Brasília Vôlei fecha com técnico e gerente visando a Superliga B

Brasília Vôlei confirmou Rogério Portela, ex-Vôlei Positivo, como técnico para a Superliga B. Time da capital federal fechou ainda com o gerente Flávio Thiessen

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Por Danilo Queiroz

Os trabalhos para retornar ao topo já estão em andamento no Brasília Vôlei. Após ser rebaixado na última temporada da divisão principal da Superliga Feminina, o time da capital federal já iniciou o planejamento visando o retorno à principal divisão da competição. Para começar a caminhada em busca do acesso, o representante candango confirmou a contratação do técnico Rogério Portela e fechou seu staff gerencial, que será comandado por Flávio Thiessen.

O novo comandante chega ao Brasília Vôlei com bagagem e história na Superliga B. Portela esteva à frente do projeto do Vôlei Positivo, de Curitiba/PR, até a temporada de 2018, onde chegou a disputar a divisão de acesso do voleibol nacional pelo clube paranaense, mas não obteve o acesso. O currículo do treinador também registra passagens pelas equipes femininas do Londrina Vôlei, Rio Sul, Brusque e do próprio time da capital federal, onde atuou com auxiliar técnico.

No retorno, Portela terá a oportunidade de reeditar uma parceria de 11 anos que teve com Thiessen no time brasiliense. No período, iniciado em 1994, o novo técnico foi auxiliar do agora gerente, que a época ocupava o principal cargo da comissão técnica do Brasília. Após o período, Flávio se aventurou por equipes da Superliga de Vôlei, como o Upis, que representou o Distrito Federal na divisão de acesso masculina em 2019, e comandou a Seleção Brasileira Universitária.

Outras novidades são esperadas na equipe da capital federal visando a Superliga B, que deve ser disputada no início de 2020. O elenco que vestirá a camisa do Brasília Vôlei na divisão de acesso ainda não foi definido. Segundo informações obtidas pelo portal Esportes Brasília, há a expectativa de que alguns nomes que disputaram e se destacaram na principal divisão do vôlei nacional nesta temporada permaneçam na capital federal, casos de Dani Terra, Renatinha e Mimi Sosa.

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