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Clássico verde-amarelo completa 24 anos; quem tem o melhor retrospecto?

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Clássico
Foto: Arquivo

Estádio Mané Garrincha, 18 de fevereiro de 2001. Brasiliense e Gama, segunda rodada do Campeonato Candango daquele ano. Os quase mil e quinhentos torcedores presentes na maior arena do Distrito Federal talvez não imaginassem que aquela partida seria a primeira da maior rivalidade já vista na capital do Brasil. Nesta terça-feira (18/2), completam-se 24 anos de um clássico verde-amarelo recheado de histórias, duelos memoráveis, títulos, confusões e polêmicas. E em breve, neste domingo (23/2), o Jacaré recebe os gamenses para o 74ª confronto entre as equipes, no Estádio Serejão, pelo Candangão 2025.

Todo o cenário do futebol candango era diferente no primeiro clássico verde-amarelo. O Gama era soberano na capital federal e vinha de um tetracampeão consecutivo do Candangão, além de estar na Série A do Campeonato Brasileiro. Um horizonte, até ali, inimaginável para o lado amarelo. O Jacaré havia sido fundado um ano antes, e logo na temporada de estreia venceu a Segunda Divisão do Campeonato Candango. Assim, ascendeu rapidamente à elite local. A partida diante do Alviverde era apenas a segunda do Brasiliense no primeiro escalão do DF.

Mesmo com o claro favoritismo para o Alviverde, os caçulas surpreenderam diante dos 1.485 torcedores presentes no antigo Mané Garrincha, local onde o Brasiliense mandava as partidas. Com gols de Alan, Weldon e Rodrigo Jaú, o Jacaré chegou a abrir três gols de vantagem, mas o Gama descontou com Carlos Alberto, já na reta final. Ainda naquela partida, quatro jogadores foram expulsos: Sidnei foi o único da equipe amarela, acompanhado dos gamenses Zé Carlos, Rodriguinho e Maninho.

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Dois meses depois, o segundo embate e mais uma vitória amarela. Em pleno Estádio Bezerrão, o Brasiliense construiu mais uma vitória, desta vez, por 2 a 0. Os dois triunfos do Jacaré não foram avistados no fim daquele Candangão. Na grande decisão, os rivais voltaram a se encontrar em jogos de ida e volta. Na primeira partida, o Gama venceu por 3 a 2. No duelo decisivo, sob o olhar de mais de 34 mil torcedores (maior público da história do clássico até hoje) no Estádio Serejão, os gamenses conquistaram o penta consecutivo com a vitória por 2 a 1; Alessandro Bocão e Rodrigão marcaram para o Alviverde e Iranildo marcou para os vice-campeões.

Clássico
Gamenses comemoram pentacampeonato conquistado em 2001. Foto: Arquivo

Retrospecto geral: quem mais venceu o rival?

Nestes 24 anos de história, as equipes se enfrentaram em 74 partidas. No retrospecto geral, o Brasiliense leva a melhor: são 28 vitórias contra o maior rival, com 97 gols marcados. A maior goleada aplicada pelo Jacaré foi um 4 a 0 em 2009, placar repetido em  2021 e 2022. Pelo lado do Gama, são quatro triunfos a menos, 24. Os gamenses balançaram as redes amarelas em 76 oportunidades. O placar mais elástico do Alviverde foi um 4 a 1, aplicado em 2003. Em outros 22 jogos, o clássico terminou empatado.

Iranildo e Marcelinho Carioca comemoram vitória sobre o Gama, em 2005. Foto: Arquivo

Além dos confrontos “convencionais”, Gama e Brasiliense se enfrentaram sete vezes em finais de campeonato. A primeira, citada anteriormente, foi vencida pelos gamenses, em 2001. O Alviverde também levou a melhor dois anos depois, em 2003. Dali, o Jacaré venceu as três seguintes: 2004 (o primeiro título candango da história do clube), 2006 e 2011. Depois de oito anos da última decisão verde-amarela, os rivais voltaram a se encontrar em 2019 e 2020. Nas duas oportunidades, o Alviverde levou a taça para casa.

Confronto 74

Neste domingo (23/2), o clássico verde-amarelo acontece pela 74ª vez na história. Às 16h, o Brasiliense recebe o Gama no Estádio Serejão, pela oitava rodada do Campeonato Candango, em um duelo direto na parte de cima da tabela. Ambos estão empatados com 16 pontos, mas a equipe amarela está a frente, na segunda colocação, enquanto os gamenses estão na terceira.

Copa do Brasil: veja mais sobre a Portuguesa-RJ, adversária do Capital

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Foto: Úrsula Nery/Agência FERJ

Falta pouco para o maior jogo da história do Capital. Nesta quarta-feira (19/2), o Tricolor Candango entra em campo pela primeira vez na Copa do Brasil diante da Portuguesa, do Rio de Janeiro. Os cariocas desembarcam no DF na terça (18/2), um dia antes da bola rolar. A partida está marcada para o Estádio JK, às 20h. O duelo não terá transmissão com imagens, conforme determinado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Não existem vantagens no placar: quem vencer nos 90 minutos, se classifica; em caso de empate, a definição será nos pênaltis.

A Lusa chegou de “rebote” nesta edição do torneio. Com o título do Flamengo da Copa do Brasil, mais uma vaga na competição se abriu aos clubes do Rio de Janeiro. Assim, a Portuguesa, sétima colocada do Cariocão em 2024, foi a beneficiada com a classificação. Esta será a terceira participação da Lusa na competição nacional. A primeira foi em 2022, quando chegou até a terceira fase e eliminou o CRB-AL e o Sampaio Côrrea-MA. Em 2024, foi eliminado ainda na segunda fase para o Cuiabá, nos pênaltis. Antes, havia eliminado o Audax-RJ.

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Esta temporada é de reafirmação da Lusa no cenário regional – e nacional. A última temporada foi recheada de expectativas para os torcedores do clube por se tratar do ano do centenário. No entanto, a maioria das metas não foram cumpridas. No Campeonato Carioca, mesmo com a classificação à Taça Rio, foi eliminado ainda nas semifinais. Depois, na Série D do Brasileirão, depois de quase conseguir o acesso à terceira divisão em anos anteriores, a Portuguesa decepcionou mais uma vez e caiu na terceira fase, para o Maringá, Tudo isso além da já citada eliminação na Copa do Brasil. 

Evaristo Piza foi o escolhido para comandar a Portuguesa no início desta temporada, mas deixou a equipe depois de apenas duas partidas e partiu rumo ao Retrô-PE. Douglas Ferreira, antes auxiliar, foi efetivado para os restantes dos compromissos. De lá para cá, foram duas vitórias, dois empates e cinco derrotas em nove partidas. No recorte com o novo treinador, são dez gols marcados e 19 sofridos. Atualmente, a Lusa ocupa a vice-lanterna do Cariocão, com dez pontos somados. Mesmo com o desempenho abaixo, a equipe lusitana não corre mais riscos de rebaixamento. 

A equipe da Ilha do Governador chega ao Distrito Federal mais tranquila em comparação à semanas anteriores. Com a confirmação do rebaixamento do Bangu, a Portuguesa se livrou de qualquer risco de queda e agora sonha com a classificação à Copa Rio. De quebra, no domingo (16/2), os lusitanos voltaram a vencer depois de seis partidas. O triunfo veio diante do Maricá, por 3 a 1. Lohan e Hélio foram os responsáveis por balançar as redes – o segundo dos três gols marcados pela Lusa foi contra. Na próxima e última rodada do Campeonato Carioca, a Lusa enfrentará o Sampaio Côrrea, neste sábado (22/2).

O grande nome da equipe é Romarinho – não é o do Capital, muito menos o do Ceilândia. Este tem 31 anos e é formado nas categorias de base do clube lusitano. No começo deste ano, o meia-atacante se tornou o jogador com mais jogos na história da Portuguesa. Outro atleta a chamar atenção neste início de temporada é o artilheiro Lohan, de 29 anos. Dos dez gols marcados pela Lusa em 2025, quatro saíram dos pés do centroavante. No meio-campo, as atenções ficam para o volante Henrique Rocha.

Provável escalação da Portuguesa para enfrentar o Capital: 
Douglas Borges; Lucas Mota, Victor Pereira, Thomas Kayck e Joazi; Wellington Cézar, Henrique Rocha, Anderson Rosa e Romarinho; Elicley e Lohan. Técnico: Douglas Ferreira

Portuguesa
Foto: André Oliveira

De acordo com a programação da Portuguesa, a delegação do clube desembarca no Distrito Federal nesta terça-feira (18/2), um dia antes da partida contra o Capital. O duelo no Estádio JK está agendado para às 20h. Com um novo regulamento na Copa do Brasil, não existem vantagem para nenhum dos lados: o vencedor no tempo regulamentar avança; se tudo permanecer empatado, a partida vai para os pênaltis. Quem passar, aguarda o resultado da partida entre Porto Velho-RO e Cuiabá para a definição do adversário na segunda fase. A premiação pode R$ 830 mil aos cofres da equipe classificada.

Seleção da Rodada #7 – Campeonato Candango 2025

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Seleção da 7ª rodada
Foto: Luis Moreira/Distrito do Esporte

Após o término da sétima rodada do Campeonato Candango 2025, o Distrito do Esporte apresenta a Seleção da Rodada, um esquadrão eleito pelos jornalistas do portal, que tiveram a missão de indicar os melhores de cada posição no certame de jogos. A escolha dos jogadores que integram a seleção de cada rodada do torneio local é baseada unicamente no desempenho dos atletas e times durante os jogos da elite do futebol candango.

Para ficar ainda melhor, os leitores do Distrito do Esporte também podem interagir e participar da escolha do “Craque da Rodada #7”. Ao fim desta matéria, uma enquete estará disponível para você poder escolher seu atleta preferido e votar nele quantas vezes quiser. O vencedor da votação pública será divulgado em nossas redes sociais na próxima quinta-feira (20/2) às 10h.

Nas partidas da quarta rodada do Candangão 2025, Capital, Ceilândia, Ceilandense, Legião, Paranoá e Samambaia emplacaram jogadores na Seleção da Rodada #6. Desta forma, o time ficou formado com Edmar Sucuri (Ceilândia); Pedrinho (Ceilandense), Éder Lima (Capital), Badhuga (Ceilândia) e Huguinho (Samambaia); Felipe Guedes (Capital), Lila (Samambaia) e Mateusinho (Capital); Felipe Clemente (Ceilândia), Luquinhas (Legião) e Lucas Victor (Paranoá). Adelson de Almeida (Ceilândia) foi escolhido como o melhor técnico.

Veja como foram os jogos da rodada

Gato iluminado: Ceilândia vence Gama e assume a liderança do Candangão

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Ceilândia x Gama - Candangão BRB 2025
Foto: Alan Rones

A estreia da iluminação no estádio Abadião acendeu a eficiência do Ceilândia na noite desta segunda-feira (17/2). Com um gol em cada tempo, contra de Daniel Costa e outro de Felipe Clemente na saída de Renan Rinaldi, o Gato Preto venceu o Gama pela sétima rodada do Candangão. Com a vitória, o alvinegro candango assumiu a liderança da competição com 18 pontos, dois à frente do Brasiliense, vice-líder. Do outro lado, o alviverde é o terceiro colocado com 16 pontos.

O primeiro tempo foi com superioridade gamense, mas a torcida alvinegra foi a que saiu mais feliz. Após cobrança de escanteio, Daniel Costa cabeceou contra o próprio gol e Renan Rinaldi não conseguiu evitar o primeiro tento do Ceilândia. No segundo tempo, o alvinegro decretou a vitória com gol de Felipe Clemente. O atacante alvinegro recebeu ótimo passe de Júlio César e bateu na saída do goleiro Renan Rinaldi. O resultado positivo levou o Ceilândia à liderança do Candangão.

Pressão alviverde, vitória alvinegra

Aos dois minutos, Rafa Marcos finalizou para o gol, Sucuri espalmou e a bola sobrou para Nunes. O centroavante chutou para o gol e a defesa alvinegra salvou em cima da linha. Dez minutos depois, Lucas Lourenço cruzou para a entrada da área, Michel bateu para o gol, a bola bateu no sistema defensivo e chegou mascada em Sucuri. Apesar da pressão gamense, o primeiro gol da partida foi do Ceilândia. Aos 24′, Danillo cobrou escanteio, Daniel Costa tentou tirar e jogou contra o próprio patrimônio.

Com 30′, Nunes ajeitou de primeira, por cima da defesa, para Rafa Marcos. O camisa sete gamense finalizou também de primeira e por pouco não marca um golaço. Atrás no placar, o Gama buscava mais os ataques, mas a forte defesa alvinegra limava as tentativas ofensivas alviverdes. Aos 42′, Ramon arriscou de muito longe, mas pegou forte demais na bola e isolou. Sete minutos depois, Willian Jr. finalizou de fora e obrigou Sucuri a fazer uma boa defesa.

Vitória alvinegra

O Gama chegou com perigo aos dez minutos. Willian Jr. arriscou de longe e tirou tinta do travessão de Sucuri. No lance seguinte, Júlio César deu ótimo passe para Felipe Clemente em profundidade e o atacante alvinegro tocou na saída de Renan Renaldi para marcar o segundo gol do Ceilândia. O placar adverso obrigou o Gama a ir ao ataque, mas a equipe pecava no terço final e pouco assustava o Ceilândia.

Aos 25’, Ramon finalizou de longe e a bola raspou o travessão de Sucuri. No minuto seguinte, Luisinho rolou para Rafa Pontes na entrada da área, mas o jogador gamense pegou mal e desperdiçou boa oportunidade. Incisivo no ataque, o Gama encontrou dificuldades para furar o bom bloqueio defensivo do Ceilândia. Em um dos últimos momentos da partida, o zagueiro Pedro Romano se lançou ao ataque e cabeceou com perigo na meta de Sucuri. No último lance, Sucuri fez duas ótimas defesas e garantiu a vitória por 2 a 0 para o Ceilândia.

O que vem por aí no Candangão

Na próxima rodada do Candangão, o Ceilândia enfrentará o Capital, no próximo domingo (23/2), às 16h, no estádio JK, no Paranoá. Já o Gama terá o clássico verde-amarelo para disputar. A equipe de Glauber Ramos visita o Brasiliense também no domingo (23/2), às 16h, no Serejão. Encerrando a primeira fase, o Gato Preto recebe o Samambaia. O alviverde candango visita o JK.

Ceilândia 2
Sucuri; Paulinho 🟨, Wallace, Badhuga e Danillo; Júlio César, Pedro Bambu e Nolasco; Kennedy, Felipe Clemente 🟨⚽ e Pablo Felix (Wisman).
Técnico: Adelson de Almeida

Gama 0
Renan Rinaldi; Michel (Toninho), Wellington, Pedro Romano e Lucas Piauí 🟨; Lúcio, Rafa Marcos (Rafa Pontes), Lucas Loureiro (Ramon) e Daniel Costa (Gol Contra) (Luisinho); Willian Jr. e Nunes (Marcelo Toscano).
Técnico: Glauber Ramos

Emoção até o fim: Real Brasília empata com Samambaia no último minuto

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Samambaia e Real Brasília empatam no estádio Defelê
Foto: Lucas Bolzan/FFDF

A ensolarada tarde desta segunda-feira (17/2) protagonizou um confronto quente entre Real Brasília e Samambaia, com muitos cartões, e gol de empate no último minuto. De pênalti, Vitor Xavier abriu o placar para o Cachorro Salsicha. No lance final, PV deixou tudo igual no estádio Defelê. Com o resultado, a equipe de Gabriel Teixeira chega a 10 pontos, três atrás do Capital, quarto colocado. Do outro lado, o Real Brasília, com dois pontos, é o vice-lanterna da competição.

O primeiro tempo foi repleto de oportunidades para o Samambaia abrir o placar, mas Luiz Felipe e a trave impediram o Cachorro Salsicha de abrir o placar. A volta para o segundo tempo contou mais emoção. Nos primeiros minutos, o Real Brasília assustou e obrigou Murilo a fazer boas defesas. De pênalti, Vitor Xavier abriu o placar para o Samambaia. A equipe de Gabriel Teixeira vencia até o último minuto quando PV deixou tudo igual após rebote de Murilo.

Samambaia é superior, mas não aproveita oportunidades

Aos cinco minutos, Lila cobrou falta, Coquinho desviou de cabeça e a bola ainda resvalou no Bahia antes de acertar a trave de Luiz Felipe. Quatro minutos depois, após saída errada de Gabriel Kersul, Davi Araújo recuperou, finalizou de fora da área no canto e obrigou Luiz Felipe a fazer boa defesa. Com 11′, Davi Araújo cruzou rasteiro e achou Matheus Barboza na área. O centroavante do Real Brasília, livre na área, pegou muito embaixo da bola e perdeu grande oportunidade de abrir o placar.

Com 22′, Falero cruzou na área e Ian Carlos tentou o domínio, mas a bola sobrou para Lila na entrada da área. O camisa dez chutou forte e tirou tinta da trave esquerda de Luiz Felipe. Seis minutos depois, Lila finalizou e acertou a defesa. No rebote, Falero cruzou na área e achou Lila novamente. O camisa dez do Samambaia cortou Vinicius, chutou cruzado e a bola ainda bateu na defesa antes de tirar tinta da trave de Luiz Felipe. Aos 33′, Lila arriscou de longe e Luiz Felipe defendeu com tranquilidade.

O Samambaia chegou com perigo três vezes. Aos 36′, Ian Carlos cruzou, Vitor Xavier cabeceou firme e Luiz Felipe fez ótima defesa. Dois minutos depois, em jogada parecida, Vitor Xavier finalizou de carrinho, mas a bola subiu e Luiz Felipe defendeu. Por fim, aos 42′, Lila cobrou escanteio e Bahia, sozinho na pequena área, chutou mal e perdeu ótima oportunidade para inaugurar o marcador.

Vitor Xavier abre o placar, mas PV empata no final

Aos três minutos, Arthurzinho cruzou na área, a bola passou por Matheus Barboza, mas não por Michael, que dividiu com Pedrão e por pouco não abriu o placar. Dois minutos depois, em outro cruzamento na área, Arthurzinho chutou por duas vezes e na segunda, Murilo fez boa defesa. Na continuidade do lance, Jhuan Pablo cruzou, Wallace Rato pegou de primeira e Murilo fez um milagre. Aos dez, Lila rolou para Coquinho, o volante ajeitou de calcanhar para Gabriel Kersul, o meia finalizou colocado e por pouco não fez o primeiro da partida.

Com 11′, Gabriel Silva deu ótimo passe e achou Arthurzinho livre. O camisa 11 chutou cruzado e Huguinho, em recuperação impressionante, se jogou na frente da bola e evitou o gol do Leão do Planalto. Três minutos depois, Gabriel Kersul achou Lila na entrada da área, o camisa dez acertou a defesa e a bola sobrou para Ian Carlos, que tentou encobrir Luiz Felipe, mas Yuri colocou a mão na bola e o árbitro marcou penalidade máxima. Vitor Xavier pegou a bola, colocou na marca do pênalti, bateu forte e anotou o primeiro gol do confronto.

Aos 18′, Vitor Xavier deu ótimo passe para Ian Carlos, que bateu forte, mas isolou. Dez minutos depois, Wallace Rato chutou colocado e Murilo, mais uma vez, fez ótima defesa. Com 32′, Pedra tabelou com Kersul e arriscou de longe, mas Luiz Felipe defendeu em dois tempos. Seis minutos depois, Montanha rolou para Gabriel Pedra e o atacante finalizou de longe, mas errou o alvo. No último lance da partida, Bahia chutou forte, Murilo defendeu e no rebote, PV acertou um belo chute, dessa vez sem chances para Murilo para deixar tudo igual.

O que vem por aí

Ainda sonhando com a classificação, o Samambaia recebe o Ceilandense pela oitava rodada no próximo sábado (22/2), às 16h, no Serejão. O Cachorro Salsicha finaliza a participação na primeira fase contra o Ceilândia. Do outro lado, brigando contra o rebaixamento, o Real Brasília visita o Paranoá também no sábado (22/2), às 16h, no estádio Defelê. A última rodada coloca o Leão do Planalto contra o Legião, adversário direto na briga contra o descenso.

Real Brasília 1
Luiz Felipe; Gustavo Borges 🟨, Vinicius, Yuri 🟨 e Paulo Vitor 🟨; Wallace Rato, Gabriel Silva (Bahia 🟨), Jhuan Pablo 🟨 (Matheus Reggiori) e Davi Araújo (Michael); Arthurzinho (PV ) e Matheus Barboza (Kenedy).
Técnico: Kaká

Samambaia 1
Murilo; Dharlysson 🟨, Pedrão, Bahia e Huguinho (Júlio Lima 🟨); Coquinho, Filipe Werley (Gabriel Kersul) e Lila; Ian Carlos (Montanha), Falero (Daniel Mendonça) e Vitor Xavier (Pedra).
Técnico: Gabriel Teixeira

Irmãos Bonfim tem noite de altos e baixos no UFC Fight Night, em Vegas

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Ismael Bonfim e Gabriel Bonfim vencem em suas estreias no UFC
Foto: Reprodução/UFC

Na noite do último sábado (15/2), aconteceu mais um UFC Fight Night Vegas. Card tradicional da organização, que desta vez sediou as lutas no APEX, quartel do UFC fechado aos espectadores, com apenas poucos convidados pela empresa no local. Neste evento, os irmãos Ismael e Gabriel Bonfim, que vivem e treinam em São Sebastião, voltaram a ação e a noite terminou com um sabor agridoce para os representantes da Bonfim brothers. Gabriel foi o destaque da parte preliminar e Ismael, foi derrotado na porção principal.

No card preliminar, Gabriel Bonfim, o “Marretinha” brilhou. O irmão mais novo venceu  Khaos Williams por finalização no segundo round e angariou o bônus de performance da noite. A premiação da empresa presenteia com 50 mil dólares a melhor apresentação do evento. Enquanto na porção principal, Ismael “Marreta”, o irmão mais velho, sofreu um revés diante de Nazim Sadykhov ainda no primeiro assalto por interrupção médica, devido a visão afetada após um chute alto do adversário.

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Agora, a família se encontra em extremos opostos dentro do UFC. Marretinha tem três vitórias e apenas uma derrota na organização. Com dois bônus de performance na bagagem, o Bonfim caçula deve enfrentar algum atleta ranqueado na próxima rodada. Já a situação de Ismael é muito mais complicada: com duas vitórias e duas derrotas no Ultimate, o “Marreta” pode estar a uma derrota de ser desligado do maior evento de MMA do mundo.

Superliga: Brasília Vôlei perde para o Maringá em confronto direto pelo G-8

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Brasília Vôlei
Foto: @eduardomaroldi

Em duelo importantíssimo na Superliga Feminina 2025, o Brasília Vôlei enfrentou o Maringá fora de casa neste domingo (16/2). O confronto entre as duas equipes valia muito, já que o vencedor entraria na zona de classificação da liga. Depois da bola subir, os donos da casa saíram vitoriosos por três sets a zero. Placar curioso para um duelo tão equilibrado, já que nenhuma parcial do embate teve mais de três pontos de diferença ao fim do marcador. A ponteira Karol Tormena, do Maringá, foi o destaque da tarde no Paraná com 17 pontos.

Após mais uma derrota em confrontos diretos na competição, o Brasília Vôlei de distância do G-8. A equipe do quadradinho volta à quadra na próxima quinta-feira (20/2), onde receberá o Barueri dentro do Sesi Taguatinga. A bola deve subir às 18h. Já o mais aliviado Maringá chega a três vitórias seguidas e fica bem próximo de uma vaga nos playoffs da liga. Para dar prosseguimento à ótima fase, o clube paranaense vai à Santa Catarina enfrentar o Abel Moda, lanterna da competição. O duelo está marcado para às 19h30 na Arena Brusque.

O atestado de tarde difícil para o Brasília ficou explícito logo no primeiro set. As candangas estiveram à frente do placar durante grande parcela da etapa inicial, a vantagem da equipe seguia com pelo menos três pontos de diferença. Entretanto, o Maringá demonstrou uma crescente absurda nos momentos decisivos do período: 25 a 22 para as donas da casa, que souberam sofrer e conseguiram tomar a parcial do adversário.

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A parcial intermediária foi a de maior disparidade entre as equipes. Com o apoio da torcida, o Maringá pulou a frente do placar antes das equipes chegarem aos dois dígitos de pontuação e não largou mais. O Brasília ainda esboçou uma reação nos instantes finais do set, mas que praticamente de nada serviu. 25 a 23 para os locais, que abriam 2 a 0 no marcador e chegavam sedentos para rodar a faca e por um ponto final no duelo.

Um roteiro que vem se repetindo jogo após jogo da equipe candanga, é a incapacidade do plantel de fechar o set. Em uma espécie de reprise do primeiro set, apesar de muitos equilíbrio no placar, o Brasília Vôlei estava ligeiramente à frente. Todavia, na hora de rodar a faca, a equipe acabou sofrendo com duas sequências de três pontos do adversário e acabou novamente tendo um set favorável sendo roubado. 25 a 22 para o Maringá, que colocava fim ao encontro e guardava os três pontos em casa.

De olho no Mundial, Caio Bonfim quebra novo recorde na marcha atlética

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Caio Bonfim
Gustavo Alves | CBAt

No primeiro evento mundial de marcha atlética em 2025, Caio Bonfim se assegurou mais uma vez entre os melhores do mundo, desta vez, no Campeonato Japonês da modalidade. O marchador tupiniquim quebrou novamente o recorde brasileiro ao anotar um tempo incrível de 1h17min44s, o suficiente para conquistar o terceiro lugar na prova. O segundo colocado foi Satoshi Maruo com 1h17min24s, enquanto o título ficou pelos pés do japonês Toshikazu Yamanishi, que quebrou o recorde mundial, com 1h16min10s.

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Esta prova faz parte da árdua preparação do atleta rumo ao Mundial de Marcha Atlética, que será realizado no Estádio Olímpico de Tóquio, no Japão. Caio, inclusive, tem boas lembranças da arena japonesa. Foi por lá, nos Jogos Olímpicos de 2021, que Bonfim se tornou medalhista de prata – o primeiro brasileiro a conquistar o feito na modalidade. O campeonato acontecerá entre os dias 13 e 21 de setembro de 2025, com 2.000 atletas de 200 países. O torneio reúne os melhores do planeta e é tratado como o segundo maior torneio do mundo do esporte, atrás apenas das Olimpíadas.

Caio Bonfim expressou em suas redes sociais a felicidade com o desempenho na primeira etapa da temporada. “Primeira prova do ano e começamos bem. Recorde brasileiro e medalha de bronze. Obrigado a todos que fizeram parte disso e torceram. Obrigado meu Deus por mais uma oportunidade e por ter me dado força. Valeu, Brasil”. Para dar sequência a preparação para o mundial, o atleta estará em Taicang, na China, nos dias 1 e 2 de março e na Copa Brasil de Marcha Atlética, em 9 de março, na USP, em São Paulo.

Representatividade

O desempenho incrível de Bonfim tem um peso especial para o povo brasileiro. Mesmo em um esporte sem lá tanta visibilidade para os principais nomes – essencialmente sem apoio nos treinamentos em solo nacional -, o Brasil vê no medalhista olímpico o maior nome da história da modalidade. Além de tudo, Caio tem um projeto beneficente em Sobradinho, cidade onde nasceu e se formou. De acordo com o próprio, a iniciativa tem o intuito de incentivar os jovens a conhecerem e praticarem a Marcha Atlética no Brasil e fortalecer a marca do esporte à nível nacional.

Ruim para os dois: Ceilandense sai na frente, mas Legião busca empate

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Ceilandense e Legião empatam pela 7ª rodada do Candangão 2025
Foto: Lucas Bolzan/FFDF

A nublada tarde deste domingo (16/2) marcou o duelo dos desesperados no Candangão 2025. Ainda sem pontuar, o Legião recebeu o Ceilandense, com apenas um ponto, no estádio Bezerrão. As equipes mostraram bom futebol e marcaram um gol para cada lado. Diego Xavier anotou para Ceilandense e Izarron empatou para o Legião. Com a igualdade no placar, as equipes agonizam na briga contra o rebaixamento. O tricolor de Ceilândia é oitavo, enquanto o Leão do Rock é o lanterna da competição.

O primeiro tempo foi movimentado com boas chances para o Ceilandense, mas Batista assegurou o placar zerado. Do outro lado, o Legião pecava no passe final. Na segunda etapa, as equipes balançaram as redes. Diego Xavier aproveitou cruzamento de Pedrinho e estufou as redes de Batista aos 22 minutos. Aos 40′, Luquinhas cobrou escanteio e Izarron cabeceou para deixar tudo igual. O resultado foi ruim para as duas equipes que continuam brigando contra o rebaixamento.

Partida movimentada na primeira etapa

Aos 14′, Schimaltz chutou forte de fora da área e tirou tinta do travessão de Batista. Três minutos depois, Igor Gomes sofreu falta próxima da grande área. O próprio jogador foi para cobrança, mas acertou a barreira e a bola chegou fraca no goleiro Vavá. Com 24′, em cobrança de escanteio, Maycon cabeceou livre e por pouco não abre o placar no Bezerrão. Dois minutos depois, Diego Xavier finalizou rasteiro no canto direito e Batista fez ótima defesa.

O Ceilandense quase abriu o placar aos 35 minutos. Planta tabelou com Diego Xavier, arriscou de longe e acertou o travessão do goleiro Batista. No minuto seguinte, foi a vez de Pedrinho finalizou de fora da área e Batista, novamente, salvou o Legião. Com 39′, após boa troca de passes, Izarron cruzou na área buscando o centroavante Felipe, mas Juninho chegou antes e jogou para escanteio. Nos minutos finais, Gaúcho derrubou Schimaltz na área e os atletas do Ceilandense pediram pênalti, mas a árbitra mandou seguir o lance.

Um gol para cada lado

Incisivo no ataque, o Ceilandense assustou aos dois minutos. Juninho cobrou falta de longe e a bola passou rente ao travessão de Batista. Com dez, Schimaltz rolou para Rony livre na entrada da área, o atacante chutou colocado, mas acertou a zaga do Legião e perdeu grande oportunidade para abrir o placar. No minuto seguinte, Alex cruzou na área, Igor Gomes pegou de primeira e assustou Vavá. Aos 22′, enfim o primeiro gol da partida. Pedrinho cruzou na área, Diego Xavier dominou e perna direita, bateu forte

Aos 30′, Luquinhas cobrou falta próxima da área e por pouco não empatou a partida. Dez minutos depois, o Legião chegou ao empate. Luquinhas cobrou escanteio, Izarron cabeceou e a bola ainda pegou na trave antes de estufar as redes no estádio Bezerrão. Com a igualdade no placar, as equipes buscaram a vitória, mas o nervosismo tocou conta e os erros foram frequentes. Após seis minutos de acréscimos, Cássia França apitou o fim da partida e os clubes continuam apreensivos nas rodadas finais do Candangão.

O que vem por aí

Ainda na lanterna da competição, o Legião terá dois confrontos decisivos fora de casa contra o rebaixamento à segunda divisão. Na oitava rodada, o Leão do Rock enfrenta o Sobradinho e finaliza a participação no campeonato contra o Real Brasília, também na briga contra o descenso. Do outro lado, o Ceilandense visita o Samambaia e recebe o Sobradinho na última rodada do Candangão.

Legião 1
Batista; Alex, Maycon (Alemão), Kaio 🟨 e Izarron ; Wester (Luquinhas), Gaúcho (Henrique Bolt 🟨) e Luigi; Rafinha, Igor Gomes e Felipe.
Técnico: Geovane Santt

Ceilandense 1
Vavá; Pedrinho, Yuri 🟨, Carmino e Vandinho; Juninho, Planta (Gabriel Ximenes) e Schimaltz (Michael Silas), Diego Xavier , Breno (Rony) e Thiago Magno 🟨 (Roberth).
Técnico: Luis dos Reis

Candangão: Sobradinho e Brasiliense empatam sem gols no Estádio Defelê

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Foto: Filipe Fonseca

Empate sonolento no Estádio Defelê. Em confronto válido pela 7ª rodada do Candangão 2025, Sobradinho e Brasiliense ficaram no 0 a 0 na tarde deste domingo (16/2). O resultado sela qualquer chance do Leão da Serra de se classificar à segunda fase do torneio. Também chega ao fim a sequência de vitórias no Jacaré no Campeonato Candango. Sem grandes emoções nos 90 minutos, a partida marcou a estreia do atacante Dentinho com a camisa amarela. Ainda houve tempo para Elyeser ser expulso e deixar os Leões da Serra com um a mais, já aos 45′ do segundo tempo.

Com o resultado, o Sobradinho está matematicamente sem chances de classificação ao mata-mata do Campeonato Candango 2025. Agora, a luta é para afastar qualquer tipo de fantasma contra o rebaixamento. Pela frente, o Alvinegro tem um adversário direto contra a degola: o Legião, no próximo sábado (23/2), às 11h, também no Estádio Defelê. O Brasiliense retorna as atenções para o jogo de volta das quartas de final da Copa Verde, às 19h desta quarta-feira (19/2), contra o Vila Nova, no Estádio Olímpico de Goiânia.

Primeiro tempo

Poucos minutos antes do apito inicial, um temporal começou a cair no Estádio Defelê. Apesar de não alagar o campo, a partida ficou mais acelerada. Tanto a bola, quanto os jogadores escorregavam e atrapalhavam as jogadas de ambos os times. Outro fator importante na partida foi as mudanças de ambos os lados. Enquanto o Sobradinho ia a campo sem o goleiro Sidão (lesionado) e o artilheiro Pipico (poupado por desgaste), o Brasiliense ia a campo sem Netinho (suspenso), Apodi, Guilherme Santos e Rafael Longuine – todos afastados por lesão.

Diante dos novos cenários, a partida ficou indefinida nos primeiros minutos. O Brasiliense era mais vertical e explorava jogadas pelas laterais. O Sobradinho era mais reativo, mas também sabia manter a posse de bola no meio-campo, mesmo sem encontrar muitos espaços em uma bem postada defesa amarela. Porém, um vacilo na saída de bola do Alvinegro por pouco não custou caro. Foi aos nove minutos. O zagueiro Medeiros tocou errado e presenteou Tarta com passe açucarado. O camisa 8 saiu frente à frente com o goleiro Artur. Atento, o guarda-redes se deu melhor na disputa e mandou para escanteio.

Na metade do primeiro tempo, a chuva se afastou, mas manteve o gramado molhado. Os escorregões eram frequentes, além dos erros de passes ocasionados pelo estado do campo. Quem se sobressaía era o Brasiliense. A equipe era mais envolvente enquanto estava no ataque. As principais chegadas ainda eram verticais, principalmente pela esquerda, em uma dobradinha entre Romário e João Santos. Em uma delas, o camisa 22 desarmou e iniciou mais uma jogada de perigo. De pé em pé, a bola chegou para Joãozinho, na entrada da área, arriscar e chutar na rede pelo lado de fora.

A corda estava no pescoço para os alvinegros. Enquanto o Brasiliense tinha melhores chances, o Sobradinho tinha dificuldades para infiltrar a defesa amarela. A única chegada mais aguda foi quando o relógio ainda marcava 19′ minutos. Foi em contra-ataque, armado por Ítalo. O camisa sete puxou a escapada pela esquerda e mandou um balão em direção à área do Jacaré. Quem estava lá para cabecear era o baixinho Andrézinho, de apenas 1,64 de altura. A bola saiu por cima. Minutos depois, o Leão da Serra teve a primeira baixa: Ítalo, um dos destaques na primeira etapa, sentiu e foi substituído por Pedrinho.

Segundo tempo

Com menos de um minuto após retornar dos vestiários, o Brasiliense já protagonizava duas chegadas com perigo. Na primeira, Gabriel Galhardo roubou a bola na intermediária e o Jacaré avançou em velocidade. Ao chegar na área, Pedro Ryan, recém acionado na partida, tocou errado, mas descolou escanteio. Na cobrança do tiro de canto, Tarta cruzou dentro da área e o zagueiro Gustavo Henrique se desvencilhou da marcação para finalizar de cabeça. A bola passou rente à trave direita defendida pelo goleiro Artur.

A intensidade apresentada nos primeiros minutos do segundo tempo espaireceu rapidamente. Ambos os times pararam de chegar à meta adversária e o ritmo esfriou. Nem o sol que finalmente apareceu no Estádio Defelê foi capaz de esquentar o confronto. Em meio ao segundo tempo pouco agitado, Luís Carlos Winck animou a torcida do Brasiliense presente na Vila Planalto ao chamar o atacante Dentinho para estrear com a camisa amarela – no caso, branca na tarde deste domingo.

Após meia hora de inércia, o jogo voltou a ter uma finalização perigosa. Foi do Brasiliense. Quando o relógio marcava 30′, Yago Ferreira, ainda no campo de defesa, deu um lançamento em direção à Gui Mendes, próximo à entrada da área. O atacante saiu cara a cara com o goleiro, mas desperdiçou a chance. A bola passou rente à trave esquerda de Artur. A resposta do Sobradinho veio minutos quatro minutos depois, quando Guilherme e Pedrinho orquestraram um contra-ataque e tabelaram até a área. Por lá, a finalização foi desviada em direção à linha de fundo pela defesa do Brasiliense.

Houve tempo para uma expulsão. Talvez, uma das mais rápidas da história do futebol do Distrito Federal. Em meio ao sonolento segundo tempo, o treinador Luís Carlos Winck promoveu a entrada de Elyeser no lugar de Tarta. Três minutos após entrar na partida, aos 45’ da etapa final, o meia deixou o braço na cara de Renan Silva. De frente para o lance, o árbitro Rafael Diniz não pensou duas vezes antes de tirar o cartão vermelho do bolso e mandar o jogador do Brasiliense para o chuveiro mais cedo. Mesmo em seis minutos com vantagem numérica, o Sobradinho não aproveitou e amargou o gosto do empate – e da desclassificação no Campeonato Candango 2025.

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Sobradinho – 
Escalação: Arthur; Léo Príncipe, Felipe Kauan, Medeiros e China; Welton (Renan Silva), Ítalo (Pedrinho) e Geovane (Charles); Talisca 🟨, Andrezinho 🟨 (Marcelinho) e Guilherme (Thiaguinho)
Técnico: Léo Roquete

Brasiliense – 
Escalação: Matheus Kayser; Caetano, Igor Morais 🟨, Gustavo Henrique, Romário; Gabriel Galhardo, Tarta (Elyeser 🟥) çe Marcos Júnior; Joãozinho (Gui Mendes), João Santos (Dentinho) e Marllon (Pedro Ryan)
Técnico: Luiz Carlos Winck