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sexta-feira, 4 de abril de 2025

Gama iguala Brasiliense em títulos candangos no novo Mané Garrincha

Periquito e Jacaré somam, desde 2013, três voltas olímpicas da elite, cada, no local. Com mais dois Sub-20 na conta, alviverde é o maior campeão da arena pós-reformulação

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O Gama continua em festa pelo título do Campeonato Candango conquistado no último sábado (29/1), em final diante do Capital, no Estádio Nacional Mané Garrincha. A 14ª taça local, no entanto, não serviu somente para reafirmar o alviverde como o o maior campeão do Distrito Federal. A conquista também igualou o Periquito ao Brasiliense em número de triunfos no torneio local na versão reformulada da principal arena da cidade.

Desde a reinauguração do Estádio Nacional Mané Garrincha, Gama e Brasiliense faturaram três taças de Candangão, cada, no palco da Copa das Confederações e da Copa do Mundo realizadas no país. Primeiro a gritar “é campeão” no local pós-reformulação, o Jacaré levou os títulos locais de 2013, 2017 e 2021 na arena. Antes de levar o terceiro em 2025, o alviverde comemorou as conquistas de 2019 e 2020. Ambas, inclusive, contra o maior rival.

Antes mesmo de vibrar pela terceira taça do Candangão no Mané Garrincha, o Gama ostentava o status de maior campeão na nova versão da arena. Além dos troféus da elite local, o alviverde comemorou duas vezes na categoria sub-20 do torneio do Distrito Federal. Assim, o Periquito soma cinco voltas olímpicas na arena e está na frente, justamente, das três protagonizadas pelo Brasiliense nos últimos 12 anos.

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Outras nove equipes viveram o mesmo privilégio de Gama e Brasiliense: Luziânia (dois Candangos) Ceilândia (um Candangão e um Sub-20), Flamengo: (duas Supercopas do Brasil), Real Brasília (um Candangão Feminino e um Sub-20), Brasília (uma Copa Verde), Sobradinho (um Candangão), Paranoá (uma Segundinha), Palmeiras (uma Supercopa do Brasil) e Defensa y Justicia (uma Recopa Sul-Americana) completam a lista de premiações na arena.

Campeões no Novo Mané

2013
Brasiliense (Candangão)

2014
Brasília (Copa Verde)
Luziânia (Candangão)

2015
Gama (Candangão)

2016
Luziânia (Candangão)

2017
Brasiliense (Candangão)

2018
Sobradinho (Candangão)

2019
Gama (Candangão)
Gama (Candanguinho Sub-20)

2020
Flamengo (Supercopa do Brasil)

2021
Flamengo (Supercopa do Brasil)
Defensa y Justicia (Recopa Sul-Americana)
Brasiliense (Candangão)
Paranoá (Segunda Divisão do Candangão)

2022
Ceilândia (Candanguinho Sub-20)

2023
Palmeiras (Supercopa do Brasil)
Gama (Candanguinho Sub-20)
Real Brasília (Candangão Feminino)

2024
Ceilândia (Candangão)
Real Brasília (Sub-20)

2025
Gama (Candangão)

Por clube

– Gama: 5 (três Candangos e dois Sub-20)
– Brasiliense: 3 (três Candangões)
– Luziânia: 2 (Candangos)
– Ceilândia: 2 (Candangão e Sub-20)
– Flamengo: 2 (Supercopas do Brasil)
– Real Brasília: 2 (Candangão Feminino e Sub-20)
– Brasília: 1 (Copa Verde)
– Sobradinho: 1 (Candangão)
– Paranoá: 1 (Segundinha)
– Palmeiras: 1 (Supercopa do Brasil)
– Defensa y Justicia: 1 (Recopa Sul-Americana)

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