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Ceilândia esbarra em bloqueio do Mixto e estreia sem gols no Abadião

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Ceilândia
Foto: Diller Abreu/FFDF

O domingo (5/4) no Estádio Abadião apresentou um roteiro de insistência sem recompensa para o Ceilândia. Diante do Mixto, na estreia da Série D do Campeonato Brasileiro, o Gato Preto até controlou boa parte das ações, mas esbarrou na falta de pontaria e na solidez defensiva rival. O placar de 0 a 0 refletiu um confronto travado, com raros momentos de brilho ofensivo.

A partida marcou o início da caminhada alvinegra na competição nacional, com o apoio da torcida candanga nas arquibancadas. O Ceilândia buscou assumir protagonismo desde os primeiros movimentos, enquanto o Mixto apostou em organização e transições pontuais. O equilíbrio predominou ao longo dos 90 minutos, sem alteração no marcador.

Pressão inicial sem precisão

O Mixto começou bem e teve a primeira chance com Dionathã parando em Sucuri. O Ceilândia respondeu ainda no minuto inicial, quando Patrikão avançou pela direita e serviu Marquinhos, finalização próxima ao gol. Aos quatro minutos, Cardoso apareceu dentro da área e chutou para fora, mantendo a pressão inicial.

A resposta visitante veio rapidamente. Aos sete minutos, Felipe Hulk cruzou fechado e acertou o travessão, gerando apreensão no sistema defensivo do Gato Preto. A partir desse momento, o Mixto passou a valorizar a posse, com troca de passes e tentativa de controle territorial.

Mesmo assim, o Ceilândia seguiu perigoso em jogadas pontuais. Aos 22 minutos, Franklin finalizou e contou com desvio na zaga, gerando escanteio. Pouco depois, Esquerdinha respondeu com chute defendido por Edmar Sucuri. Aos 31 minutos, Cardoso protagonizou a melhor chance da etapa, com jogada individual e finalização forte, parada por Guilherme Cerqueira.

Domínio territorial sem efetividade

Na volta do intervalo, o panorama seguiu semelhante. O Ceilândia manteve maior presença com a bola, mas encontrou dificuldades para transformar posse em oportunidades claras. Aos oito minutos, Robert desperdiçou chance dentro da área ao tropeçar no momento da finalização.

O Mixto, por outro lado, explorou bolas paradas. Aos 19 minutos, Dionathã cobrou falta e levou perigo ao gol defendido por Sucuri. Logo depois, Marquinhos arriscou de fora da área, mas mandou longe. O duelo ficou marcado por disputas intensas no meio-campo e poucas infiltrações efetivas.

A melhor sequência ofensiva do Gato Preto surgiu na reta final. Aos 35 minutos, Marquinhos fez grande jogada individual e exigiu boa defesa de Glaycon. Aos 46, Fabinho cabeceou no chão após cruzamento, mas o goleiro visitante segurou firme. Apesar da insistência, a equipe candanga não conseguiu furar o bloqueio adversário.

Sem criatividade nos minutos finais, o jogo entrou em ritmo mais lento. A defesa prevaleceu sobre os ataques, e o apito final confirmou o empate sem gols aos 52 minutos da etapa complementar. O Ceilândia agora volta as atenções para a próxima rodada, diante do Goianésia, no Estádio Divinão. O confronto será no sábado (11/4), às 18h30, em busca da primeira vitória na competição nacional.

Brasiliense para no goleiro do Primavera e empata na Série D do Brasileirão

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Brasiliense
Foto: Lucas Rodrigues/Brasiliense

Entre volume ofensivo e falta de efetividade, o Brasiliense largou na Série D do Campeonato Brasileiro com sensação de oportunidade desperdiçada. Neste domingo (5/4), no estádio Serejão, pela estreia no torneio nacional, o time amarelo ficou no 1 a 1 com o Primavera, em jogo marcado por domínio territorial, ineficiência e atuação decisiva do goleiro adversário.

O resultado deixa Jacaré e Gigante Roxo com um ponto na tabela logo na largada do grupo. Para o Brasiliense, a partida também marcou o início do trabalho do técnico Leonardo Roquete, com uma equipe mais agressiva, mas ainda em construção no aspecto ofensivo. O cenário se consolidou em um domínio não aproveitado no Serejão

Pressão, gol e resposta

O Brasiliense iniciou com postura alta e presença no campo ofensivo desde o primeiro minuto, com finalizações travadas logo nas primeiras investidas. A equipe manteve o controle territorial, mas demorou a transformar posse em perigo real contra o goleiro Medina. Aos 12 minutos, a pressão virou vantagem. Em jogada ensaiada de escanteio, Jean Pyerre finalizou e a bola ficou na marcação. No rebote, o zagueiro Regino apareceu bem para completar e abrir o placar para o Jacaré.

O time candango seguiu no ataque e criou novas chegadas, como chute de Jackson por cima do travessão. O Primavera, até então discreto, aproveitou falha individual para entrar no jogo. Aos 25, após erro de Regino na saída, a equipe mato-grossense chegou ao empate em pênalti convertido por Giovanni.

O gol mudou o cenário. O Brasiliense perdeu fluidez e o jogo ficou mais fragmentado no meio-campo. Aos 39, Yuri acertou a trave e assustou o Jacaré, enquanto Tarta, principal válvula ofensiva, tentou responder com finalizações de média distância já na reta final da etapa inicial.

Volume sem recompensa

Na volta do intervalo, o Brasiliense retomou o controle da bola e aumentou o volume ofensivo. Logo aos cinco minutos, Wallace Pernambucano chegou a marcar de cabeça, mas o lance foi anulado por impedimento. As tentativas seguiram em sequência. Jean Pyerre levou perigo em cobrança de falta, enquanto Tarta seguiu como principal articulador, arriscando de longe e exigindo boas intervenções de Medina.

Aos 18, Regino voltou a aparecer na área e acertou a trave, em mais uma chance clara. O Primavera também encontrou espaços em um jogo mais aberto, mas sem grande efetividade. Com o passar do tempo, o Brasiliense perdeu intensidade, mesmo com alterações, e viu o adversário equilibrar as ações.

Na reta final, a expulsão de Thommy após confusão na grande área do Primavera deu novo fôlego ao Jacaré. Com um jogador a mais, o time partiu para uma pressão intensa. Aos 45, Tarta lançou Vançan, que finalizou mal. Na sequência, o meia voltou a arriscar de longe, parando em Medina, que ainda fez grande defesa em cabeçada dentro da área nos últimos instantes. A pressão, porém, não resultou em gol.

Próximo desafio

Após o empate na estreia, o Brasiliense segue na busca pela primeira vitória na Série D do Campeonato Brasileiro e já volta as atenções para a sequência da competição nacional. No próximo sábado (11/4), o Jacaré vai até o Mato Grosso para enfrentar o Luverdense, a partir das 18h.

Brasiliense 1
Matheus Kayser; Vitor Marinho, Regino ⚽🟨, Iago Cousseau 🟨 e Daniel Vançan; Pedro Talisca (Renê Silva), Tarta e Jean Pyerre (Marcos Júnior); Jackson (Montanha), Serginho (Nolasco) e Vitor Xavier (Wallace Pernambucano).
Técnico: Leonardo Roquete

Primavera 1
Medina; Ricardo, Yuri Mamute, Jordam e Dimitri (Paulo Henrique); Sampson (Renan), Bryan e Giovanni ⚽; Yuri (Thommy 🟥), Wesley 🟨 (Wallace) e Caíque.
Técnico: Denis Alves

Cerrado Basquete impõe ritmo, atropela Santo André e vence na LBF

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Cerrado Basquete
Foto: Luiz Cine

Domínio construído com autoridade, intensidade e resposta imediata nos momentos decisivos. Assim o Cerrado Basquete transformou o feriado de Páscoa em um espetáculo no Ginásio do Sesi de Ceilândia e superou o Santo André por 85 a 59, neste domingo (5/4), pela Liga de Basquete Feminino (LBF), com uma atuação crescente ao longo dos períodos.

A vitória reforça o bom momento do Cerrado BRB na competição nacional e evidencia um time cada vez mais encaixado coletivamente. Após oscilações no segundo quarto, o elenco candango reorganizou a marcação, controlou os rebotes e passou a ditar o ritmo da partida com maior eficiência ofensiva.

Construção da vitória

O primeiro quarto apresentou superioridade clara da equipe da casa. Com intensidade defensiva e bom aproveitamento nas posses, o Cerrado abriu 24 a 12 e controlou as ações desde os minutos iniciais. O Santo André encontrou dificuldades na criação ofensiva, apesar de leve crescimento nos instantes finais.

No segundo período, o cenário mudou. O time paulista reagiu, venceu a parcial por 24 a 14 e encostou no placar, reduzindo a diferença para 38 a 36. A equipe candanga perdeu consistência defensiva por alguns momentos, permitindo infiltrações e arremessos livres, o que manteve o confronto aberto antes do intervalo.

Retomada de controle

O terceiro quarto marcou a virada de chave do Cerrado. Com defesa mais agressiva, domínio nos rebotes e transições rápidas, o time retomou o controle do confronto e venceu a parcial por 23 a 12. A vantagem subiu para 61 a 48, refletindo uma atuação sólida nos dois lados da quadra.

No último período, o Cerrado manteve o ritmo elevado e não deu espaço para reação. Com velocidade ofensiva e consistência na marcação, a equipe fechou a parcial em 24 a 11 e confirmou a vitória com ampla superioridade, consolidando o domínio ao longo da partida.

Destaque dominante

A pivô Hillary Argueta comandou a atuação e terminou como principal nome em quadra. A atleta registrou 21 pontos, 19 rebotes e cinco assistências, números determinantes para o resultado positivo. “Treinamos muito bem essa semana e isso refletiu no jogo, estamos jogando coletivamente e isso fez a diferença”, complementa a atleta.

Com o resultado, o Cerrado ganha confiança na sequência da LBF e mantém embalo na competição. O próximo compromisso será fora de casa, diante do Sodiê Mesquita, no sábado (11/4). Já o Santo André volta à quadra na quinta-feira (9/4), quando recebe o Sport/Uninassau/Instituto Todos.

Capital resiste, cresce no jogo e estreia com vitória contra o União

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Capital
Foto: Reprodução/Metrópoles Esporte

Entre momentos de resistência e eficiência, o Capital soube jogar com o tempo e encontrou a vitória na hora certa. No sábado (4/4), no estádio Luthero Lopes, pela primeira rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, o Coruja venceu o União Rondonópolis por 1 a 0, em atuação marcada por ajuste tático e precisão na etapa final.

O duelo marcou a largada das equipes na competição nacional, com o Capital buscando afirmação fora de casa e o União tentando impor ritmo diante da torcida. O cenário apresentou equilíbrio inicial, mas com caminhos distintos ao longo dos 90 minutos.

Pressão e ajuste

O início teve domínio territorial do União, com maior posse de bola e controle das ações até a metade da primeira etapa. Apesar disso, as oportunidades claras foram raras, diante de um Capital bem postado defensivamente, mas ainda com dificuldades na transição ofensiva.

A primeira chegada perigosa veio em cruzamento de Jhuan, com finalização fraca de Juninho nas mãos do goleiro Luan. Pouco depois, o próprio Luan voltou a aparecer bem ao espalmar chute de fora da área de Gui Vieira, evitando o avanço dos mandantes.

Após a parada técnica, o Capital cresceu no jogo. A equipe passou a encontrar espaços e criou sua melhor oportunidade com Matheusinho, que entrou livre na área, mas demorou na finalização e acabou desarmado na hora decisiva.

Controle e golpe final

Na etapa final, o panorama mudou. O União perdeu intensidade e deixou de controlar o jogo, enquanto o Capital se mostrou mais organizado e eficiente, especialmente após as mudanças promovidas por Luizinho Vieira. A melhor chance dos donos da casa surgiu em lance de profundidade, com Juninho finalizando na trave após lançamento pela direita.

A bola ainda cruzou toda a pequena área, sem encontrar ninguém para completar, desperdiçando a principal oportunidade do União. A resposta do Capital foi direta e decisiva. Já no segundo tempo, Cesinho recebeu pela direita e cruzou na medida para Nescau, que cabeceou firme, sem chances para o goleiro Lúcio, garantindo o 1 a 0 e a vitória tricolor na estreia.

Próximo desafio

Após largar com vitória na Série D, o Capital volta as atenções para a Copa Centro-Oeste. Na quarta-feira (8/4), o Coruja enfrenta o Araguaína, no Tocantins, pela terceira rodada do torneio regional.

União-RO 0
Lúcio; Jhuan Gabriel, Rafael Goiano 🟨, Gilberto Alemão (Renan) e Gui Vieira 🟨; Silveira, Mateus Alves 🟨 (Vitor) e Alex 🟨 (Ruan Torres); Luiz Gabriel (Guilherme Bruscatto), Nadson 🟨 (Gabriel Santana) e Juninho.
Técnico: Willian Heiler

Capital 1
Luan; Genilson (Jerry 🟨), Richardson, Lucas e Jhon Everson (Rodriguinho); Ítalo, Mika e Lessinho (Cesinha); Matheusinho (Esdras), Gustavo Nescau ⚽🟨 e Renan (Deysinho).
Técnico: Luizinho Vieira

Gama acelera no início, vence Aparecidense e amplia invencibilidade

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Gama
Foto: Mateus Dutra

Quando a bola rolou em Aparecida de Goiânia, o Gama tratou de transformar domínio em resultado antes mesmo do jogo ganhar corpo. Com dois golpes rápidos, o alviverde venceu a Aparecidense, por 2 a 0, no estádio Annibal Batista de Toledo, na tarde de sábado (4/4), pela primeira rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, e manteve a invencibilidade na temporada.

O resultado cumpriu o prognóstico de favoritismo construído pelo alviverde com base no desempenho na temporada. Mesmo fora de casa, o Gama teve controle do jogo e a efetividade nos lances ofensivos contribuíram para o resultado positivo. Assim, o time soma três pontos na Série D e se mantém imbatível em 2026.

Efetividade alviverde

O triunfo começou a ser desenhado logo nos primeiros movimentos. Aos três minutos, Ramon iniciou jogada individual pela entrada da área, finalizou e viu o goleiro espalmar. No rebote, Renato Soares apareceu livre para empurrar para as redes e abrir o placar. A vantagem cresceu aos 19, em lance de bola parada, quando David Lucas aproveitou sobra após escanteio pela direita e ampliou.

Mesmo com o placar favorável, o Gama manteve o controle das ações. A equipe criou novas oportunidades, especialmente com Renato Soares, exigindo intervenções do goleiro Pedro Henrique. Do outro lado, a Aparecidense até balançou as redes com Kaique, mas o lance foi invalidado por impedimento, mantendo a diferença no marcador.

Controle até o fim

Na etapa final, o panorama seguiu semelhante. O Periquito administrou o ritmo e seguiu com as melhores chegadas, enquanto o Camaleão tentou responder com finalizações de média distância, sem efetividade para vencer Renan Rinaldi. Com a torcida comparecendo em bom número em Aparecida de Goiânia, o Gama sentia conforto em campo.

Mesmo com superioridade, o time do técnico Luís Carlos Souza não aproveitou as oportunidades para ampliar o resultado. Por outro lado, manteve a Aparecidense inofensiva nos minutos seguintes. A organização defensiva alviverde garantiu segurança até o apito final e confirmou a vitória fora de casa.

Com o resultado, o Gama amplia a série invicta na temporada para 17 partidas, com 12 vitórias e cinco empates, mantendo um dos melhores desempenhos do país em 2026. A sequência reforça o bom momento do clube no início da caminhada nacional.

Agora, o foco muda de competição. O alviverde vira a chave para encarar o Tocantinópolis, na quarta-feira (8/4), às 19h30, pela terceira rodada da Copa Centro-Oeste, em mais um compromisso dentro de um calendário intenso.

Aparecidense 0
Pedro Henrique; Ivan, Jefferson, Felipe Alves (Raphael Luz) e Lima (Túlio); Renato, Kleberson, Lauro (Bruninho) e Bajé (Dourado); Luan e Kaíque 🟨.
Técnico: Augusto Fassina

Gama 2
Renan Rinaldi 🟨; Michel Henrique, Zulu, Darlan 🟨 e Lucas Piauí 🟨; Moisés (Russo), Lúcio, David Lucas ⚽ (Lucão) e Renato Soares ⚽🟨 (Gabriel Lima); Ramon (Kennedy) e Felipe Clemente (Luan).
Técnico: Luís Carlos Souza

Cresspom ganha do Várzea Grande em jogo aberto e segue vivo na Série A3

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Cresspom
Foto: Reprodução/FFDFTV

Em um jogo de trocas constantes de golpes, o Cresspom mostrou força para construir vantagem cedo, suportar a pressão adversária e fechar a conta no momento certo. A vitória por 4 a 2 sobre o Várzea Grande, neste sábado (4/4), premiou a postura agressiva das Tigresas do Cerrado e manteve o time na briga dentro do grupo.

O duelo reuniu duas equipes em busca de afirmação na Série A3 do Campeonato Brasileiro Feminino. Atuando em casa no Estádio Abadião, o time candango precisava do resultado para seguir competitivo na tabela, enquanto o adversário tentava reagir dentro da competição.

Vantagem construída

A intensidade apareceu desde o primeiro lance. Aos dois minutos do primeiro tempo, Jéssica Beiral dominou na intermediária, avançou com liberdade e acertou finalização forte no canto direito para abrir o placar. O gol cedo deu controle ao Cresspom e obrigou o adversário a sair mais para o jogo.

O Várzea Grande respondeu aos 18 minutos, em cabeceio de Brenda após bola levantada na área, com a finalização passando muito perto da trave. O confronto ganhou ritmo acelerado, com espaços e tentativas dos dois lados. Nos acréscimos da etapa inicial, veio o segundo golpe. Aos 49 minutos, após cobrança de falta e sequência de disputas dentro da área, a bola sobrou para Milena Lopes, que finalizou para o fundo das redes e ampliou a vantagem antes do intervalo.

Resposta e definição

Na volta do intervalo, o time visitante cresceu e diminuiu aos 20 minutos, com Regiane, em finalização por cobertura após infiltração em profundidade. O gol trouxe nova carga de tensão ao jogo e mudou o cenário momentaneamente. A resposta do Cresspom foi imediata.

Aos 26 minutos, Agata avançou pelo meio sem marcação e arriscou de longa distância, acertando o canto direito para marcar o terceiro e retomar o controle da partida.Mesmo assim, o Várzea Grande voltou a encostar aos 31 minutos e manteve o confronto aberto até os minutos finais. A definição veio com autoridade aos 45, quando Naiara acertou chute de fora da área e decretou o 4 a 2 no placar.

Próximo desafio

O resultado mantém o Cresspom na disputa por classificação e leva a decisão para o próximo confronto diante do próprio Várzea Grande. O duelo será disputado no dia 19 de abril, no estádio Dito Souza, em Cuiabá, às 16h, em mais um capítulo direto na briga dentro do grupo.

Cresspom-DF 4
Lívia Leal; Renata Rosa, Franciane, Sandra, Milena Lopes ⚽ e Pitty; Bruna (Milene Mendes), Agata ⚽ (Tati Antônio) e Naiara ⚽; Letícia e Jéssica Beiral ⚽🟨 (Vitória).
Técnico: Luiz Queiroga

Várzea Grande-MT 2
Isabela; Bruna Agostini (Mariane), Mariana Barbieri, Tânia Maranhão e Regiane ⚽; Brenda 🟨, Beatriz, Isa Oliveira e Cynthia (Tolezani); Thatiely (Giusti) e K1 ⚽.
Técnico: Emi Rodrigues 🟨

Sonho conjunto: cenário permite quatro do DF nas quartas da Série D

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Série D
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

A matemática do acesso abre uma janela rara de oportunidade para o futebol candango. A disputa da Série D do Campeonato Brasileiro de 2026 permite um cenário no qual os quatro representantes do Distrito Federal (Brasiliense, Gama, Ceilândia e Capital) avancem juntos até as quartas de final. O caminho existe, porém, exige precisão na fase de grupos e um encaixe quase perfeito no chaveamento do mata-mata.

A estrutura da competição coloca os times do DF nos grupos A3 e A4 da Série D. A partir da segunda fase, todos os confrontos serão cruzados entre essas duas chaves, transformando a posição final na primeira etapa no principal fator de sobrevivência coletiva. A lógica simples esconde um detalhe decisivo: qualquer erro de encaixe pode gerar confrontos diretos logo no início do mata-mata.

O cenário ideal nasce na fase de grupos. Para manter os quatro candangos vivos, todos precisam avançar e, principalmente, ocupar posições alinhadas. A configuração mais favorável aparece quando os clubes terminam dentro do G2 — primeiro e segundo lugares — nos dois grupos. Nesse formato, os cruzamentos evitam duelos locais na segunda fase, permitindo cada equipe enfrentar adversários teoricamente mais acessíveis e com mando de campo na segunda partida.

A mesma lógica vale para um cenário alternativo, com os quatro clubes posicionados entre terceiro e quarto lugares. Embora mais arriscado pelo nível dos adversários, o encaixe também impede confrontos diretos entre candangos no primeiro mata-mata. A chave, portanto, não está na posição exata, mas no bloco ocupado dentro da tabela: ou todos no topo, ou todos na parte inferior.

Caminho aberto no mata-mata

Com o alinhamento garantido, o primeiro e principal filtro é superado. Com as posições alinhadas e em caso de classificação conjunta na segunda fase, o chaveamento da terceira etapa e das oitavas de final mantém os clubes separados em blocos distintos, novamente evitando confrontos diretos. Esse é o ponto crucial responsável por sustentar a possibilidade de quatro candangos nas quartas de final da Série D.

Outro detalhe relevante aparece justamente nessa fase. Diferentemente das anteriores, o chaveamento das quartas de final passa a considerar as melhores campanhas gerais. Esse critério reorganiza os confrontos e abre novas combinações, podendo inclusive evitar um duelo candango imediato, dependendo do desempenho acumulado ao longo do torneio.

O que pode atrapalhar o sonho coletivo

Se o cenário perfeito depende de alinhamento, o principal risco está na quebra dessa simetria. Caso um ou mais clubes terminem em posições desencontradas — por exemplo, um em primeiro no Grupo A3 e outro em quarto no Grupo A4 — o chaveamento força confrontos diretos já na segunda fase. Esse tipo de cruzamento elimina automaticamente a chance de quatro representantes avançarem juntos.

Mesmo em caso de alinhamento, o nível dos adversários também pesa. No cenário com clubes posicionados entre terceiro e quarto lugares, os confrontos iniciais tendem a ser mais duros, elevando o risco de eliminação precoce. A margem de erro diminui e o desempenho em campo passa a ser determinante para sustentar a projeção.

No fim das contas, o sonho candango passa por uma equação simples: desempenho sólido na primeira fase para encaixe estratégico no chaveamento. Com esse elemento, o caminho até as quartas de final pode ser compartilhado. Sem eles, a própria estrutura da competição transforma o sonho coletivo em um duelo interno inevitável na largada do mata-mata.

Gama aposta em juventude e fecha com o goleiro Léo Teles, ex-Real Brasília

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Léo Teles
Foto: Giovani Leonel/Real Brasília

Entre experiência acumulada e sangue novo, o Gama decidiu incorpar o gol para a sequência da temporada. O clube confirmou, na noite de sexta-feira (3/4), a contratação do goleiro Léo Teles, de 22 anos, um dos nomes em evidência no cenário local após desempenho consistente no Campeonato Candango de 2026.

Formado nas categorias de base do Real Brasília e do Comercial-SP, o jovem arqueiro construiu trajetória dentro do Leão do Planalto até alcançar espaço no elenco principal. Na edição mais recente do Candangão, atuou em nove partidas e sofreu 13 gols, números acompanhados por atuações seguras e crescimento ao longo da competição.

A chegada ao alviverde representa um passo importante na carreira do goleiro. O movimento insere Léo Teles em um ambiente com calendário mais exigente e disputas relevantes, como a Série D do Campeonato Brasileiro, marcada para começar neste sábado (4/4), e a Copa Centro-Oeste, torneio regional em andamento.

No Gama, o setor conta com nomes experientes e perfis variados. Renan Rinaldi, de 33 anos, segue como referência após protagonismo recente em decisões e renovou o contrato até 2027, enquanto Leandro, de 37, oferece bagagem ao grupo. Ângelo Brandão, de 26, amplia as opções, e o jovem Gui, de 18, completa o elenco.

A contratação de Léo Teles reforça uma estratégia clara do clube: equilibrar experiência e renovação em busca de competitividade. Em um calendário com desafios nacionais e regionais, o Gama aposta na profundidade do elenco para sustentar o ritmo e manter o nível de desempenho.

Gama renova com herói dos títulos e Renan Rinaldi fica até o fim de 2027

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Renan Rinaldi
Foto: Diller Abreu/FFDF

Quando a bola pesa e a decisão aponta para a marca da cal, o Gama sabe onde encontrar segurança. Herói das últimas conquistas candangas, Renan Rinaldi teve a permanência garantida até o fim de 2027. Divulgado na manhã desta sexta-feira (3/4), o movimento mantém no elenco um dos protagonistas mais decisivos do clube nos momentos recentes.

O goleiro de 33 anos chegou ao alviverde em 2024 e rapidamente construiu uma trajetória marcada por confiança e protagonismo. Ao longo de 32 partidas em três temporadas, o arqueiro assumiu papel de liderança dentro de campo e se destacou, principalmente, em cenários de alta pressão.

A identificação com a torcida ganhou força nas decisões do Campeonato Candango. Em 2025, contra o Capital, Renan Rinaldi defendeu três cobranças de pênalti e comandou o título do Periquito. Na temporada seguinte, diante do Sobradinho, voltou a ser decisivo ao pegar duas penalidades, repetindo o roteiro de herói.

Com cinco, Renan Rinaldi se tornou o goleiro com mais defesas de pênalti em finais do Candangão. A sequência de atuações consolidou o goleiro como referência técnica e emocional no elenco. A leitura nas cobranças e a frieza nas decisões transformaram o arqueiro em peça central na construção da fase vitoriosa recente do clube.

A renovação representa um passo importante na manutenção da base campeã. A diretoria aposta na continuidade do trabalho e na experiência do arqueiro para sustentar o nível competitivo em uma temporada com desafios relevantes. O time ainda disputa a Copa Centro-Oeste e começa, neste sábado (4/4), a Série D do Campeonato Brasileiro.

Em publicação realizada nas redes sociais do clube alviverde, o goleiro celebrou o novo vínculo e a relação construída com o clube. “Passando para agradecer por todo o apoio de vocês e avisar que estamos renovados até o final de 2027. Estamos juntos, vamos para cima”, disse Renan Rinaldi.

Com o contrato ampliado, o Gama mantém um dos pilares do elenco e garante estabilidade em uma posição decisiva. Em um time que preserva a espinha dorsal das conquistas recentes, Renan Rinaldi segue como o nome de confiança quando o jogo exige precisão máxima.