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Capital esbarra no cansaço e fica no zero contra o Araguaína fora de casa

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Capital
Foto: Reprodução/Metropoles Esportes

Entre desgaste físico e pouca criatividade, o roteiro ficou amarrado no jogo da noite desta quarta-feira (8/4), entre Araguaína e Capital. No Estádio Mirandão, pela terceira rodada da Copa Centro-Oeste, o tricolor do Distrito Federal não conseguiu transformar posse de bola em perigo, empatou com o também pouco inspirado time tocantinense, por 0 a 0, e viu escapar a chance de entrar no G-2 do grupo A.

O resultado mantém as duas equipes estacionadas em terceiro e quarto, com quatro pontos, em um confronto direto com potencial redesenhar a tabela. Do lado candango, o contexto pesou: após duas viagens em sequência, com compromissos no Mato Grosso e no Tocantins em poucos dias, o time não conseguiu sustentar intensidade para impor ritmo e construir um jogo mais agressivo. O tempo de bola rolando teve pouca emoção.

Muito estudo, pouca agressão

Os primeiros movimentos indicaram um jogo físico e truncado. Desde os minutos iniciais, o Capital buscou circulação de bola no meio-campo, mas encontrou um adversário fechado e disposto a bloquear espaços. Aos 4 minutos, Mira arriscou de fora e mandou por cima, primeiro sinal de tentativa ofensiva. A partir dos 10, o jogo passou a se concentrar em bolas levantadas na área, principalmente em cobranças de laterais e faltas, sem efetividade nas finalizações. Aos 27, Rodriguinho tentou cobrança direta, mas sem direção.

A melhor chance do Araguaína surgiu aos 29 minutos, quando Gabriel William aproveitou sobra e obrigou Luan a fazer boa defesa. A resposta do Capital veio aos 34, com Esdras cabeceando por cima após bola alçada na área. O restante da etapa inicial seguiu sem grandes mudanças. Aos 46, Rodriguinho levantou na segunda trave para Richardson, que cabeceou para fora, enquanto o time da casa tentou pressão final nos acréscimos. Ainda assim, o primeiro tempo terminou com mais transpiração do que inspiração.

Ritmo baixo e chances desperdiçadas

Na volta do intervalo, o Capital tentou adiantar linhas e pressionar a saída adversária. Aos 8 minutos, a equipe aumentou a intensidade na marcação, buscando erros para acelerar transições, mas ainda com dificuldades na construção final. Aos 17, Cesinha protagonizou a melhor jogada do time candango: invadiu a área, driblou a marcação e finalizou para defesa de Brito. O lance representou o momento mais lúcido ofensivamente.

O jogo seguiu fragmentado, com muitas paralisações e substituições. Aos 31, Yann recebeu na entrada da área e finalizou por cima, desperdiçando nova oportunidade. Do outro lado, o Araguaína pouco conseguiu produzir, encontrando dificuldades para manter posse e organizar ataques. Na reta final, o duelo ganhou contornos de tensão, mas sem qualidade técnica. Aos 41, Richardson recuou errado e quase complicou a defesa, exigindo intervenção de Luan. No minuto seguinte, Ailton Jr ainda tentou driblar o goleiro, mas novamente parou na defesa candanga.

Sem força para acelerar e com pouca criatividade dos dois lados, o confronto caminhou para um empate sem gols, reflexo de um jogo travado, físico e de raras oportunidades claras. Após desperdiçar uma oportunidade direta fora de casa na Copa Centro-Oeste, o Capital se concentra na Série D do Brasileirão. No domingo (12/4), o tricolor recebe o Operário-MT, no Estádio JK, às 16h.

Onde assistir: Capital e Gama entram em campo pela Copa Centro-Oeste

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Gama
Foto: Filipe Fonseca/Gama

A bola volta a rolar para os clubes do Distrito Federal com transmissão garantida ao torcedor no YouTube. Capital e Gama entram em campo nesta quarta-feira (9/4), pela Copa Centro-Oeste, com jogos fora de casa e exibição ao vivo por canais no YouTube, em duelos importantes para a sequência da fase de grupos.

O Capital encara o Araguaína, às 19h30, no Estádio Mirandão, no Tocantins, com transmissão da Metrópoles Esportes (clique aqui para assistir ao jogo). A equipe candanga busca recuperação na tabela e mira uma vaga no G-2, zona de classificação às quartas de final.

Com três pontos em dois jogos, o Capital aparece na quarta posição do grupo, logo atrás do próprio Araguaína, terceiro colocado com a mesma pontuação. O confronto direto ganha peso estratégico, já que um resultado positivo pode recolocar o Coruja na briga pelas primeiras posições.

Já o Gama entra em campo também às 19h30, diante do Tocantinópolis, no Estádio Ribeirão, no Tocantins, com transmissão ao vivo pela Romário TV (clique aqui para acessar o canal no YouTube). O duelo coloca frente a frente o líder do grupo e o lanterna da chave.

O alviverde chega embalado, com 100% de aproveitamento e liderança isolada, enquanto o adversário soma apenas um ponto na competição. Um novo triunfo pode deixar o Gama muito próximo da classificação para a próxima fase do torneio regional.

A rodada desta quarta-feira (9/4) promete impacto direto na tabela da Copa Centro-Oeste, com os representantes do Distrito Federal em situações distintas, mas com objetivos claros dentro da competição.

Os dois confrontos terão exibição gratuita pelo YouTube, facilitando o acesso do torcedor candango. A expectativa gira em torno de atuações consistentes fora de casa, tanto para o Capital, na busca por reação, quanto para o Gama, na tentativa de manter o embalo perfeito.

Com cenários diferentes, os dois clubes entram em campo com responsabilidade e oportunidade de avançar na competição regional, em uma rodada que pode redefinir os rumos da fase de grupos.

Capital reforça elenco com três nomes para sequência da temporada

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Capital
Foto: Mourão Panda/América

Movimento estratégico, reforços pontuais e um elenco cada vez mais encorpado para a maratona nacional. O Capital agitou os bastidores e confirmou um pacote de contratações para fortalecer o grupo na sequência da Série D do Campeonato Brasileiro e da Copa Centro-Oeste, com três nomes anunciados entre terça-feira (7/4) e quarta-feira (8/4).

A diretoria tricolor apostou em perfis experientes e com rodagem no futebol brasileiro para qualificar setores distintos do time. Chegam ao clube o volante Zé Mateus, o goleiro Jori e o zagueiro Lucas Mufalo. O trio amplia as opções do elenco comandado pelo técnico Luizinho Vieira.

O primeiro anúncio foi do volante Zé Mateus, de 31 anos, jogador com passagem por clubes como Palmeiras, XV de Piracicaba, Brusque, Mirassol e Grêmio Novorizontino. O atleta chega após período no Rio Branco-ES e carrega a missão de dar consistência ao meio-campo, com boa capacidade de marcação e saída de bola qualificada.

Foto: Thiago Toledo/Ferroviária SAF

No setor defensivo, o Capital também garantiu a chegada do goleiro Jori, de 30 anos. Com longa trajetória no América-MG, clube onde atuou por 11 temporadas, o arqueiro soma experiência em competições nacionais, incluindo participações na Série A do Campeonato Brasileiro, além de passagem recente pelo Betim, com destaque no Campeonato Mineiro.

Para completar o pacote, o tricolor acertou com o zagueiro canhoto Lucas Mufalo, de 28 anos. O defensor acumula passagens por Red Bull Bragantino, XV de Piracicaba, São Caetano e uma experiência internacional no Fafe, de Portugal, além de atuação recente pelo São José na Série A2 do Campeonato Paulista.

Foto: Victor Barreto/SJEC

As contratações refletem o planejamento do Capital em montar um elenco competitivo para enfrentar a sequência da temporada. Com jogos decisivos pela Série D e pela Copa Verde, o clube busca maior equilíbrio entre os setores e mais opções para a rotação da equipe.

A expectativa gira em torno da rápida integração dos reforços ao grupo e da possibilidade de utilização já nas próximas partidas. O tricolor segue na briga por protagonismo nas competições e mira o acesso à Série C como principal objetivo do ano.

Brasília cresce no jogo, bate São José e confirma força no G-4 do NBB

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Brasília
Foto: Matheus Maranhão/CAIXA Brasília

O roteiro mudou de marcha no momento decisivo nesta terça-feira (7/4): no Ginásio Nilson Nelson, pelo Novo Basquete Brasil (NBB), o Brasília Basquete transformou equilíbrio em controle, acelerou o ritmo após o intervalo e venceu o São José dos Campos, por 90 a 78, com domínio construído principalmente no terceiro quarto.

O resultado reforça a consistência da equipe do Distrito Federal na reta final da fase regular. Com a vitória, o Brasília se mantém firme na quarta colocação, sustentando presença no G-4 com atuação coletiva sólida e resposta tática eficiente após um início mais instável.

Equilíbrio e ajustes

O jogo começou com o São José mais solto ofensivamente. Logo nos primeiros minutos, a equipe visitante abriu 9 a 2, explorando boa movimentação e aproveitando espaços na defesa candanga. A resposta veio na sequência, com Corvalán puxando a reação e liderando uma corrida para equilibrar o placar.

Aos 6 minutos, o confronto já apresentava trocas constantes de liderança, com as duas equipes alternando bons momentos ofensivos. O São José voltou a abrir vantagem, mas o Brasília encontrou nas bolas de três um caminho para se manter vivo. Nos instantes finais do período, Von Haydin converteu dois arremessos do perímetro e deixou tudo igual: 20 a 20.

O segundo quarto trouxe um cenário mais truncado, com erros dos dois lados e dificuldades na construção ofensiva. O São José conseguiu encaixar melhor seu jogo a partir dos 13 minutos, quando embalou uma sequência de 11 a 0 e abriu vantagem confortável.

A resposta do Brasília veio após parada técnica. Com ajustes defensivos e maior agressividade, a equipe reduziu o prejuízo em uma sequência rápida, retomando confiança antes do intervalo. Mesmo com o momento de reação, o São José foi para o vestiário à frente: 41 a 38.

Virada de intensidade

A volta do intervalo marcou a virada de chave da partida. Desde os primeiros ataques do terceiro quarto, o Brasília apresentou outra postura, com mais intensidade defensiva e melhor seleção de arremessos. Aos 24 minutos, o time candango já havia assumido a liderança, explorando bem o jogo interno com Brunão e Paulichi, além de manter eficiência nas bolas de fora.

O volume ofensivo cresceu, enquanto o São José passou a encontrar dificuldades para pontuar com a mesma fluidez do primeiro tempo. O domínio se consolidou na reta final do período. Com controle das ações e imposição física, o Brasília venceu o quarto por 30 a 20 e abriu vantagem importante: 68 a 61, colocando o jogo em um cenário mais confortável.

No último quarto, o Brasília manteve o padrão de intensidade e não permitiu aproximação perigosa do adversário. A equipe controlou o ritmo, trabalhou melhor as posses e administrou a vantagem com maturidade. Mesmo com tentativas de reação do São José, especialmente nas mãos de Adyel, o time candango respondeu com consistência coletiva e boa gestão de jogo.

A diferença foi mantida ao longo dos minutos finais, sem sustos relevantes. Nos instantes derradeiros, o Brasília apenas confirmou o controle construído no terceiro período e sacramentou a vitória por 90 a 78, em atuação que reforça a força do elenco na briga pelas primeiras posições.

Próximo jogo

O Brasília Basquete volta à quadra na sexta-feira (10/4), às 19h30, novamente no Ginásio Nilson Nelson, diante do Pinheiros, pela sequência do Novo Basquete Brasil.

Invicto e sólido, zagueiro Zulu valoriza renovação com o Gama

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Zulu
Foto: Filipe Fonseca/Gama

Solidez na defesa, invencibilidade na temporada e confiança renovada no projeto. Assim o Gama constrói um início de 2026 dominante, sustentado por um sistema defensivo consistente e com participação importante do zagueiro Zulu, peça fundamental na engrenagem alviverde e nome valorizado após a recente renovação contratual.

O Periquito atravessa uma fase de alto rendimento, sem derrotas no ano, com título do Campeonato Candango e campanhas de boa largada tanto na Copa Centro-Oeste quanto na Série D do Campeonato Brasileiro. A consistência coletiva aparece como marca registrada, com destaque especial para o desempenho defensivo ao longo das competições.

Titular do sistema defensivo do Gama, Zulu soma 11 partidas na temporada, com sete vitórias e quatro empates. Com o defensor em campo, a equipe sofreu apenas cinco gols, número responsável por gerar uma média de apenas 0,45 por jogo. O indicador evidencia a segurança do setor e o papel do atleta como referência na linha defensiva.

A valorização do desempenho resultou na renovação de contrato com o clube candango. O movimento reforça a confiança da diretoria no trabalho apresentado. “Creio que essa renovação simboliza o crédito que a diretoria tem no meu futebol. Tive outras propostas, mas escolhi permanecer no Gama, pois acredito no propósito do clube de brigarmos pelo acesso à Série C. Estou contente aqui, principalmente pelo carinho que a torcida tem comigo. Agora é manter a constância que estamos tendo na temporada para conquistarmos novas metas”, declarou o zagueiro, via assessoria de imprensa.

Defesa como alicerce

A atuação sólida do sistema defensivo aparece como um dos pilares da campanha invicta do Gama em 2026. Com organização tática e baixo número de falhas, o time alviverde consegue controlar adversários e construir resultados com segurança, fator determinante para o bom desempenho nas competições disputadas.

Na estreia da Série D, o Gama venceu a Aparecidense por 2 a 0, fora de casa. O resultado reforçou a força da equipe também como visitante. A capacidade de manter o nível de atuação longe do Distrito Federal surge como trunfo importante na busca pelo acesso à terceira divisão nacional.

Agora, o foco se volta para a Copa Centro-Oeste. Nesta quarta-feira (9/4), o Gama enfrenta o Tocantinópolis, às 19h30, no Tocantins, em mais um desafio pela competição regional. O time lidera a chave de forma isolada, com duas vitórias e nenhum gol sofrido até o momento.

“Largamos bem na Série D, principalmente por ter sido uma vitória como visitante. Sabemos que será importante para sequência da competição esses pontos fora de casa. Agora temos que manter também as boas atuações como visitante na Copa Verde. Sabemos que o fato de não termos sido derrotados em 2026 é um feito coletivo fruto de muita dedicação que todos estão tendo”, concluiu o defensor.

Fifa abre cadastro de interesse para ingressos da Copa do Mundo Feminina

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Copa do Mundo
Foto: Divulgação/Fifa

Antes mesmo da bola rolar, a Copa do Mundo Feminina de 2027 já começa a movimentar o torcedor. A Fifa abriu, nesta semana, o cadastro oficial para manifestação de interesse na compra de ingressos, dando início ao processo para definir quem estará nas arquibancadas do maior evento do futebol feminino. Brasília está entre os palcos confirmados no torneio. O registro inicial pode ser feito clicando aqui.

O sistema funciona como uma etapa inicial da venda. Ao se registrar, o torcedor passa a receber informações antecipadas sobre as fases de comercialização, incluindo datas, prioridades e formatos de compra. O modelo segue o padrão adotado em edições anteriores, com alta procura e divisão em etapas para organização da demanda.

A capital federal integra o grupo de oito cidades-sede do torneio e terá o estádio Mané Garrincha como palco das partidas. Brasília divide espaço com Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Salvador e Porto Alegre, em uma edição com promessa de mobilizar o país de ponta a ponta.

A competição será disputada entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, reunindo 32 seleções e 64 jogos ao longo de pouco mais de um mês. A distribuição das partidas ainda será detalhada pela organização, mas a estrutura do Mané Garrincha coloca a cidade como candidata a receber confrontos de peso.

Além do impacto esportivo, o torneio marca um momento histórico. Pela primeira vez, a Copa do Mundo Feminina será realizada na América do Sul, ampliando a visibilidade da modalidade e consolidando o crescimento do futebol feminino em nível global.

No aspecto financeiro, a expectativa é por ingressos com valores mais acessíveis em relação ao Mundial masculino. Embora a Fifa ainda não tenha divulgado os preços oficiais para 2027, projeções com base em edições recentes indicam entradas iniciais na faixa de R$ 80 a R$ 100 na fase de grupos, podendo ultrapassar R$ 180 nas categorias mais baratas da final. O histórico do torneio também aponta variação conforme fase, setor e demanda, reforçando a importância do cadastro antecipado.

Para o público candango, o cadastro representa a largada de uma corrida silenciosa por ingressos. Em um evento com expectativa de alta demanda, garantir presença desde as primeiras etapas pode ser o diferencial entre assistir de perto ou ficar apenas no radar.

Brasília perde para Montes Claros e vai encarar jogo três por vaga na elite

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Brasília
Foto: Reprodução/Instagram/Montes Claros

Uma chance de fechar a série escapou e transformou o cenário em decisão total fora de casa. O Brasília Vôlei acabou superado pelo Montes Claros Vôlei por 3 sets a 1, na noite desta segunda-feira (6/4), no Ginásio Tancredo Neves, e viu a semifinal da Superliga Masculina B ficar igualada em 1 a 1, mantendo aberta a disputa por vaga na elite nacional e na decisão da divisão de acesso.

O confronto colocou frente a frente duas equipes em alto nível e com o acesso como objetivo central. Após vencer o primeiro jogo da série em Taguatinga, o time do Distrito Federal entrou em quadra com a possibilidade de carimbar a classificação, mas encontrou um adversário mais sólido nos momentos decisivos e com melhor aproveitamento ofensivo ao longo da partida.

O primeiro set apresentou domínio dos mineiros desde os pontos iniciais. Com pressão no saque e eficiência no ataque, o Montes Claros conseguiu abrir vantagem confortável e controlou o ritmo até fechar a parcial em 25/19, diante de um Brasília Vôlei com dificuldades na recepção e pouca fluidez nas jogadas ofensivas.

A resposta candanga veio no segundo set, com mudança de postura e maior intensidade em quadra. O Brasília Vôlei ajustou a defesa, equilibrou as ações e passou a explorar melhor as viradas de bola, construindo vantagem ao longo da parcial até fechar em 25/20 e empatar o duelo em sets.

O terceiro set marcou nova retomada do controle por parte da equipe da casa. Com bloqueios mais eficientes e menor número de erros, o Montes Claros voltou a impor ritmo, abriu vantagem na metade da parcial e administrou o placar até fechar em 25/20, colocando pressão sobre o time visitante.

No quarto set, o equilíbrio predominou durante boa parte das ações, com trocas de pontos e alternância no placar. Nos momentos finais, no entanto, o Montes Claros mostrou maior precisão nas bolas decisivas, fechou em 25/22 e confirmou a vitória por 3 sets a 1, levando a definição da vaga para o terceiro confronto.

Com a série empatada, a decisão fica para o sábado (11/4), às 18h30, novamente em Montes Claros. O vencedor garante vaga na final da Superliga Masculina B e assegura o acesso à primeira divisão do vôlei nacional, objetivo que mantém a disputa em aberto e carregada de tensão.

Brasiliense acerta com Marlone para reforçar elenco na Série D

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Marlone
Foto: Divulgação/Brasiliense

Experiência de sobra, bagagem em grandes clubes e um nome de peso para elevar o nível do elenco. Assim, o Brasiliense anunciou a contratação do meia-atacante Marlone, de 34 anos, reforço confirmado nesta segunda-feira (6/4) para a sequência da Série D do Campeonato Brasileiro. A chegada do jogador representa um movimento estratégico do Jacaré em busca de maior criatividade no setor ofensivo.

Com passagens por equipes tradicionais do futebol nacional, o atleta chega com a missão de agregar qualidade técnica, visão de jogo e experiência em momentos decisivos da competição. O último compromisso oficial do meia-atacante ocorreu em 31 de janeiro, ainda pelo Ypiranga de Erechim. Na ocasião, o jogador entrou em campo por 27 minutos no empate por 1 a 1 diante do São José, em duelo válido pelo Campeonato Gaúcho. Desde então, o atleta manteve preparação até acertar com o clube candango.

Com características voltadas para a construção ofensiva, Marlone atua como articulador e também como opção mais avançada no ataque. A capacidade de finalização de média distância e a leitura de jogo aparecem como pontos fortes. A passagem pelo Brasiliense será a primeira do meia-atacante no futebol do Distrito Federal.

Reforço experiente

Ao longo da carreira, Marlone acumulou passagens por clubes de grande expressão no cenário nacional. O currículo inclui equipes como o Vasco, o Fluminense, o Sport, o Corinthians, o Atlético-MG e o Goiás, além de experiências recentes por Brusque, Vila Nova, Chapecoense e o próprio Ypiranga-RS. O jogador também soma uma passagem internacional pelo Suwon, da Coreia do Sul, fator que amplia a bagagem competitiva e fortalece o perfil de liderança dentro do grupo do Brasiliense para a disputa da Série D.

A expectativa gira em torno da rápida adaptação ao elenco e da possibilidade de utilização nas próximas rodadas da competição nacional. O Jacaré busca consolidar campanha consistente e aposta na experiência do novo reforço como peça importante na caminhada. O atleta depende, agora, de regularização no sistema da CBF e de fatores físicos para estrear pelo Brasiliense.

Grana fácil! Renato “Money” Moicano estrangula o jovem Chris Duncan no Apex

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Renato Moicano
Foto: UFC

Em evento realizado no Apex, quartel-general do UFC, localizado em Las Vegas, Renato Moicano e Chris Duncan se enfrentaram no main event da noite. Apesar da experiência do brasileiro na organização, Duncan era o favorito para o embate. Todavia, o que se viu dentro do octógono contrariou as expectativas. Moicano, de 36 anos, apresentou a melhor forma física da carreira e venceu o rival sem grandes dificuldades. O desfecho ocorreu por finalização no segundo round para o brasiliense.

O confronto marcava uma tentativa de troca de posições no ranking da divisão até 70 kg. Com 36 anos e duas derrotas em sequência, Renato Moicano buscava se recuperar do revés mais recente, quando faltou gás e acabou derrotado por pontos diante do também veterano Beneil Dariush. No entanto, dentro do octógono, o brasileiro deixou claro desde o início que era superior no duelo. Apesar da base no jiu-jítsu, Moicano mostrou um boxe mais polido, dominou as ações em pé e aplicou um knockdown, golpe que abriu espaço para a queda e para o mata-leão.

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Em entrevista cedida ainda dentro do octógono para o ex-lutador Michael Bisping, repórter oficial do evento, Renato Moicano entrou no espírito pascal e fez um longo discurso sobre a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Em conversa com Evelyn Rodrigues, apresentadora do UFC Brasil, o combatente relembrou que Chris Duncan é seu parceiro de treino na América Top Team. De acordo com o atleta brasiliense, a luta só aconteceu devido a uma informação interna de que o estadunidense estaria disposto a aceitar o confronto, e o sentimento de “traição” o motivou.

De olho no próximo passo, o lutador foi incisivo sobre o oponente seguinte. A Michael Bisping, disparou: “Eu não quero lutas duras, não quero lutadores desranqueados como o Chris Duncan. Ou me oferecem um ranqueado fácil, como Dan Hooker, Paddy Pimblett ou Benoit Saint Denis, ou eu me aposento. Já estou fazendo muito dinheiro com meu canal no YouTube”. Ao UFC Brasil, Moicano acrescentou o nome de Brian Ortega, lutador estadunidense com origem mexicana, que seria o adversário original para o confronto, mas acabou forçado a sair por uma lesão não revelada.

Minas Brasília controla, aproveita erros e vence duelo direto no Bezerrão

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Minas Brasília
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

O roteiro ganhou tons de controle e oportunismo no Distrito Federal neste domingo (5/4): no Estádio Bezerrão, pela Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, o Minas Brasília transformou posse em vantagem, aproveitou erros adversários e venceu o 3B da Amazônia por 2 a 1, em duelo direto com cara de decisão desde os primeiros minutos.

O resultado reposiciona o time candango dentro da competição nacional. Em confronto entre equipes coladas na tabela, o triunfo levou o Minas à terceira colocação, premiando um plano de jogo mais organizado, com domínio territorial e melhor leitura dos momentos da partida diante de um adversário direto.

Controle sem contundência

Desde os primeiros movimentos, o Minas assumiu o controle por meio da posse e da circulação paciente. A equipe ocupou o campo ofensivo, empurrou o 3B para trás e tentou construir por dentro, mas encontrou dificuldades na última ação, principalmente dentro da área.

Gaby arriscou de fora e obrigou atenção da defesa, repetindo padrão ofensivo baseado em finalizações de média distância. Do outro lado, o 3B apostava em transições mais diretas, com menos passes e ataques verticais, estratégia que quase deu resultado, quando Carla Nunes tentou encobrir a goleira Rubi, mas Rhayssa salvou em cima da linha.

O cenário mudou quando a insistência do Minas encontrou recompensa técnica. Em cobrança de falta, Gaby acertou um chute preciso no ângulo e abriu o placar com um gol de alto nível, destravando um jogo até então de domínio sem eficiência.

A vantagem poderia ter sido ampliada logo na sequência. Michele sofreu pênalti após jogada individual pela ponta. Na cobrança, Gaby bateu na trave e manteve o placar em aberto, impedindo um primeiro tempo mais confortável para as mandantes.

Erro punido e gestão do jogo

Na volta do intervalo, o 3B elevou a agressividade e tentou encurtar espaços, mas o Minas respondeu com inteligência. Sem se expor, a equipe passou a explorar melhor os erros adversários e encontrou o segundo gol exatamente nesse cenário. A goleira Camila falhou na saída de bola, Gaby recuperou e iniciou a jogada. Monse participou da construção e, após defesa parcial, apareceu livre para completar e ampliar: 2 a 0, em lance que simbolizou a diferença de precisão entre as equipes.

Com a vantagem ampliada, o Minas reforçou o controle da partida. A equipe manteve mais posse, administrou o ritmo e criou chances para liquidar o confronto, como quando Rayla saiu cara a cara, mas parou na goleira adversária. O 3B, pressionado pelo resultado, promoveu mudanças e passou a se expor mais. A tentativa de reação trouxe volume ofensivo, mas também desorganização defensiva, deixando o jogo aberto nos minutos finais.

A equipe visitante encontrou um respiro. Após jogada individual de Bárbara, a bola tocou no braço de Suzana dentro da área, e a arbitragem marcou pênalti. Carol converteu e diminuiu, recolocando tensão na partida.

Nos acréscimos, o jogo ganhou carga emocional elevada, com o 3B pressionando e o Minas tentando administrar. A equipe candanga, porém, sustentou a vantagem com organização defensiva e garantiu um triunfo importante no contexto da competição.

Próximo jogo

O Minas Brasília volta a campo no sábado (19/4), às 16h, novamente no Estádio Bezerrão, diante do Ação-MT, pela sequência da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino.

Minas Brasília 2
Rubi; Suzana, Esther, Rayane e Rhayssa 🟨; Stephane 🟨 (Drielly), Monse Ayala ⚽ e Rafaela (Manu 🟨); Michele (Jayanne), Rayla (Biazinha 🟨) e Gaby ⚽🟨 (Arcanjo).
Técnica: Kethleen Azevedo

3B da Amazônia 1
Camila (Quezia), Isabela (Carol ⚽), Ana Beatriz, Gisele (Júlia) e Bárbara; Carla Nunes 🟨, Maria Vitória (Akhemi) e Nai (Alanna); Bruna, Paula e Petra 🟨.
Técnico: João Carlos Cavalo