, porque é um jogo único, de mata-mata. Temos que buscar agora uma plataforma de jogo, uma performance dentro de uma partida classificatória. Não pensávamos em Portuguesa antes do último compromisso pelo estadual, mas agora a chave virou.”

Diretor do Gama é punido com suspensão e multa por ofensas à arbitragem

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Gama
Foto: Divulgação | Gama

Foi publicado nesta terça-feira (18/2), pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJD-DF), o julgamento de Daniel Pérez Dip, diretor executivo do Gama, ainda sobre um caso registrado na partida contra o Samambaia. Na ocasião, o dirigente teria dito ao quarteto de arbitragem que “pode colocar meu nome na súmula que a minha rola é maior que o tribunal! No tribunal não dará nada mesmo”. A decisão judicial foi de punir o gamense com uma suspensão de 95 dias e multa de R$ 12 mil.

Dip foi autuado em dois artigos do tribunal: duas vezes no 243-F, por ofender a honra de alguém e no 258-B, por invadir um local destinado à equipe de arbitragem ou local da partida. As regras são regulamentadas pelo Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). A decisão de punição em 95 dias, além da multa de R$ 12 mil. No documento, é dito que a ofensa se dirigiu – além da arbitragem – aos auditores do TJD-DF e outros agentes desportivos (procuradores, defensores e secretário), que compõem a Justiça Desportiva do Futebol do Distrito Federal.

Todas as reclamações do dirigente vieram após o apito final, mesmo com a vitória do Gama por 1 a 0. De acordo com a equipe de arbitragem, Dip teria invadido o campo e dito que eles “teriam que se benzer depois de tanta cagada que fizeram”. Em seguida, segundo a súmula, o diretor completa e afirma: “pode colocar meu nome na súmula que a minha rola é maior que o tribunal! No tribunal não dará nada mesmo”. A irritação do diretor seria por conta de um suposto pênalti não marcado em cima do meia Lucas Lourenço, já nos acréscimos do segundo tempo.

Naquela partida, o Gama venceu o Samambaia fora de casa, ainda pela 5ª rodada do Campeonato Candango de 2025. A partida terminou em 1 a 0 para o Alviverde, com gol de Pedro Romano, após cobrança de falta de Daniel Costa. Além das ofensas de Daniel Dip, outra polêmica havia cercado o confronto. Em vídeos publicados nas redes sociais, o torcedores gamenses reclamaram sobre as condições oferecidas nas arquibancadas visitantes, sobretudo aos banheiros – que sequer tinha um vaso sanitário. A diretoria samambaense, por outro lado, alega que haviam banheiros químicos disponíveis.

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Agora na 8ª rodada do Campeonato Candango de 2025, o Gama retorna ao Estádio Serejão para visitar o Brasiliense, no clássico verde-amarelo. O confronto está marcado para este domingo (23/2), às 16h.

Capital contrata lateral-direito para a sequência da temporada

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Vinicius Baracioli - reforço do Capital para a temporada
Foto: Divulgação/Capital

Tem jogador novo no elenco do Capital! Visando uma boa sequência de temporada, o Tricolor do quadradinho segue atuante no mercado da bola e acertou a contratação de mais um atleta. Mesmo com a disputa eletrizante no Candangão BRB 2025, a diretoria da equipe, pensando a longo prazo, buscou um reforço para fortalecer a lateral direita do Coruja. Vale lembrar que o esquadrão irá disputar a Série D do Campeonato Brasileiro. Além disso, o clube entra em campo pela Copa do Brasil na noite desta quarta-feira (19/2).

A nova contratação do Capital é Vinícius Baracioli. O lateral-direito de 24 anos estava na Tombense, disputando o Campeonato Mineiro pela equipe. Durante a competição estadual, ele entrou em campo em sete oportunidades. A última partida foi no dia 15 de fevereiro, na derrota fora de casa para o Atlético-MG. Antes da chegada do atleta, Marcelo Cabo, treinador do Capital, tinha somente à disposição na posição o lateral Lenon. Genilson segue afastado por conta de uma lesão no tendão.

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Vinícius Baracioli começou a carreira nas categorias de base do Tanabi e também passou pelo Mirassol, inclusive sendo campeão da Série D do Brasileirão em 2020. Já profissionalmente, o jogador foi emprestado ao Barra e Santo André, quando ainda tinha vínculo com a equipe do interior de São Paulo. Em 2024, o jogador defendeu o Água Santa e o Votuporanguense. Ele entrou em campo em 38 partidas e balançou as redes em quatro oportunidades.

O lateral-direito ainda não aparece no BID da CBF como jogador do Capital, não podendo atuar diante da Portuguesa-RJ pela Copa do Brasil na noite desta quarta-feira (19/2). A partida será às 20h, no Estádio JK. O próximo compromisso do Tricolor Candango será no domingo (23/2), pelo Campeonato Candango. O clube terá um importante confronto pelo G4 contra o Ceilândia, às 16h, novamente na praça esportiva do Paranoá.

Ingressos para duelo entre Capital e Portuguesa-RJ estão quase esgotados

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Torcida do Capital presente em Capital x Gama, pela segunda rodada do Candangão BRB 2024
Foto: Pedro José/@eu.pedrojose

A quarta-feira (19/2) entrará para a história do Capital! O Tricolor do quadradinho joga pela primeira fase da Copa do Brasil da atual temporada. O clube recebe a Portuguesa-RJ no Estádio JK, localizado no Paranoá, às 20h. Esta é a primeira vez desde sua fundação que a equipe vai disputar a principal copa em território brasileiro. Além disso, o esquadrão do Distrito Federal terá a Série D do Campeonato Brasileiro pela frente. O jogo desta quarta será de muita pressão para o adversário.

A diretoria do Capital disponibilizou uma carga de 5.000 (cinco mil) ingressos para a partida diante da Portuguesa-RJ. As vendas iniciaram uma semana antes do confronto, com muitas entradas sendo comercializadas já nos primeiros dias. Na manhã desta quarta-feira (19/2), o esquadrão tricolor divulgou nas redes sociais a parcial de bilhetes vendidos. Até aqui, 4.188 ingressos foram adquiridos, restando pouco menos de 900 para a lotação máxima do Estádio JK.

As entradas estão sendo comercializadas na loja oficial do Capital, localizada na Quadra 2 do Setor Comercial Sul; Paranoá Esportes, localizada na Avenida Paranoá; e no Resenha Bar e Restaurante, na Asa Sul. O bilhete custa R$ 20,00 e de brinde o torcedor ganha uma camisa do Capital. Pelas redes sociais, a diretoria do clube do DF pede para as pessoas chegarem cedo ao Estádio JK para evitar filas. A esperança é que todos os ingressos sejam vendidos.

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Capital x Brasiliense - Estádio JK
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Patrocinador pontual na camisa do Capital

No último domingo (16/2), o Capital divulgou que a Prefeitura de Pirenópolis, município do estado de Goiás, vai estampar a camisa do tricolor na partida válida pela Copa do Brasil diante da Portuguesa-RJ. Os valores não foram divulgados, mas o intuito do município é aproveitar a visibilidade que o time do Distrito Federal vem ganhando ultimamente e a exposição do jogo ao nível nacional para destacar as belezas da cidade vizinha.

Com a exposição prevista, o objetivo é chamar a atenção para os principais atrativos da cidade, que conta com cachoeiras, centro histórico tombado como patrimônio nacional, casas e igrejas do século XVIII e ruas de pedras, além de serras e mirantes. A região também oferece uma gastronomia vasta e festas e eventos para todos os gostos, sem falar que se trata de um destino de esportistas como ciclistas e montanhistas. Atualmente, quase 80% dos visitantes são do Distrito Federal.

Quarta de decisão: Brasiliense e Capital definem seus futuros nas Copas

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Keynan, do Brasiliense, e atleta do Capital
Fotos: Mateus Dutra/Distrito do Esporte e Ueslei Costa/Capital

A noite desta quarta-feira (19/2) será agitada para o futebol do Distrito Federal. Brasiliense e Capital representarão a capital federal em duas competições. O Jacaré fará o jogo de volta da Copa Verde contra o Vila Nova, às 19h, no estádio Olímpico, em Goiás. Uma hora mais tarde, a Coruja enfrentará a Portuguesa-RJ, em confronto válido pela primeira fase da Copa do Brasil. Com promessa de casa cheia, o estádio JK será o palco do confronto decisivo.

Na última quinta-feira (13/2), o Brasiliense recebeu o Vila Nova no estádio Serejão e empatou por 1 a 1. Léo Gama abriu o placar para os goianos e Keynan deixou tudo igual. Nesta quarta-feira (19/2), às 19h, as equipes voltam a se enfrentar no estádio Olímpico, em Goiás. Caso a partida termine empatada no tempo regulamentar, a vaga à semifinal da Copa Verde será decidida nos pênaltis. O vencedor deste confronto enfrentará o classificado entre Goiás-GO e União-MT.

Debutante na Copa do Brasil, o Capital entra em campo às 20h, no estádio JK, no Paranoá. A equipe treinada por Marcelo Cabo briga por uma vaga na segunda fase da competição contra a Portuguesa-RJ. A partir deste ano, em caso de igualdade no tempo regulamentar, o confronto será definido em cobranças de penalidades máximas. Caso conquiste a classificação, a Coruja enfrentará o vencedor entre Porto Velho-RO e Cuiabá-MT. A partida entre os possíveis adversários ocorrerá simultaneamente com o embate do Capital.

Casa cheia no JK

A estreia do Capital na Copa do Brasil contra a Portuguesa-RJ terá casa cheia. O Capital anunciou, na manhã desta quarta-feira (19/2), em seu Instagram oficial, mais de quatro mil ingressos comercializados para o decisivo confronto. A carga disponibilizada foi de cinco mil bilhetes. O presidente do clube, Godofredo Gonçalves, comemorou a boa venda e destacou que a promoção “camisa + ingresso por 20 reais” continua nas lojas participantes, mas que não ocorrerá na porta do estádio JK.

Clássico verde-amarelo completa 24 anos; quem tem o melhor retrospecto?

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Clássico
Foto: Arquivo

Estádio Mané Garrincha, 18 de fevereiro de 2001. Brasiliense e Gama, segunda rodada do Campeonato Candango daquele ano. Os quase mil e quinhentos torcedores presentes na maior arena do Distrito Federal talvez não imaginassem que aquela partida seria a primeira da maior rivalidade já vista na capital do Brasil. Nesta terça-feira (18/2), completam-se 24 anos de um clássico verde-amarelo recheado de histórias, duelos memoráveis, títulos, confusões e polêmicas. E em breve, neste domingo (23/2), o Jacaré recebe os gamenses para o 74ª confronto entre as equipes, no Estádio Serejão, pelo Candangão 2025.

Todo o cenário do futebol candango era diferente no primeiro clássico verde-amarelo. O Gama era soberano na capital federal e vinha de um tetracampeão consecutivo do Candangão, além de estar na Série A do Campeonato Brasileiro. Um horizonte, até ali, inimaginável para o lado amarelo. O Jacaré havia sido fundado um ano antes, e logo na temporada de estreia venceu a Segunda Divisão do Campeonato Candango. Assim, ascendeu rapidamente à elite local. A partida diante do Alviverde era apenas a segunda do Brasiliense no primeiro escalão do DF.

Mesmo com o claro favoritismo para o Alviverde, os caçulas surpreenderam diante dos 1.485 torcedores presentes no antigo Mané Garrincha, local onde o Brasiliense mandava as partidas. Com gols de Alan, Weldon e Rodrigo Jaú, o Jacaré chegou a abrir três gols de vantagem, mas o Gama descontou com Carlos Alberto, já na reta final. Ainda naquela partida, quatro jogadores foram expulsos: Sidnei foi o único da equipe amarela, acompanhado dos gamenses Zé Carlos, Rodriguinho e Maninho.

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Dois meses depois, o segundo embate e mais uma vitória amarela. Em pleno Estádio Bezerrão, o Brasiliense construiu mais uma vitória, desta vez, por 2 a 0. Os dois triunfos do Jacaré não foram avistados no fim daquele Candangão. Na grande decisão, os rivais voltaram a se encontrar em jogos de ida e volta. Na primeira partida, o Gama venceu por 3 a 2. No duelo decisivo, sob o olhar de mais de 34 mil torcedores (maior público da história do clássico até hoje) no Estádio Serejão, os gamenses conquistaram o penta consecutivo com a vitória por 2 a 1; Alessandro Bocão e Rodrigão marcaram para o Alviverde e Iranildo marcou para os vice-campeões.

Clássico
Gamenses comemoram pentacampeonato conquistado em 2001. Foto: Arquivo

Retrospecto geral: quem mais venceu o rival?

Nestes 24 anos de história, as equipes se enfrentaram em 74 partidas. No retrospecto geral, o Brasiliense leva a melhor: são 28 vitórias contra o maior rival, com 97 gols marcados. A maior goleada aplicada pelo Jacaré foi um 4 a 0 em 2009, placar repetido em  2021 e 2022. Pelo lado do Gama, são quatro triunfos a menos, 24. Os gamenses balançaram as redes amarelas em 76 oportunidades. O placar mais elástico do Alviverde foi um 4 a 1, aplicado em 2003. Em outros 22 jogos, o clássico terminou empatado.

Iranildo e Marcelinho Carioca comemoram vitória sobre o Gama, em 2005. Foto: Arquivo

Além dos confrontos “convencionais”, Gama e Brasiliense se enfrentaram sete vezes em finais de campeonato. A primeira, citada anteriormente, foi vencida pelos gamenses, em 2001. O Alviverde também levou a melhor dois anos depois, em 2003. Dali, o Jacaré venceu as três seguintes: 2004 (o primeiro título candango da história do clube), 2006 e 2011. Depois de oito anos da última decisão verde-amarela, os rivais voltaram a se encontrar em 2019 e 2020. Nas duas oportunidades, o Alviverde levou a taça para casa.

Confronto 74

Neste domingo (23/2), o clássico verde-amarelo acontece pela 74ª vez na história. Às 16h, o Brasiliense recebe o Gama no Estádio Serejão, pela oitava rodada do Campeonato Candango, em um duelo direto na parte de cima da tabela. Ambos estão empatados com 16 pontos, mas a equipe amarela está a frente, na segunda colocação, enquanto os gamenses estão na terceira.