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Gama pode garantir vaga no mata-mata em clássico contra o Brasiliense

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Gama Brasiliense
Foto: Filipe Fonseca/Gama

O clássico verde-amarelo do próximo sábado (16/5), às 19h30, no Estádio Bezerrão, pode marcar não apenas mais um capítulo da rivalidade entre Gama e Brasiliense, mas também a confirmação antecipada do alviverde no mata-mata da Série D do Campeonato Brasileiro. Líder isolado do Grupo A3, o Periquito chega à reta final da primeira fase da competição nacional com cenário extremamente favorável para assegurar presença entre os quatro classificados da chave. Basicamente, um empate serve para concluir o primeiro objetivo gamense na disputa.

Atualmente, o Gama soma 16 pontos e ocupa a ponta da classificação. O Brasiliense aparece na quinta colocação, a primeira fora da zona de classificação à sequência da Série D do Brasileirão, com sete. Como restam apenas quatro rodadas até o encerramento da fase de grupos, cada equipe ainda pode conquistar no máximo 12 pontos. Além do clássico, o alviverde enfrenta Primavera-MT, Inhumas-GO e Aparecidense-GO, enquanto o Jacaré medirá forças contra Inhumas-GO, Luverdense-MT e Primavera-MT.

O cenário mais simples envolve vitória alviverde no clássico do Bezerrão. Caso o Gama derrote o Brasiliense, chegará aos 19 pontos e abrirá distância definitiva para o rival. Mesmo vencendo todos os três jogos restantes após o confronto, o Jacaré alcançaria apenas 16 pontos, número insuficiente para ultrapassar o líder do grupo. Assim, o Periquito confirmaria matematicamente presença no mata-mata da Série D do Brasileirão, restando confirmar apenas a primeira colocação para ter benefícios posteriores nas eliminatórias.

O empate também pode garantir a classificação antecipada. Neste cenário, o Gama subiria para 17 pontos, enquanto o Brasiliense iria a oito. Em tese, o Jacaré poderia alcançar a mesma pontuação ao vencer os três jogos restantes da competição. Porém, o regulamento da Série D utiliza o número de vitórias como primeiro critério de desempate. Neste ponto, o alviverde já possui vantagem impossível de ser revertida pelo rival. O Periquito acumula cinco vitórias, enquanto o time amarelo soma apenas uma e, mesmo ganhando os duelos restantes após o clássico, chegaria no máximo a quatro triunfos.

Na prática, até um empate no Bezerrão garante matematicamente o Gama no G-4 do Grupo A3, independentemente dos resultados das últimas rodadas da primeira fase. O cenário reforça o tamanho do clássico candango deste sábado. Além da rivalidade histórica, o confronto pode consolidar o excelente momento vivido pelo alviverde na Série D do Campeonato Brasileiro. Invicto na competição nacional, o time gamense lidera o grupo e atravessa uma das temporadas mais consistentes dos últimos anos.

Já o Brasiliense chega pressionado pela necessidade de vitória para seguir vivo na luta pela classificação ao mata-mata. Qualquer resultado diferente do triunfo complica ainda mais as chances do Jacaré na disputa pelas quatro primeiras posições da chave. Terceiro e quarto colocados, Primavera-MT e Luverdense-MT têm oito pontos e se enfrentam na sétima rodada, com mando do Gigante Roxo. Assim, se ganhar, o time amarelo necessariamente retornaria ao G-4. Uma derrota, porém, deixaria a zona de classificação de dois a quatro pontos distante.

Capital mira classificação antecipada em duelo candango contra o Ceilândia

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Capital
Foto: Diller Abreu/FFDF

O confronto candango entre Capital e Ceilândia, marcado para sábado (16/5), às 19h, no Estádio JK, ganhou peso ainda maior na reta final da primeira fase da Série D do Campeonato Brasileiro. Além da rivalidade regional e da disputa direta dentro do G-4 do Grupo A4, o duelo pode garantir classificação antecipada ao mata-mata para o Coruja, a depender de uma combinação de resultados com outro duelo da mesma chave. Já o Gato Preto entra em campo pressionado pela necessidade de pontuar para evitar riscos na tabela.

Vice-líder da chave com 13 pontos, o Capital possui o único cenário possível de classificação matemática antecipada nesta rodada entre os representantes do Distrito Federal no grupo. Para confirmar vaga no mata-mata, o Coruja precisa primeiro vencer o Ceilândia no duelo candango. Caso alcance os três pontos, o tricolor chegaria aos 16 e abriria distância importante na tabela. Porém, a conta não depende do próprio resultado. O time também precisará torcer por empate no duelo entre Operário Várzea-grandense e União Rondonópolis, equipes atualmente fora da zona de classificação.

O cenário funciona da seguinte forma: o União aparece na quinta colocação, com cinco pontos, enquanto o Operário soma quatro, em sexto lugar. Como restariam apenas três rodadas após o fim de semana, ambos ainda poderiam alcançar no máximo 15 e 14 pontos, respectivamente, caso o confronto termine empatado. Assim, um Capital com 16 pontos não poderia mais ser ultrapassado pelos dois clubes mato-grossenses ao mesmo tempo, assegurando matematicamente presença no G-4.

Existe também a possibilidade de o Coruja vencer o clássico e ainda não confirmar classificação nesta rodada. Isso ocorreria em caso de vitória de Operário ou União no confronto direto. O vencedor permaneceria vivo matematicamente na disputa, mantendo a definição para as últimas rodadas. Mesmo assim, o cenário continuaria extremamente confortável para o time candango. Nas últimas rodadas, o tricolor teria os jogos contra o Goiatuba-GO e os próprios adversários mato-grossenses para somar pontos e definir a situação.

Do outro lado, o Ceilândia ainda não possui chance de classificação antecipada nesta rodada. O Gato Preto soma sete pontos e ocupa a terceira colocação do Grupo A4. Apesar disso, o duelo contra o Capital ganhou caráter decisivo para a sequência da campanha alvinegra na luta pelo mata-mata. Uma vitória fora de casa permitiria ao Gato Preto abrir vantagem importante dentro do G-4 e consolidar posição mais confortável antes das últimas rodadas. O resultado ganha ainda mais peso devido ao confronto direto entre Operário Várzea-grandense e União Rondonópolis, os principais perseguidores da zona de classificação.

O cenário negativo para o Gato Preto também existe. Caso perca para o Capital e ocorra vitória do Mixto, além de triunfo de um dos clubes mato-grossenses no outro confronto da rodada, o Ceilândia corre risco de deixar o G-4 do Grupo A4. Além do duelo diante do tricolor no Estádio JK, o alvinegro tem na agenda compromissos contra União Rondonópolis, Goiatuba e Mixto antes de encerrar a participação na primeira fase da Série D do Brasileirão.

Na prática, o duelo candango deste sábado pode alterar completamente o panorama da chave. Enquanto o Capital busca transformar a boa campanha em vaga antecipada no mata-mata para ter tranquilidade nas próximas semanas da competição nacional, o Ceilândia tenta defender posição estratégica e evitar pressão maior nas três rodadas finais da Série D do Brasileirão.

NBB: Brasília atropela Flamengo no segundo tempo e fica perto da semifinal

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NBB
Foto: Paula Reis/Flamengo

O Brasília Basquete deu um passo gigantesco rumo às semifinais do Novo Basquete Brasil (NBB). Na tarde deste domingo (10/5), os extraterrestres visitaram o Flamengo, no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistaram vitória dominante, por 98 a 90, no terceiro duelo das quartas de final. Com o resultado, o time candango abriu 2 a 1 na série melhor de cinco e ganhou dois “match-points” consecutivos diante da torcida no Ginásio Nilson Nelson. O primeiro será na quarta-feira (13/5), às 20h30.

A partida começou em ritmo acelerado e ofensivamente eficiente dos dois lados. O Flamengo aproveitou melhor as infiltrações e conseguiu encontrar espaços principalmente no garrafão, enquanto o Brasília tentava equilibrar o confronto por meio das bolas de média e longa distância. Mesmo apresentando dificuldades defensivas, o time do Distrito Federal conseguiu permanecer próximo no placar durante praticamente toda a primeira parcial. Ainda assim, os rubro-negros fecharam o quarto inicial em vantagem: 24 a 20.

No segundo período, o panorama permaneceu parecido. O Flamengo seguia encontrando boas soluções ofensivas, com movimentação intensa e aproveitamento elevado nas posses mais importantes. O Brasília apresentava poder ofensivo para acompanhar parcialmente o ritmo carioca, mas sofria para encaixar a marcação e controlar as ações defensivas no perímetro e dentro do garrafão. Assim, os mandantes ampliaram ligeiramente a vantagem antes do intervalo e foram aos vestiários vencendo por 50 a 44.

Foto: Paula Reis/Flamengo

A história do jogo mudou completamente na volta do descanso. O Brasília retornou à quadra em nível defensivo praticamente impecável e reencontrou justamente a principal característica responsável pela grande campanha na temporada 2025/2026 do NBB. Com pressão intensa na marcação, troca eficiente nas coberturas e imposição física, os extraterrestres passaram a provocar erros sucessivos do Flamengo e transformaram defesa em transição ofensiva.

O terceiro quarto foi o momento de ruptura da partida. Crescendo coletivamente em todos os setores, o Brasília virou o placar e passou a controlar emocionalmente o confronto. O Flamengo encontrou dificuldades para atacar diante da intensidade candanga e viu a equipe visitante dominar o período. Com parcial de 31 a 23, o time do Distrito Federal entrou nos 10 minutos finais vencendo por 75 a 73.

No último quarto, o Brasília mostrou maturidade para administrar o cenário construído após a reação. Mesmo diante da pressão do Maracanãzinho, os extraterrestres mantiveram alto nível de concentração, seguiram eficientes defensivamente e aproveitaram os erros do Flamengo para abrir vantagem confortável na reta final. O time candango venceu também a última parcial por 23 a 17 e confirmou o triunfo por 98 a 90 em atuação extremamente segura longe de casa.

O desempenho coletivo ofensivo apareceu nos números. Kevin Crescenzi terminou como cestinha do Brasília ao marcar 22 pontos. Facundo Corvalán contribuiu com 21 pontos e oito assistências, enquanto Brunão registrou duplo-duplo com 10 rebotes. Pelo lado rubro-negro, Baralle liderou a pontuação, com 20 anotados.

A vitória deixa o Brasília Basquete muito próximo da classificação às semifinais do NBB. Agora, os extraterrestres terão dois jogos consecutivos no Ginásio Nilson Nelson para tentar fechar a série diante da torcida candanga. Em casa, a franquia do Distrito Federal perdeu apenas duas vezes na atual temporada nacional, ampliando a confiança para voltar às semifinais. O primeiro “match-point” será na quarta-feira (13/5), às 20h30.

Gama supera o Luverdense fora de casa e fica perto da vaga no mata-mata

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Gama
Foto: @asvfotoesportiva/Divulgação/Gama

O Gama deu mais um passo importante rumo ao mata-mata da Série D do Campeonato Brasileiro. Na noite deste sábado (9/5), o alviverde venceu o Luverdense por 2 a 1, no Estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde (MT), e abriu vantagem confortável na liderança do Grupo A3. Os gols candangos saíram com Willian Júnior, ainda no primeiro tempo, e Lúcio, já na etapa final. Pedro Bortoluzo marcou para os mato-grossenses. A vaga matemática pode ser concretizada no clássico contra o Brasiliense.

A partida começou equilibrada e apresentou poucos espaços ofensivos nos minutos iniciais. O Gama tinha dificuldades para acelerar a transição ofensiva, mas ganhou tranquilidade após abrir o placar cedo. O Luverdense passou a ter mais posse de bola, porém sem conseguir pressionar com consistência a defesa alviverde durante boa parte do confronto. Já no segundo tempo, o jogo ficou mais aberto, alternou ataques perigosos dos dois lados e exigiu maior concentração defensiva do sistema gamense, principalmente após a expulsão de Wellington nos minutos finais.

Com a vitória fora de casa, o Gama chegou aos 16 pontos e se isolou ainda mais na liderança do Grupo A5 da Série D. O cenário ficou extremamente favorável para a classificação ao mata-mata. Isso porque o Brasiliense, próximo adversário do Periquito, aparece como primeiro time fora da zona de classificação, com sete pontos somados. Como restam apenas 12 em disputa até o fim da primeira fase, uma vitória alviverde no clássico candango do próximo sábado (16/5), às 19h30, no Bezerrão, encerra matematicamente qualquer possibilidade de o Jacaré terminar acima do rival na tabela.

Golpe no final

Os 10 primeiros minutos do jogo em Lucas do Rio Verde (MT) foram de equilíbrio, com poucas ações ofensivas. Com a bola no pé, o Gama tinha dificuldade de passar ao ataque. O cenário mudou aos 12. Willian Júnior recebeu na entrada da área e finalizou com força para colocar 1 a 0 no placar. O gol deu bastante tranquilidade ao alviverde. Mesmo com mais tempo de posse, o Luverdense levava pouco perigo ao gol de Renan Rinaldi. O goleiro gamense não fez nenhuma intervenção relevante até os 25 e a zaga do time candango levava a melhor quando necessário.

Embora satisfeito com o placar parcial, o Gama pouco ia ao ataque e também não finalizava. Em momento truncado, o jogo registrou diversos cartões amarelos para os dois lados. De tanto esperar o rival, o alviverde foi punido pelo Luverdense aos 40 minutos. Isac Miller avançou pela direita, cruzou na entrada da área e Pedro Bortoluzo guardou em chute no canto. Os times seguiram insistindo, mas sem conseguir golpear o adversário. Os gamenses até tiveram sequência não aproveitada de escanteios nos acréscimos.

Postura madura

O Gama voltou do intervalo mais ligado e tentou assustar o goleiro João Guilherme em três chegadas ofensivas. Quem finalizou ao gol primeiro, porém, foi o Luverdense. Aos 10, Pedro Bortoluzo cabeceou diante de Rinaldi, mas desviou fraco. No minuto seguinte, a zaga alviverde vacilou, o camisa nove ficou com a bola, mas chutou na rede pelo lado de fora. A alternância no ataque seguiu, até os candangos aproveitarem lance aéreo. Aos 20, Lucas Piauí lançou falta na medida para Lúcio desviar para o fundo do barbante: 2 a 1.

Desta vez, o Gama não deu tanto a bola ao Luverdense e seguiu no ataque, ao ponto de quase definir aos 28. David Lucas saiu livre, tentou encobrir o goleiro, mas não colocou força suficiente para a bola entrar. João Guilherme correu e salvou. Consistente, a zaga gamense blindou Rinaldi. Aos 39, o Luverdense colocou pressão, mas as finalizações na área explodiram em marcadores bem posicionados. Com 42, Wellington foi expulso e ampliou o drama. Com um a mais, os mato-grossenses cercaram o ataque, mas sem a efetividade necessária para empatar.

Ceilândia domina Tito Drago e encerra Libertadores de areia em quinto lugar

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Ceilândia
Foto: Divulgação/Conmebol

O Ceilândia encerrou a primeira participação na Libertadores de Futebol de Praia com uma campanha histórica nas areias de Vila Velha, no Espírito Santo. Na noite deste sábado (9/5), o Gato Preto venceu o Academia Tito Drago, do Peru, por 7 a 5, no duelo de definição da quinta colocação, e fechou o torneio continental da Conmebol com cinco vitórias em seis partidas disputadas. Mesmo sem conseguir chegar nas instâncias superiores da briga pelo título, o alvinegro deixa a competição com muitos motivos para comemorar.

O grande nome da noite foi Fabrício Barbosa. Em atuação decisiva, o jogador marcou quatro gols e comandou ofensivamente o triunfo candango. Miguel Júnior, um dos artilheiros da caminhada do Ceilândia no torneio continental, e Tanner Edward também balançaram as redes na última apresentação em Vila Velha e ajudaram o representante do Distrito Federal a consolidar mais um resultado positivo na competição.

O desempenho reforçou a campanha sólida construída pelo Ceilândia ao longo da Libertadores de Futebol de Praia. Na fase de grupos, o Gato Preto estreou vencendo o Sportivo Luqueño, do Paraguai, por 2 a 1. Depois, protagonizou confronto movimentado diante do Guaviare, da Colômbia, empatando por 4 a 4 no tempo regulamentar antes de confirmar a vitória nos pênaltis, por 3 a 1. A liderança do Grupo C foi assegurada na terceira rodada. Em atuação consistente, os candangos bateram justamente o Academia Tito Drago por 5 a 3 e terminou a primeira fase invicto.

No mata-mata, porém, o sonho do título encontrou obstáculo diante do Dávila, do Chile. Após sair na frente, o Gato Preto acabou derrotado por 6 a 3 nas quartas de final e viu a caminhada rumo à taça ser interrompida. A reação veio rapidamente na disputa de classificação. O time candango superou o Sportivo Cerrito, do Uruguai, por 5 a 2 e avançou ao confronto decisivo pelo quinto lugar.

A vitória deste sábado consolidou o Ceilândia entre as principais campanhas da competição continental e encerrou a participação alvinegra com saldo positivo na estreia internacional da equipe no futebol de praia. Em seis jogos realizados, o Gato Preto acumulou cinco vitórias e apenas uma derrota. A passagem por Vila Velha também reforça o crescimento recente do futebol de areia do Distrito Federal, responsável por colocar um representante candango entre os destaques da principal competição continental da modalidade.

Minas Brasília ganha do Itacoatiara e sobe à vice-liderança da Série A2

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Minas Brasília
Foto: @dimilypaivafotografias/Minas Brasília

O Minas Brasília ganhou posições importantes na luta pelo acesso à elite do futebol feminino nacional. Na tarde deste sábado (9/5), as Minas encararam uma longa viagem para o Amazonas para venceram o Itacoatiara, por 2 a 1, no Estádio Floro Mendonça. Além de conquistar os três pontos distante do Distrito Federal, a equipe candanga aproveitou o tropeço do Atlético-PI diante do Vasco para assumir a vice-liderança da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, deixando a classificação ao mata-mata do torneio nacional mais factível.

A combinação de resultados foi perfeita para o time candango. Enquanto o Minas Brasília conquistava os três pontos fora de casa, o Vasco venceu o Atlético-PI por 3 a 1, resultado responsável por derrubar as piauienses na tabela. Assim, o representante do Distrito Federal chegou aos 19 pontos e subiu para a segunda colocação, cinco atrás das líderes cruzmaltinas. As duas equipes, inclusive, ainda vão medir forças no Brasileirão Feminino, em jogo agendado para a 14ª rodada do torneio nacional, no Rio de Janeiro.

O primeiro tempo presenteou a efetividade do time do Distrito Federal com uma importante recompensa ainda antes do intervalo. Aos 21 minutos, Manu apareceu bem no setor ofensivo e abriu o placar para o Minas Brasília, colocando as visitantes em vantagem no Amazonas. Na etapa final, o Itacoatiara voltou mais agressivo e encontrou o empate logo aos cinco minutos. Sulamyta aproveitou oportunidade e recolocou equilíbrio no confronto. O cenário aumentou a tensão da partida e obrigou o Minas Brasília a retomar intensidade para evitar perda importante de pontos na briga pelas primeiras posições.

A resposta candanga veio em cobrança de pênalti. Aos 34 minutos da etapa final, Rafa assumiu a responsabilidade de bater a infração, converteu a penalidade máxima e garantiu a importante vitória do Minas Brasília fora de casa. O triunfo representou a sexta vitória da equipe em oito partidas disputadas na Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino e consolidou o momento positivo atravessado pelo clube na segunda divisão do futebol feminino.

Com o resultado, o Minas Brasília mantém sequência positiva na competição nacional e fortalece a campanha em busca do acesso. O próximo compromisso será diante da torcida candanga. Na nona rodada, as Minas recebem o Paysandu no sábado (16/5), às 15h, no Estádio Abadião, em Ceilândia. O jogo não será no Bezerrão, atual casa da equipe ao longo do torneio nacional, devido à realização do clássico entre Gama e Brasiliense na arena no mesmo dia.

Capital vence o Mixto no JK e se consolida na vice-liderança do grupo

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Capital
Foto: Divulgação/Capital

O Capital segue firme entre os protagonistas do Grupo A4 da Série D do Campeonato Brasileiro. Na tarde deste sábado (9/5), o tricolor derrotou o Mixto por 1 a 0, no Estádio JK, no Paranoá, e confirmou mais uma atuação segura diante da torcida tricolor. O único gol da partida saiu aos 20 minutos do primeiro tempo, quando Rodriguinho acertou finalização no ângulo após boa troca de passes na intermediária. Os três pontos conquistados como mandante elevaram o moral do time para a sequência da competição nacional.

A partida apresentou equilíbrio durante boa parte do confronto, principalmente nos movimentos ofensivos criados pelas duas equipes ainda na etapa inicial. O Mixto assustou cedo em finalizações de média distância e também levou perigo em bolas aéreas, enquanto o Capital mostrou maior organização coletiva e eficiência no momento decisivo do jogo. Já no segundo tempo, o duelo perdeu intensidade ofensiva, ficou mais truncado no meio-campo e passou a exigir concentração defensiva da equipe candanga diante da pressão mato-grossense nos minutos finais.

Com o resultado positivo no JK, o Capital chegou aos 13 pontos e se consolidou na vice-liderança do Grupo A4 da Série D, apenas um atrás do Goiatuba, líder da chave do torneio nacional com 14 somados após o empate por 0 a 0 com o União Rondonópolis. Na próxima rodada, a Coruja recebe o Ceilândia em duelo candango marcado para sábado (16/5), às 19h, novamente no Estádio JK.

Golaço coloca a Coruja na frente

O Mixto criou a primeira oportunidade perigosa da partida aos 11 minutos, em chute de fora da área que passou perto da meta defendida pelo goleiro Luan. O Capital respondeu cinco minutos depois. Após cobrança levantada na área, o zagueiro Lucas Oliveira subiu firme de cabeça e obrigou Glaycon a fazer grande defesa para evitar o gol candango.

A insistência tricolor encontrou recompensa aos 20 minutos. Rodriguinho tabelou com Gustavo Nescau na intermediária, avançou com liberdade e arriscou de fora da área. A bola saiu forte, morreu no ângulo e deixou Glaycon sem qualquer possibilidade de defesa no JK. O golaço mudou o panorama do confronto e aumentou a confiança ofensiva do Capital na sequência da etapa inicial.

 

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Mesmo em desvantagem, o Mixto tentou reagir antes do intervalo. Aos 40 minutos, Joazi cruzou na medida para Yuji, cabeçada firme e grande defesa de Luan para salvar o time candango. Pouco depois, Gustavo Xuxa voltou a assustar pelo alto em nova chegada aérea da equipe mato-grossense, mas o Capital conseguiu segurar a vantagem até o intervalo.

Controle e resistência

O Capital quase ampliou a vantagem construída no primeiro tempo da partida no Estádio JK logo aos quatro minutos do segundo tempo. Lucas arriscou chute de longa distância e assustou novamente a defesa visitante. Após o início mais intenso sob o sol do Paranoá, o confronto passou a ficar mais travado no meio-campo, com muitas disputas físicas e pouca fluidez ofensiva dos dois lados. O cenário favorecia o Coruja, dono da vantagem e com maior confiança pela sequência de resultados conquistados na Série D.

Na reta final da partida no JK, o Mixto aumentou a pressão em busca do gol de empate e passou a explorar principalmente os cruzamentos para dentro da área. O time mato-grossense tentou transformar o volume ofensivo em oportunidades claras para golpear o Capital, porém, encontrou dificuldades diante da boa organização defensiva tricolor. Quando exigido, o goleiro Luan apareceu seguro para garantir mais uma vitória importante do tricolor candango na caminhada da temporada 2026 da Série D do Campeonato Brasileiro.

Ceilândia toma troco do Operário-MT e perde jogo da Série D no Abadião

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Ceilândia
Foto: Renan Pariz/@parizfotos/Ceilândia

A tarde no Abadião terminou com frustração para o Ceilândia diante da torcida alvinegra. Neste sábado (9/5), o Gato Preto tomou o troco da última partida, perdeu por 1 a 0 para o Operário Várzea-grandense-MT, pela sexta rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, e deixou escapar a oportunidade de ganhar força na disputa pelas primeiras posições do Grupo A4. O único gol da partida saiu ainda no primeiro tempo, em conclusão de Gabriel Mineiro após jogada trabalhada pela equipe mato-grossense.

O confronto apresentou equilíbrio durante praticamente todos os 90 minutos, com forte disputa física e poucas oportunidades claras criadas pelos dois lados. O Operário-MT conseguiu suportar a pressão inicial do Ceilândia e cresceu ofensivamente na reta final da primeira etapa, principalmente nos avanços pelo setor central. Já o time candango aumentou o volume ofensivo após o intervalo, passou a controlar mais a posse de bola e empurrou o adversário para o campo defensivo, porém, encontrou dificuldades para transformar pressão em efetividade.

Com a derrota no Abadião, o Ceilândia permaneceu com sete pontos e ainda segue dentro da zona de classificação do Grupo A4 da Série D do Brasileirão, mas perdeu a chance de subir na tabela e ganhar força na luta pela classificação ao mata-mata da competição nacional. Na próxima rodada, o alvinegro candango visita o Capital, no sábado (16/5), às 19h, no duelo candango da chave marcado para o Estádio JK, enquanto o Operário VG encara o União Rondonópolis em clássico estadual no Estádio Dito Souza.

Castigo antes do intervalo

O início de partida teve ritmo truncado e muita disputa no meio-campo. O Operário-MT assustou pela primeira vez aos 24 minutos, quando Willian Anicete encontrou espaço para finalizar com perigo. Pouco depois, Jeanderson aproveitou sobra dentro da área após cobrança de escanteio e obrigou Edmar Sucuri a fazer grande defesa para evitar o gol visitante no Abadião. O Ceilândia respondeu aos 33 minutos, pressionou a saída adversária e criou boa oportunidade ofensiva, mas não conseguiu aproveitar a melhor chegada construída até então.

O desperdício acabou custando caro minutos depois. Aos 38, Augusto tabelou pelo setor central, avançou livre até a área e serviu Gabriel Mineiro: finalização firme para colocar o Operário-MT em vantagem ainda antes do intervalo. Nos acréscimos da primeira etapa, Jeanderson ainda cobrou falta com força e assustou novamente a defesa candanga. A bola passou por cima da meta defendida por Edmar Sucuri, encerrando um primeiro tempo marcado pelo equilíbrio, mas também pela maior eficiência ofensiva apresentada pelo time mato-grossense.

Pressão sem empate

Na volta do intervalo, o Ceilândia adotou postura mais agressiva no gramado do Estádio Abadião e, diante da torcida alvinegra, tentou empurrar o Operário-MT para trás nos minutos iniciais. O Gato Preto passou a circular melhor a bola no campo ofensivo e aumentou a presença pelos lados, enquanto o clube visitante, satisfeito com o resultado construído na metade inicial do compromisso da Série D, reduziu linhas e apostou nos contra-ataques para proteger a vantagem construída no primeiro tempo.

Aos 35 minutos, Vigia protagonizou a principal jogada individual do alvinegro na etapa final. O camisa 8 limpou a marcação de dois adversários e bateu colocado, levando perigo ao gol defendido por Guilherme Prezzi. Já nos minutos finais, Ian Carlos cruzou pela direita, a bola ficou viva dentro da área e Davi Araújo tentou uma bicicleta. O goleiro do Operário-MT fez defesa decisiva e garantiu a primeira vitória do Chicote da Fronteira na Série D.

Aparecidense supera o Brasiliense e joga o Jacaré para fora do G-4

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Brasiliense
Foto: Divulgação/Brasiliense

O Brasiliense deixou escapar uma oportunidade importante na luta pelas primeiras posições do Grupo A3 da Série D do Campeonato Brasileiro. Na tarde deste sábado (9/5), o Jacaré perdeu por 2 a 1 para a Aparecidense, no Estádio Aníbal Toledo, na cidade goiana, pela sexta rodada da competição nacional. O time candango até saiu na frente ainda nos minutos iniciais, mas sofreu a virada antes do intervalo e não conseguiu reagir na etapa final em solo goiano. Os demais resultados da rodada tiraram o time amarelo do G-4.

A partida começou com maior intensidade do Brasiliense, principalmente nos avanços pelo lado ofensivo e na pressão exercida nos primeiros minutos. O gol cedo parecia encaminhar um cenário confortável para o Jacaré, porém, a Aparecidense reagiu rapidamente, cresceu dentro da partida e passou a controlar melhor as ações ofensivas ainda no primeiro tempo. Já na etapa final, o time amarelo aumentou a posse de bola e pressionou em busca do empate, mas encontrou dificuldades no último passe e abusou das finalizações de longa distância, pouco efetivas diante da defesa goiana.

Com a derrota fora de casa, o Brasiliense caiu para quinta colocação do Grupo A3 da Série D do Campeonato Brasileiro. A queda de posição para fora da zona de classificação ocorreu devido à vitória do Primavera-MT diante do Inhumas-GO. Na próxima rodada, o Jacaré terá pela frente o clássico candango diante do Gama, no sábado (16/5), às 19h30, no Estádio Bezerrão.

Virada antes do intervalo

O Brasiliense começou a partida tentando acelerar as ações ofensivas e assustou logo aos quatro minutos, quando Jackson apareceu com liberdade na área e levou perigo ao gol da Aparecidense. A pressão inicial deu resultado aos 10 minutos. Após bola cruzada na área, Renato afastou mal e Marlone apareceu livre na sobra para finalizar cruzado e abrir o placar para o Jacaré no Aníbal Toledo.

A vantagem candanga, porém, durou pouco. Aos 24 minutos, Bajé se antecipou ao goleiro Matheus Kayser após lançamento na área e empatou a partida de cabeça. O gol aumentou a confiança da equipe goiana, passou a controlar melhor o meio-campo e dificultou as saídas ofensivas do Brasiliense. O cenário ficou ainda mais complicado aos 38, quando Bajé aproveitou bate e rebate dentro da área e finalizou no canto para virar o confronto ainda antes do intervalo.

A reta final do primeiro tempo ainda apresentou mais pressão da Aparecidense. A Cidinha quase ampliou nos minutos finais, quando acertou a trave em finalização perigosa. O Brasiliense sentia dificuldades para reorganizar o sistema defensivo e perdeu intensidade ofensiva após a virada sofrida em Anápolis.

Pressão sem eficiência

O segundo tempo teve domínio territorial do Brasiliense, mas pouca efetividade ofensiva do time candango. Sem Marlone, substituído ainda na primeira etapa após sentir problema físico, o Jacaré perdeu criatividade no setor ofensivo e passou a depender excessivamente de chutes de média e longa distância. A equipe até conseguiu ocupar mais o campo de ataque, porém encontrava dificuldades para infiltrar na defesa goiana.

Do outro lado, a Aparecidense reduziu o ritmo e apostou nos contra-ataques para administrar a vantagem construída antes do intervalo. Sem a mesma precisão ofensiva de Bajé, também substituído após sentir desgaste físico, o time goiano diminuiu o perigo nas transições. Mesmo assim, o Brasiliense não conseguiu transformar pressão em grandes oportunidades claras e acabou confirmando a derrota fora de casa pela Série D.

Brasília sofre com intensidade do Flamengo e vê série empatar no NBB

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NBB
Foto: Julliana Nascimento/Flamengo

O Brasília Basquete não conseguiu repetir o desempenho apresentado no primeiro duelo das quartas de final do Novo Basquete Brasil (NBB) e acabou derrotado pelo Flamengo na noite desta sexta-feira (8/5). No Maracanãzinho, o time candango perdeu por 83 a 66 e viu a série melhor de cinco ficar empatada em 1 a 1. O terceiro confronto entre as equipes será disputado no domingo (10/5), às 14h, novamente no Rio de Janeiro.

A equipe carioca começou a partida em ritmo acelerado e encontrou espaços principalmente nas infiltrações no garrafão. Diferentemente do primeiro jogo, o Flamengo conseguiu impor intensidade ofensiva desde os minutos iniciais e aproveitou erros sucessivos do Brasília para abrir vantagem no placar. Os extraterrestres encontravam dificuldades justamente no principal fundamento da equipe, as bolas de três pontos, mas reagiram no minuto final do período com três acertos consecutivos do perímetro. Ainda assim, o Flamengo fechou o primeiro quarto em vantagem: 19 a 12.

O segundo período consolidou o domínio rubro-negro na partida do NBB. Com defesa sólida e forte pressão sobre Facundo Corvalán, principal organizador ofensivo do Brasília, os cariocas limitaram a produção ofensiva candanga e ampliaram a diferença antes do intervalo. O time do Distrito Federal encontrou dificuldades para atacar o garrafão e viu os mandantes abrirem vantagem de 14 pontos ao término da primeira metade do confronto: 47 a 33.

Na volta dos vestiários, o Flamengo manteve o controle das ações e aumentou ainda mais a pressão sobre os visitantes. Com intensidade elevada nos dois lados da quadra, os rubro-negros chegaram a abrir 21 pontos de frente no terceiro quarto. O técnico Dedé Barbosa tentou reorganizar o Brasília com pedidos de tempo e mudanças na rotação, mas o cenário permaneceu favorável aos cariocas, responsáveis por fechar o período em confortável vantagem: 70 a 52.

O Brasília até esboçou reação nos minutos finais da partida. Aos poucos, o time candango reduziu a diferença e passou a competir melhor nas posses ofensivas, mas a distância construída pelo Flamengo ao longo do jogo pesou no panorama final. Sempre que os extraterrestres ameaçavam diminuir o prejuízo, os rubro-negros respondiam com bolas importantes do perímetro e esfriavam a tentativa de retomada adversária.

Os principais pontuadores da partida foram Kayo Gonçalves e Wesley, ambos com 16 pontos pelo Flamengo. Do lado candango, Daniel Von Haydin terminou como cestinha da equipe ao anotar 12 pontos. Após o confronto, Pedro Mendonça reconheceu a superioridade inicial dos cariocas e projetou reação do Brasília na sequência da série do NBB. “O Flamengo entrou com uma intensidade alta e não entramos como a gente deveria. Agora é ajustar e seguir firme. Série empatada”, destacou.